O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Levantamento também aponta que a maior parte dos parlamentares é contra a criação de um imposto sobre pagamentos digitais, como quer o governo
A reforma tributária tem chance de aprovação na Câmara e no Senado até o fim do ano para a maioria (56%) dos deputados, segundo pesquisa da XP Investimentos. O levantamento também aponta que a maior parte dos parlamentares é contra a criação de um imposto sobre pagamentos digitais, como quer o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
A discussão sobre uma reformulação do sistema de impostos do País já vinha ganhando força mesmo antes da pandemia do novo coronavírus. E na visão dos políticos, a reforma tributária é hoje o projeto que tem mais probabilidade de sair até o fim de 2020, em uma lista de oito propostas, que inclui o Renda Brasil - programa de distribuição de renda que o governo quer criar em substituição ao Bolsa Família - e a independência do Banco Central.
Sobre as mudanças necessárias no sistema de cobrança de impostos do País, algumas medidas, como a taxação de grandes fortunas e a criação de faixas de Imposto de Renda para os mais ricos, têm grande apelo com os parlamentares: 66% dizem que é preciso taxar fortunas e 63% apoiam a cobrança de um IR maior para os mais ricos.
Uma reportagem publicada no Estadão no começo deste mês já apontava que a crise econômica gerada pela covid-19 havia acendido o debate no País sobre a necessidade de aumentar os impostos dos mais ricos, junto com as propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso.
Também têm a simpatia dos parlamentares outras medidas, como aumentar a taxação sobre heranças - 56% são a favor - e que o País volte a taxar lucros e dividendos de empresas (57%) com a redução de Imposto de Renda para Pessoa Jurídica.
Por outro lado, um dos principais pontos que estão na mesa é desaprovado pela maioria dos deputados. Do total dos entrevistados, 66% se dizem contra a criação de um imposto sobre pagamentos digitais, como pretende o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Leia Também
O governo brasileiro planeja criar um tributo de 0,2% sobre pagamentos digitais, o que os críticos à proposta chamam de "nova CPMF". Os recursos seriam usados para compensar a perda de arrecadação com uma eventual desoneração da folha de pagamentos.
Mas ainda que esse novo tributo ajude a custear programas de transferência de renda, como o Renda Brasil, ou a desoneração da folha, 48% dos entrevistados pela pesquisa se diz contra a criação do tributo.
A pesquisa da XP ouviu 146 dos 513 deputados federais, tanto de oposição quanto a favor do governo, entre os dias 20 e 31 de julho. A maioria dos entrevistados é do PT, PSL e PSD.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes