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Ex-presidente criticou o posicionamento de forças políticas que pedem o impeachment de Bolsonaro e disse que aumento de participação de militares no governo indica fraqueza política

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) avalia que o governo federal terá de contrair dívida para financiar a retomada da economia com a saída da crise do coronavírus.
Durante live organizada pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), FHC afirmou que é natural esperar crescimento da dívida pública e que o País vai precisar de financiamento internacional.
"Esse governo foi eleito querendo implantar um programa ortodoxo, mas infelizmente a gente não faz o que quer no governo, faz o que pode. Agora, vai ter de gastar, vai ter de fazer dívida. E vamos precisar de ajuda internacional, porque não temos recursos suficientes no Tesouro", afirmou FHC.
Para o ex-presidente, a situação no mundo é negativa para o acesso a financiamento internacional, principalmente devido à posição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de "America First."
"Se os americanos - e quando falo americanos estou falando também do FMI (Fundo Monetário Internacional), do Bird (Banco Mundial) - não entrarem, a China vai ter de entrar", disse FHC.
FHC criticou o posicionamento de forças políticas que pedem o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. "Disseram que eu estava conspirando com o Rodrigo Maia presidente da Câmara dos Deputados, mas eu não vejo o Maia há anos", disse.
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"Não está claro que tenha havido infringência constitucional. Eu não votei no Bolsonaro, mas a população votou no Bolsonaro, ele está aí", disse FHC.
O tucano disse, ainda, que será necessária coesão entre as lideranças políticas do País para enfrentar a crise do coronavírus e para transformar as instituições.
"Precisaremos de estadistas, de coesão, não de disruptura. Nós precisamos ter paciência histórica, entender que as coisas levam tempo", disse o ex-presidente.
O aumento da participação de militares nos altos cargos do governo federal indica mais uma fraqueza política do presidente do que uma tentativa de articular um golpe no País, avaliou o ex-presidente.
FHC comparou a situação de Bolsonaro com a do ex-presidente chileno Salvador Allende. "Quando ele chamou os militares para o governo, não foi para dar um golpe. Foi porque era o que restava", disse.
Para FHC, a condução que Bolsonaro faz da crise preocupa, já que, na avaliação do tucano, o presidente não consegue mostrar tranquilidade e sinalizar um rumo para sair da crise.
"O presidente fala mais do que pensa, sempre. E eu não aprecio algo que está acontecendo no Brasil, rixas crescentes entre as instituições, a disputa entre o presidente da Câmara e o presidente da República", afirmou.
*Com Estadão Conteúdo
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