Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista exclusiva

“Estamos preparados para qualquer cenário”: uma entrevista com Miguel Gularte, novo CEO da Marfrig

Recém eleito diretor-presidente da Marfrig, Miguel Gularte falou com o Seu Dinheiro sobre os desafios impostos pelo surto de coronavírus, o panorama para as exportações da companhia e as estratégias a serem adotadas daqui para frente

Victor Aguiar
Victor Aguiar
23 de março de 2020
5:30 - atualizado às 1:30
Miguel Gularte Marfrg
Miguel Gularte - Imagem: Marfrig

Em questão de semanas, o mundo virou de ponta-cabeça por causa do surto de coronavírus: países inteiros em quarentena, economias paralisadas e multidões em isolamento compulsório. É um panorama inédito e incrivelmente complexo para as pessoas, governos e empresas — e que coloca alguns setores de atividade sob os holofotes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hospitais e serviços de saúde, obviamente, estão na linha de frente do combate à pandemia. Há, também, o front da indústria alimentícia — por mais que a economia esteja num ritmo letárgico e grande parte da população permaneça fechada em casa, a necessidade por comida continua existindo. Trata-se de um segmento cuja demanda é bem mais resistente que a de outros ramos não-essenciais, como vestuário ou eletrônicos.

Nesse contexto, eu procurei a Marfrig para entender melhor qual a estratégia da companhia nesse momento tão crítico. Afinal, como se não bastasse a mudança radical de cenário, a empresa ainda passou por mudanças profundas no lado administrativo na semana passada.

Miguel Gularte, ex-CEO das operações do frigorífico na América do Sul, foi nomeado diretor-presidente da Marfrig na última segunda-feira (16). Mesmo em meio ao turbilhão que atinge o mundo e às mudanças no dia a dia da empresa, ele concedeu uma entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro — e foi categórico:

"Nós temos muito clara a nossa missão, que é produzir alimentos", disse Gularte, ao ser perguntado sobre o status das operações da Marfrig em meio ao surto de coronavírus. "Assim como você não espera que uma farmácia esteja fechada ou que um hospital feche as portas, você não espera que uma fábrica de alimentos descontinue suas atividades".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre todas as plantas da companhia, apenas a de Tucumã (PA) será suspensa, e não por causa do coronavírus. Trata-se de uma decisão estratégica e que já era planejada desde o ano passado, considerando o volume pequeno e a baixa eficiência das instalações.

Leia Também

De resto, a Marfrig segue com força total, atendendo inclusive a demanda crescente no exterior. Gularte destaca que as exportações da empresa continuam firmes, com o mercado da China dando mostras de recuperação após o forte impacto causado pelo coronavírus no começo do ano.

"Estamos preparados para qualquer cenário" — Miguel Gularte, diretor-presidente da Marfrig

Estratégia

Dentro do mercado brasileiro, a Marfrig possui duas frentes de atuação: há o chamado food service — ou seja, a cadeia da alimentação fora do lar — e as vendas diretas ao varejo, em mercados e lojas. E o surto de coronavírus impacta cada um desses braços de maneira diferente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última quinta-feira (19), dia em que Gularte me atendeu, ele afirmou que a Marfrig já observava uma queda na demanda do food service: dada a situação de confinamento das pessoas em casa, havia uma diminuição no consumo presencial em restaurantes e lanchonetes.

E essa situação tende a se agravar daqui para frente: com a quarentena decretada em São Paulo e o fechamento de todo tipo de comércio não-essencial, as vendas presenciais do food service na região ficarão praticamente zeradas nos próximos dias — e muitos outros estados e cidades já adotaram medidas semelhantes.

No entanto, Gularte faz questão de ressaltar que, por mais que o fechamento de restaurantes e bares seja ruim, eles têm pouco peso na geração de receita da Marfrig: apenas 5% da comercialização da empresa está associada ao food service. E, em alguma escala, o executivo acredita que o aumento no delivery ajudará a compensar esse efeito.

Por outro lado, o setor varejista tem crescido em meio ao maior consumo domiciliar, de acordo com o executivo. Mas essa situação não diminui a cautela da Marfrig neste momento:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Só estamos comprando o que já está vendido. Ou seja: a gente vende para comprar, e não compra para vender", disse Gularte, a respeito da gestão da produção em meio à crise do coronavírus.

Quanto aos cuidados sanitários em meio ao surto de coronavírus, o executivo afirma que todas as medidas estão sendo tomadas para mitigar os riscos, com planos de contingência já traçados.

Nos escritórios e polos de tecnologia de informação, o home office já vem sendo adotado; nas fábricas e plantas, todos os procedimentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estão sendo colocados em prática, com procedimentos extras recomendados pelo médico sanitarista que assessora a empresa.

"Não vamos expor alguém ao risco. Não vamos fazer nada que não esteja exatamente dentro da margem de segurança que deve ser adotada nesse momento", disse Gularte, destacando que, ao menos neste momento, a Marfrig ainda não vê anormalidades em suas operações por causa do coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho no exterior

A Marfrig possui operações na América do Norte, com unidades de abate e processamento nos Estados Unidos, e na América do Sul, com plantas espalhadas pelo Brasil, Argentina e Uruguai.

Ao todo, a receita líquida da companhia chegou a R$ 14,2 bilhões no quarto trimestre de 2019, uma alta de 36,1% na base anual — os Estados Unidos responderam por 61% dessa cifra; em sequência, apareceram China e Hong Kong (14%) e Brasil (10%).

Participação de cada mercado na receita total da Marfrig, de acordo com o relatório de resultados da companhia no quarto trimestre de 2019

Tais números mostram a importância dos mercados internacionais para a Marfrig — e, segundo Gularte, as exportações estão indo bem, inclusive para a China, que sofreu com o surto da doença já nos primeiros meses de 2020 e já começa a se estabilizar. E o dólar mais alto é um impulso adicional para a empresa.

"Quando a China colapsou por causa do coronavírus, nos voltamos para outros mercados alternativos", disse o executivo, citando um envio maior de produtos ao Oriente Médio, de modo a impedir que a crise no país asiático impactasse as operações da companhia com muita intensidade .

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir de fevereiro, no entanto, começaram a surgir os primeiros sinais de reaquecimento na demanda da China, com uma recuperação gradual dos preços para a exportação ao país — um movimento que já foi capturado pela Marfrig, que fez "negócios a preços interessantes" na última semana, de acordo com Gularte.

Ao todo, a Marfrig possui 13 plantas aprovadas na América do Sul para vender à China, sendo sete no Brasil, quatro no Uruguai e duas na Argentina — é o frigorífico com o maior número de unidades autorizadas para comercializar diretamente aos chineses, o que dá uma vantagem competitiva no front das exportações.

O reaquecimento da demanda pela China já é perceptível para a empresa: o executivo diz que, em fevereiro, a participação da empresa nas exportações ao país asiático cresceu de 19% para 30%.

"Estamos muito bem preparados para essa etapa nova, de retomada da China" — Miguel Gularte, diretor-presidente da Marfrig

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Preparação

Do ponto de vista financeiro, a Marfrig encerrou 2019 com uma dívida líquida de US$ 3,3 bilhões, representando um aumento de 28% em relação ao nível visto em setembro.

Apesar disso, a alavancagem da companhia — isto é, a relação entre o endividamento líquido e o Ebitda ajustado nos últimos 12 meses — segue em níveis relativamente comportados, em 2,74 vezes.

Em termos de liquidez, a Marfrig contava com uma posição de caixa e aplicações de US$ 2,08 bilhões ao fim do ano passado — uma cifra muito superior aos compromissos com vencimento ainda neste ano, de US$ 1,14 bilhão, e que dá tranquilidade para a empresa enfrentar eventuais turbulências neste ano, de acordo com Gularte.

Cronograma de pagamento de dívidas da Marfrig, comparado à atual posição de caixa da companhia

Vale lembrar, ainda, que a Marfrig concluiu uma oferta subsequente de ações em dezembro, movimentando R$ 3 bilhões — desse montante, cerca de R$ 900 milhões foi para o caixa da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com a situação financeira sob controle, Gularte ressalta que a Marfrig está atenta aos desdobramentos da crise do coronavírus, buscando se posicionar da maneira mais eficiente.

Boa parte da produção está voltada para a exportação, de modo a aproveitar as melhores condições de demanda e o dólar forte, mas sem descuidar do mercado doméstico num momento tão crítico. "É um momento difícil? É. Mas eu diria que estamos muito bem preparados em todos os aspectos".

A nova organização da Marfrig

Quanto à reorganização administrativa, Gularte explica que, no passado, a Marfrig estabeleceu uma holding para facilitar a compra e venda de outras empresas. No entanto, uma vez finalizada essa etapa — a empresa não tem novas aquisições no horizonte —, não fazia mais sentido manter essa estrutura.

Ter uma holding, afinal, implicava numa menor eficiência nos custos e processos — ao todo, as despesas associadas a esse arranjo estavam em torno de R$ 63 milhões anuais, de acordo com o executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tirando a divisão dos Estados Unidos, nós temos uma organização semelhante à da Minerva, mas tínhamos uma estrutura, com a holding, mais pesada que a deles", diz Gularte. "É um mercado em que a competitividade de custos sempre é muito exigida".

É hora de comprar?

Na bolsa, as ações ON da Marfrig (MRFG3) não conseguiram escapar da forte aversão ao risco que atingiu os mercados globais por causa do surto de coronavírus: desde o começo de 2020, os papéis acumulam baixa de 28,61%.

São perdas relevantes, mas que não apagam os ganhos contabilizados ao longo do ano passado, quando as ações da companhia dispararam mais de 82%. E, apesar da baixa vista em 2020, os ativos da Marfrig ainda vão bem melhor que o Ibovespa — o principal índice da bolsa brasileira despenca 42% neste ano.

Boa parte desse desempenho 'resiliente' se deve às perspectivas para o setor de proteína animal, conforme destaca o BTG Pactual. Em relatório, os analistas Thiago Duarte e Henrique Brustolin ponderam que, em meio às incertezas globais, o segmento é um dos poucos que consegue fornecer alguma previsibilidade, dada a sustentabilidade da demanda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não só o setor se beneficia do real mais fraco, com pelo menos 50% das receitas vindo do exterior, mas também a maior parte das empresas fez um bom trabalho na redução da alavancagem e melhora de liquidez nos últimos trimestres", escrevem os analistas.

Atualmente, o BTG possui recomendação neutra para as ações da Marfrig, com preço-alvo de R$ 11,00 — um potencial de alta de 54% em relação à cotação de fechamento da última sexta-feira (20), de R$ 7,11.

Quanto às expectativas para o primeiro trimestre de 2020, Gularte não passou nenhum tipo de projeção oficial, limitando-se a dizer que, historicamente, as indústrias frigoríficas brasileiras costumam ter um início de ano mais fraco, recuperando-se nos meses seguintes.

Mas, apesar do surto global de coronavírus, ele mostra confiança no desempenho da Marfrig:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mesmo com esse primeiro trimestre desafiador... So far, so good"

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INDICADORES MAIS SAUDÁVEIS

Hypera (HYPE3) faz check-up financeiro e lidera ganhos do Ibovespa — ‘Ozempic genérico’ pode dar ainda mais vida às ações

29 de abril de 2026 - 13:34

Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre

CARRINHO A CARRINHO

A fidelidade dos clientes é disputada a tapa entre Mercado Livre, Renner e Shopee: veja onde a disputa é mais intensa, segundo relatório do BTG

29 de abril de 2026 - 12:57

Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.

COM A PALAVRA, O CEO

Santander (SANB11) decepciona no 1T26, mas CEO banca: “pagar mais imposto é bom sinal” — e mantém ROE de 20% na mira

29 de abril de 2026 - 12:01

Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco

RESULTADO MAIS FRACO

Decepcionou? WEG (WEGE3) lucra R$ 1,45 bilhão no 1T26, recuo de 5,7% no ano; veja quando o crescimento deve voltar

29 de abril de 2026 - 10:10

A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico

QUEM SERÃO OS NOVOS LÍDERES

Braskem (BRKM5) recebe indicações da Novonor e Petrobras (PETR4) para conselho, incluindo Magda Chambriard; veja os nomes

29 de abril de 2026 - 9:04

A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem

RESULTADO

Santander Brasil (SANB11) frustrou no 1T26? Lucro encolhe e ROE tomba além do esperado. Entenda o que explica o resultado

29 de abril de 2026 - 6:29

Em meio a um início de ano mais fraco, lucro vem abaixo do esperado e rentabilidade perde fôlego no início de 2026; veja os destaques do balanço

O TREM PASSOU

Rumo (RAIL3) coloca R$ 201 milhões nos trilhos dos dividendos; veja se você está na rota desse pagamento

28 de abril de 2026 - 20:28

Para quem carrega os papéis da companhia na carteira, o valor se traduz em cerca de R$ 0,108 por ação ordinária

BALANÇO

Vale (VALE3) tem lucro líquido de US$ 1,893 bilhão no 1T26, e metais básicos ganham espaço no resultado; confira os números da mineradora

28 de abril de 2026 - 19:59

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas de alta em resultado anual, mas queda referente ao 4T25

SEM MÁGICA FINANCEIRA

Sabesp (SBSP3) fatia a pizza: desdobramento de 1 para 5 é aprovado; saiba o que muda agora

28 de abril de 2026 - 19:53

Na prática, o investidor que terminou o pregão desta terça-feira (28) com um papel da Sabesp na carteira acordará com cinco ações

FOCO EM ESG

Não é europeu: o maior fundo de reflorestamento é focado na América Latina e captou R$ 6,2 bilhões com participação da Vale (VALE3) e BNDES

28 de abril de 2026 - 15:15

Fundo quer conservar e reflorestar 270 mil hectares na América Latina com investidores de peso; gestora também estima aumento na geração de empregos

POR TRÁS DO GRÁFICO

Brava Energia (BRAV3) sai como vencedora de acordo milionário com Petrobras (PETR4), mas ação cai. Por que o mercado torce o nariz?

28 de abril de 2026 - 14:25

Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores

RESULTADO EMAGRECEU

Assaí (ASAI3) tem lucro 47% menor no 1T26, com queda no preço de arroz e feijão e canetas emagrecedoras; o que fazer com as ações agora?

28 de abril de 2026 - 11:45

Os resultados mostram que o cenário de consumo ainda está frágil, com juros altos e endividamento das famílias

TERMÔMETRO DO BALANÇO

Santander (SANB11) vai testar paciência do investidor? Banco dá a largada dos balanços do 1T26; descubra o que esperar do resultado

28 de abril de 2026 - 11:33

Mercado espera resultado mais fraco, com foco nos sinais de evolução da inadimplência e da qualidade de ativos. Veja o que dizem os analistas

Conteúdo BTG Pactual

BTG Pactual fortalece atuação no agro durante Agrishow 2026; confira

28 de abril de 2026 - 11:00

Com foco em crédito e soluções financeiras para investimentos em estrutura e maquinário, o BTG Pactual se posiciona como banco parceiro na Agrishow 2026

BALANÇO

Lucro da Gerdau (GGBR4) salta para R$ 1 bilhão no 1T26, enquanto guerra já começa a pesar na conta. O que fazer com as ações agora?

28 de abril de 2026 - 10:13

Companhia entrega balanço robusto em meio a cenário global mais apertado para o aço; veja os principais destaques do resultado e o que dizem os analistas

PROJEÇÕES REVISADAS

O minério de ferro vai dar uma trégua? A aposta do mercado para os números da Vale (VALE3) no primeiro trimestre de 2026

28 de abril de 2026 - 6:59

Mesmo com queda trimestral esperada, projeções indicam Ebitda acima de US$ 4 bilhões, impulsionado por metais básicos

O BRILHO DO AÇO

Gerdau (GGBR4) decide abrir o cofre e distribuir R$ 354 milhões em dividendos; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) recomprará ações

27 de abril de 2026 - 19:57

A Metalúrgica Gerdau também anunciou nesta segunda-feira (27) o repasse de R$ 105,9 milhões (R$ 0,08 por ação) aos acionistas, com pagamento agendado para o dia 10 de junho

PIZZA FATIADA

O ‘milagre’ da multiplicação na Sabesp (SBSP3): uma ação pode virar cinco; entenda se o acionista ganha mais com isso 

27 de abril de 2026 - 19:44

A empresa de saneamento de São Paulo vota nesta terça-feira (28) o desdobramento de seus papéis, e o Seu Dinheiro conta como funciona o ajuste de preço, as datas de corte e o impacto para quem já tem SBSP3 na carteira

TCHAU, SÓCIOS

A estratégia da Petrobras para dominar o pré-sal de Jubarte por quase US$ 1 bilhão

27 de abril de 2026 - 19:06

Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras

TEM MAIS PELA FRENTE?

O ‘apagão chinês’ que está forjando a virada da Usiminas (USIM5) — ação ainda pode saltar 30%

27 de abril de 2026 - 17:13

Para analistas do UBS BB, tarifas antidumping contra a China e preços mais altos podem destravar valor para USIM5; Morgan Stanley está menos otimista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia