O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com avanço do online, recomendação da XP para a ação da empresa é de compra, com preço-alvo de R$ 28 ao final de 2020; Credit Suisse estima R$ 21 em 12 meses
As ações da Via Varejo são um dos destaques do Ibovespa nesta quinta-feira (13) após a empresa divulgar o balanço do segundo trimestre deste ano - período impactado pela pandemia da covid-19.
Os papéis da companhia (VVAR3) fecharam em alta de 3,41%, a R$ 18,78 - mas chegaram a avançar mais de 7% durante o pregão. No ano, as ações da Via Varejo têm ganhos de 68% em meio a uma grande expectativa do mercado quanto ao processo de digitalização das operações da companhia.
As linhas que dizem respeito às operações digitais foram justamente aquelas que chamaram a atenção dos analistas que cobrem o setor de varejo. Apesar do prejuízo operacional, o e-commerce da empresa cresceu 280% em um ano.
As vendas on-line da companhia alcançaram 70% do total, contra 18,5% no segundo trimestre do ano passado, segundo o balanço. Já as vendas totais (GMV) da Via Varejo, considerando todos os canais, permaneceram estáveis em relação ao mesmo período do ano anterior.
O analista da XP Pedro Fagundes diz que vê um progresso contínuo em relação ao plano de reestruturação da empresa, com avanço significativo da infraestrutura digital e multicanal da companhia.
"A melhora relevante da rentabilidade foi acima daquela estimada pelo consenso de mercado (ainda que abaixo da nossa expectativa). Logo, acreditamos que exista espaço para revisões positivas de estimativa", escreve Fagundes.
Leia Também
A recomendação da XP para a ação da Via Varejo, após o balanço, é de compra. O preço-alvo foi estabelecido em R$ 28 ao final de 2020. Já o Credit Suisse é menos otimista: estima R$ 21 em 12 meses.
Os analistas do banco norte-americano Victor Saragiotto e Pedro Pinto também destacam a operação dos canais on-line. Eles chamam atenção para a qualidade do estoque, boa estratégia comercial e uma "maior eficácia omnicanal [estratégia de conteúdo multicanal].
Outro ponto positivo para a empresa, na visão dos analistas, seria o maior número de lojas abertas, por conta do relaxamento das medidas de distanciamento social. Eles também falam em ganhos na participação de mercado. "Considerando as circunstâncias, a Via Varejo conseguiu entregar resultados muito bons", escrevem.
No entanto, os especialistas do banco dizem esperar que a empresa termine o terceiro trimestre com o menor poder de fogo entre os principais players do comércio eletrônico no Brasil. Outro ponto negativo seria o aumento da inadimplência em serviços financeiros.
No segundo trimestre, a Via Varejo informou um lucro líquido de R$ 65 milhões - saindo do prejuízo de R$ 162 milhões de um ano atrás. Mas pelo critério operacional a empresa manteve a linha no vermelho, a R$ 176 milhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 555 milhões - avanço de 45,7% em um ano. Pelo critério operacional, o resultado foi de R$ 314 milhões - uma alta de 76%.
A receita líquida da Via Varejo teve redução de 12,4%, para R$ 5,280 bilhões, em relação ao mesmo período do ano passado. O valor bruto de mercadoria cresceu 0,5%, para R$ 7,260 bilhões - alta de 279,6% no canal on-line.
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo
Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco
Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta
Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos
Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira
Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador
De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados
Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas
Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.