🔴 O MELHOR TRADER DO MUNDO VAI TE AJUDAR NA BUSCA POR R$ 1 MILHÃO – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

atenta ao calendário

Refém da crise da Boeing, Gol conta com solução até março

Sem o 737 Max, executivo da aérea destacou o intervalo de dois meses entre abril e julho para definir as medidas que a empresa vai adotar para o período de alta temporada

miniatura de Boeing 737 MAX
Miniatura de Boeing 737 MAX em exposição em Moscou em julho de 2017 - Imagem: Shutterstock

Refém da crise enfrentada pela norte-americana Boeing, a Gol precisou improvisar e alugar aeronaves para fazer frente à demanda de assentos do início do ano. Temendo prejuízos em julho, a empresa conta com uma solução para o imbróglio envolvendo o 737 Max até março e espera operar o modelo já em abril para se preparar para a alta temporada. A aeronave foi suspensa desde meados do ano passado após dois acidentes graves deixarem centenas de vítimas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Durante a baixa temporada, de fevereiro até junho, o Max não faz diferença para a gente. Julho é a grande questão", disse o vice-presidente de operações da Gol, Celso Ferrer, durante reunião com analistas e investidores, nesta quinta-feira, em São Paulo.

Ferrer destacou o intervalo de dois meses entre abril e julho para definir as medidas que a empresa vai adotar para o período de alta temporada. "Se tivermos um atraso adicional, teremos de construir um crescimento de capacidade para julho", disse.

O evento da Gol contou com a presença do diretor regional de marketing de produtos da Boeing, Jeffrey Haber. Ele apontou o primeiro trimestre deste ano como uma boa meta para liberar a aeronave. "Há riscos, claro". O retorno das operações do avião tem sido um tema delicado. O modelo tem passado por uma série de revisões após determinação de órgãos reguladores em todo o mundo. A decolagem, entretanto, tem sido constantemente postergada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Boeing está negociando indenizações com as aéreas. Executivos da Gol disseram estar trabalhando para receber "uma compensação financeira muito em breve".

Leia Também

SINAL VERDE

GPA (PCAR3) vai virar a página? Justiça dá aval a plano de recuperação extrajudicial; ação dispara até 10% na B3

VAI VIRAR O JOGO?

Hora de comprar JBS (JBSS32)? Dor de cabeça pode virar trunfo — e fazer ação saltar até 70%, diz XP

A brasileira não deve ser comprometida pela paralisação da produção do 737 pela Boeing, isso porque 16 das aeronaves programadas para serem entregues neste ano já estão prontas nos Estados Unidos. Atualmente, a empresa tem 7 unidades do 737 Max na sua frota, número que deve chegar a 58 em 2023. A estimativa é uma frota total de 140 aeronaves em 2020 e 151 em 2023 - contando também o modelo Boeing 737 NG.

Antes de voar, a Boeing aconselhou as empresas a treinarem os pilotos em simuladores. Segundo a Gol, eles estão trabalhando com a norte-americana para não ter atrasos adicionais com o treinamento após a liberação.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, destacou que 2019 foi um ano de muitas surpresas para o setor aéreo. "Construímos esse mecanismo para enfrentar a volatilidade do Brasil sem imaginar que teríamos de lidar com o Max", afirmou. Apontando também questões envolvendo a Avianca, o executivo disse que o setor está enfrentando um dos períodos mais desafiadores. "Nós estávamos transportando de graça, literalmente, vários passageiros da Avianca".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parceria

Kakinoff fez sinalizações positivas para a sinergia das possíveis novas parcerias da Gol após o término da aliança com a Delta. O grupo tem conversado com a United Airlines e American Airlines. "O que estamos olhando agora com as americanas é possibilidade de expandir os número de assentos", afirmou. O executivo destacou que não está no radar a venda de participação da Gol, mas ponderou que tal decisão cabe aos controladores.

O executivo afirmou que as empresas em negociação estão melhor posicionadas em hubs importantes para o Brasil, como Miami e Nova York. "Em um curto período de tempo teremos como comunicar novidades positivas sobre nossa parceria com essas duas novas empresas", acrescentou.

Já Lark, CFO da Gol, fez sinalizações bastante favoráveis para a economia. "O Brasil está de volta. Ponto". De acordo com o executivo, a Gol "está em uma posição favorável para tirar proveito dessa recuperação".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Estátua do touro da B3 em frente à Bolsa de Valores de São Paulo, com expressão triste e lágrimas escorrendo dos olhos, acenando em gesto de despedida. 6 de outubro de 2026 - 9:50
Construtoras em alta na bolsa 5 de outubro de 2026 - 18:13
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 5 de outubro de 2026 - 6:03
Ilustração do desenho "A Vaca e o Frango", junto aos logotipos de JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3). 4 de outubro de 2026 - 13:13
Estátua do touro da B3 em frente à Bolsa de Valores de São Paulo, com expressão triste e lágrimas escorrendo dos olhos, acenando em gesto de despedida. 2 de outubro de 2026 - 8:53
ações elétricas dividendos isa cteep trpl4 taesa taee11 1 de outubro de 2026 - 17:45
Farm no meio das disputas societárias na Azzas, com imagem do filme "História de um Casamento" 1 de outubro de 2026 - 12:38
Fachada de escritório do Nubank 1 de outubro de 2026 - 9:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar