O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entidade pede que, durante a apuração, o TCU suspenda o contrato de R$ 4,8 milhões da Secom com uma agência de publicidade, sem licitação, formalizado esta semana
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou uma denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a campanha do governo federal com o mote "O Brasil não pode parar". A entidade pede que, durante a apuração, o TCU suspenda o contrato de R$ 4,8 milhões da Secretaria Especial da Comunicação da Presidência (Secom) com uma agência de publicidade, sem licitação, formalizado esta semana.
Para a OAB, embora a campanha não tenha sido oficialmente lançada, ela já é de conhecimento da população. O argumento é que a Secom divulgou o slogan em redes oficiais do governo há três dias. Além disso, alega que um vídeo sobre o tema circula em redes de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. A entidade considera que a peça publicitária não tem por objeto a promoção da saúde pública e serve para a desinformação pública.
"Há, portanto, materialidade suficiente a indicar a existência da peça e a iminência de sua divulgação oficial à população brasileira", diz trecho da denúncia.
Em decisão divulgada neste sábado, 28, a juíza plantonista Laura Bastos Carvalho, da Justiça Federal do Rio de Janeiro, acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF) e ordenou a União a suspender a campanha.
A decisão manda o Planalto se abster de veicular por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio físico ou digital as peças publicitárias da campanha ou qualquer outra que sugira à população "comportamentos que não estejam estritamente embasados em diretrizes técnicas, emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em documentos públicos, de entidades científicas de notório conhecimento no campo da epidemiologia e da saúde pública".
"O descumprimento da ordem está sujeito à multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por infração", determina a magistrada.
Leia Também
De acordo com a associação de advogados, "o anúncio da propaganda governamental tem suscitado inúmeras críticas, em razão da sua nocividade para a política de saúde pública que se espera no momento, e também por sua contrariedade às normas jurídicas que regem a Administração Pública".
"De maneira geral, sobressai o descompasso da campanha com as orientações emanadas das autoridades sanitárias e do próprio Ministério da Saúde. A peça publicitária contribui com a desinformação da população em um cenário de emergência de saúde pública", diz outro trecho. "Referida campanha também representa ofensa à moralidade administrativa e risco à saúde pública ao estimular a adoção de condutas frontalmente contrárias aos protocolos de proteção da população em face da epidemia do COVID-19", afirma a nota.
A OAB também questiona a falta de transparência na contratação da agência de publicidade, com a devida justificativa, e sugere apuração por "suspeita de direcionamento da contratação ou favorecimento da empresa".
"Tais indícios de irregularidades atraem a competência desse colendo Tribunal de Contas da União para fiscalizar contratos que envolvam a aplicação dos recursos públicos e que sejam firmados e conduzidos por agentes públicos sujeitos à sua jurisdição, como é o caso do Presidente República, Sr. Jair Messias Bolsonaro, e do Chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sr. Fábio Wajngarten", declara a OAB ao TCU.
Neste sábado, a Secom, por meio de nota, negou a existência de qualquer campanha publicitária ou peça oficial intitulada "O Brasil não pode parar", apesar de ter feito ao menos duas publicações sobre o tema em redes oficiais. Essas publicações foram agora apagadas das redes.
"Trata-se uma mentira, uma fake news divulgada por determinados veículos de comunicação. Não há qualquer veiculação em qualquer canal oficial do Governo Federal a respeito de vídeos ou outras peças sobre a suposta campanha. Sendo assim, obviamente, não há qualquer gasto ou custo para a Secom, já que a campanha não existe", diz a nota.
Na sexta, 27, a Secom havia informado que o vídeo divulgado era uma "peça experimental" e não passou pelo crivo do governo, portanto, de acordo com o governo, não teve custo.
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações