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Neoenergia vence leilão por distribuidora de energia do Distrito Federal

Empresa arremata CEB-D oferecendo 2,515 bilhões, superando propostas de CPFL Energia e Equatorial

4 de dezembro de 2020
10:21
neoenergia
Neoenergia - Imagem: Divulgação

A Neoenergia (NEOE3), representada pela Bahia Geração de Energia, venceu o leilão pela distribuidora de energia elétrica CEB-D, que atende aos consumidores do Distrito Federal.

A empresa ofereceu R$ 2,515 bilhões em lance vencedor, o que representou um ágio de 76,63% em relação ao valor mínimo de R$ 1,4 bilhão e superou as concorrentes CPFL Energia (CPFE3) e Equatorial (EQTL3).

Na primeira etapa do leilão, de abertura dos envelopes com as propostas econômicas, a Neoenergia já havia apresentado o melhor lance, de R$ 2,2 bilhões, dando uma mostra de seu apetite. A CPFL Energia ofereceu lance de R$ 1,95 bilhão, nesta etapa, enquanto Equatorial Energia propôs R$ 1,485 bilhão.



Conforme estabelecido no edital, foi aberta segunda fase de ofertas, com lances a viva-voz e CPFL Energia e Neoenergia seguiram em intensa disputa, impulsionando o ágio. Equatorial, embora pudesse, não chegou a apresentar lances nesta fase.

A CEB-D possui cerca de 1,1 milhão de clientes em uma área considerava atraente, tendo em vista a alta densidade populacional e o alto poder aquisitivo, com PIB per capita quase 2,5 vezes a média brasileira.

Sem Enel

A grande surpresa do leilão foi a ausência da Enel. O grupo italiano era visto por especialistas no setor elétrico como grande favorito, tendo em vista o maior potencial de sinergias, já que opera a concessionária de distribuição de Goiás, atual Enel Goiás, que circunda a área de concessão da CEB-D.

No entanto, semana passada o presidente global do grupo, Francesco Starace, já havia sinalizado que poderia ficar de fora da disputa.



Ele comentou que a operação brasileira tinha desbalanceamento entre as operações da companhia nos segmentos de geração e distribuição, e no momento a empresa precisa adicionar mais ativos geração.

Além disso, ele comentou que, embora seguisse avaliando potenciais ativos de distribuição, nem todos seriam do interesse da companhia, "seja por conta da posição no País ou porque talvez há expectativas irreais do lado vendedor".

* Com informações da Estadão Conteúdo

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