O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Corte apreciava pedido do Senado, que alegava que o governo estaria desmembrando a empresa para vender ativos; estatal pode prosseguir com plano de desinvestimentos
O processo de desinvestimentos da Petrobras, que tem o objetivo de reduzir o endividamento da empresa e concentrar seus esforços no pré-sal, escapou de enfrentar um percalço. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (1º), que a estatal poderá vender suas refinarias sem necessidade de aval do Congresso Nacional.
A Corte apreciava um pedido de autoria do Senado Federal, que alegava que o governo estaria desmembrando a empresa para vender ativos, como é o caso das refinarias.
O plenário do tribunal deliberou contra o pedido do Senado, liberando o plano de venda de ativos da Petrobras, pelo placar de 6 a 4.
O ministro Luiz Edson Fachin, relator do caso, disse que o plano de vendas de refinarias da Petrobras deveria ser suspenso e que necessitava da apreciação dos congressistas.
Votos vencidos, os magistrados Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello acompanharam o relator.
Os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, presidente do STF, divergiram de Fachin.
Leia Também
Em 2019, o STF definiu que o Parlamento precisa apenas aprovar a venda das chamadas “empresas-mãe” — a própria Petrobras, por exemplo.
As subsidiárias, no entanto, não estariam enquadradas em tal decisão.
No centro da discussão que se estendeu entre ontem e hoje no Supremo, estão as vendas das refinarias Landulpho Alves (Rlam) e Paraná (Repar) e de outros seis ativos da Petrobras.
A gigante estatal assinou em 2019 um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para encerrar investigações sobre práticas anticompetitivas da empresa no segmento de refino.
A empresa deverá vender 8 refinarias que produzem 1,1 milhão de barris por dia, cerca de 50% da capacidade brasileira, até dezembro de 2021.
A Petrobras tem feito nos últimos anos um processo de desinvestimento de ativos que tem duas metas.
O primeiro é concentrar recursos em projetos de exploração e produção, principalmente em água profundas e ultraprofundas — como os campos do pré-sal. Para a empresa, são ativos que possuem ótima qualidade, reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração.
No dia 15 deste mês, a companhia revisou os planos de investimentos para o período de 2021 a 2025, com maior importância ao pré-sal. Eles passaram a representar aproximadamente 71% dos aportes totais que a companhia fará no segmento de exploração e produção (E&P).
O segundo objetivo da empresa é reduzir o endividamento, para ficar em linha com outras empresas do mercado e poder competir contra elas. A dívida da Petrobras em junho era de US$ 91,3 bilhões. O número pode parecer alto, mas está menor do que o visto em junho de 2014, quando somava US$ 140 bilhões. A meta é chegar a US$ 60 bilhões até 2022.
Segundo a companhia, os juros da dívida consomem cerca de 35% do caixa gerado pelas operações. “Só para se ter uma ideia, o que pagamos de juros por ano equivale a um sistema de produção de petróleo completo, que envolve plataformas, sistemas submarinos e poços, capazes de produzir 150 mil barris de petróleo por dia e que gera uma receita anual de cerca de US$ 3 bilhões”, diz a empresa em site que criou para explicar o processo de desinvestimento.
No começo do mês, a XP Investimentos voltou a cobrir as ações da Petrobras e calculou que a venda das refinarias pode gerar uma arrecadação entre R$ 63,6 bilhões a R$ 83,6 bilhões em recursos para a companhia, o que se traduziria em um ganho por ação de R$ 3,20 a R$ 4,20.
A medida também permitirá uma redução entre 0,25 vez a 0,33 vez da alavancagem financeira – medida pela relação entre a dívida líquida e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), que hoje está em 2,34 vezes, segundo dados do segundo trimestre.
“Além do relevante ganho financeiro com a venda das refinarias, mais importante ainda é o fato que, após a venda destes ativos, os riscos de futuras intervenções nos preços dos combustíveis da companhia serão reduzidos de forma estrutural, mesmo em caso de mudanças no ambiente político”, diz trecho do relatório.
Em nova análise, a corretora indicou ontem que vê risco-retorno positivo nas ações sem assumir a execução do plano de desinvestimentos nas suas estimativas.
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA