Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
sem aumento

‘Vamos subir em cadáveres para fazer palanque?’, perguntas Guedes

O ministro avisou que não se pode "deixar que se aproveitem de momento de fragilidade do País" para pedir aumentos salariais.

Paulo Guedes
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou a tentativa de governadores de conceder reajustes salariais e outros benefícios a servidores em meio à pandemia e voltou a defender o veto a um trecho do socorro a Estados e municípios que permite esses aumentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em coletiva no Palácio do Planalto, o ministro comparou o lobby do funcionalismo por reajustes a uma tentativa de "saquear" o País em meio à pandemia e alertou que "a sociedade vai punir quem subir em cadáveres para fazer palanque".

Guedes também fez um aceno ao Centrão, bloco de partidos ao qual o Palácio do Planalto se aproximou em meio à crise política como forma de garantir sua governabilidade, ao refutar qualquer "toma lá dá cá" e dizer que se trata de um "centro democrático programático, não fisiológico".

Mas pediu ao Congresso Nacional que mantenha o veto prometido pelo presidente Jair Bolsonaro aos reajustes.

"O presidente disse 'conte comigo, nós vamos fazer esse veto'. Mas o presidente não quer que o veto se transforme em exploração política (com derrubada)", disse o ministro, solicitando "colaboração" do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nessa articulação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O importante para o Brasil não é só a busca por popularidade", afirmou Guedes, acrescentando que Bolsonaro "é popular, não populista".

Leia Também

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Aposta de Campo Grande (MS) fatura sozinha prêmio de R$ 26 milhões na Quina 7078; dois bilhetes dividem a Lotofácil 3748

REPÕE A INFLAÇÃO

Dividendos do FGTS: saiba quem tem direito, quanto é e quando cai na conta

"O pedido que faço é que não transformem isso (veto) em ato inútil", disse o ministro.

O projeto de socorro a Estados e municípios foi aprovado no Congresso Nacional com um aval do próprio presidente para beneficiar o funcionalismo, principalmente da área de segurança, atropelando a orientação do ministro Guedes de garantir essa contrapartida ao socorro de R$ 125 bilhões aos Estados e municípios.

O congelamento integral garante economia de R$ 130 bilhões para União, Estados e municípios. Da forma como foi aprovado no Congresso, o texto dá alívio de apenas R$ 43 bilhões. Depois de dar o aval, porém, Bolsonaro avisou que atenderia "100%" ao pedido do ministro da Economia para vetar o dispositivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sanção

O Estadão/Broadcast revelou, no entanto, que Bolsonaro segura a sanção da proposta e o veto aos reajustes para que policiais do Distrito Federal consigam ter aprovado aumento prometido desde o fim do ano passado. Os recursos que pagam os salários das forças de segurança do DF são bancados pela União.

Hoje, Guedes criticou a tentativa das categorias de pedir aumento. "É inaceitável que tentem saquear o gigante que está no chão. As medalhas são dadas após a guerra, não antes da guerra", disse. "Que história é essa de pedir aumento antes porque policial vai trabalhar mais? Se policial trabalhar mais, ótimo, recebe hora extra", acrescentou.

O ministro avisou que não se pode "deixar que se aproveitem de momento de fragilidade do País" para pedir aumentos salariais. "Vamos subir em cadáveres para fazer palanque? Vamos subir em cadáveres para se aproveitar do governo? A sociedade vai punir quem subir em cadáveres para fazer palanque", disse.

Ao criticar o lobby pelos reajustes, Guedes fez questão de ressaltar que não vai faltar dinheiro para a saúde. O ministro, porém, pediu "respeito de parte a parte".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Estamos lutando a bordo do mesmo barco. Vamos esperar chegar em terra firme, aí começa a brigar de novo", disse.

*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Pix 29 de julho de 2026 - 9:18

CONTRADIÇÃO LATINO-AMERICANA

Brasileiros usam cada vez menos dinheiro vivo — e a culpa é do Pix

29 de julho de 2026 - 9:18
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 29 de julho de 2026 - 9:02
Matt Damon em cena do filme 28 de julho de 2026 - 14:06
Nota 100 Reais Rasgada Inflação IPCA deflação agenda econômica ipca 28 de julho de 2026 - 13:53
Pix automático 28 de julho de 2026 - 13:25
loterias da caixa mega-sena 3015 28 de julho de 2026 - 10:39
agronegocio agro fiagros agricultura 28 de julho de 2026 - 10:00
Ganhadores comemoram prêmio nas loterias Dupla Sena e Dia de Sorte 28 de julho de 2026 - 7:04
agro, fiagro, fiagros, agronegócio 27 de julho de 2026 - 10:00
Calendário BPC 2026 27 de julho de 2026 - 5:45
O presidente dos EUA, Donald Trump 26 de julho de 2026 - 12:11
Imóveis na Avenida Berrini, em São Paulo, para representar um fundo imobiliário de escritórios 26 de julho de 2026 - 10:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar