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2020-03-17T07:32:42-03:00
Kaype Abreu
Kaype Abreu
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.
na bolsa

Com desvalorização de mais de 20% na bolsa, Marfrig e Cosan promovem recompra de ações

Comprar as próprias ações acontece quando o conselho da companhia acredita que os papéis estão muito baratos – o que tem acontecido com muitas das empresas desde o início do ano

17 de março de 2020
7:30 - atualizado às 7:32
Frigorífico Marfrig JBS BRF carne
Imagem: Shutterstock

Com a bolsa derretendo desde o início do ano, empresas seguem anunciando a recompra das próprias ações. Há pouco, a Marfrig comunicou um programa de recompra. Na segunda-feira (16), a Cosan também divulgou a medida.

A Marfrig informou que pode recomprar até 5,9 milhões de ações, correspondentes a 0,83% do total de papéis. O prazo para operação é de 18 meses - ou seja 16 de setembro de 2021.

A desvalorização das ações da processadora de alimentos (MRFG3) é da ordem de 23% neste ano. Ontem, fecharam cotadas a R$ 7,56. Já os papéis da Cosan (CSAN3) tem recuo de 29%, a R$48,30.

Para a Cosan, serão até 10 milhões de ações no programa de recompra - 2,54% do total de papéis da empresa. O prazo para operação é 15 de setembro de 2021. A empresa tem 135 milhões de ações em circulação.

A desvalorização em massa das ações negociadas na bolsa de valores tem feito as empresas anunciarem programa de recompra em série. Comprar as próprias ações acontece quando o conselho da companhia acredita que os papéis estão muito baratos.

Desde terça-feira (10), também anunciaram recompra empresas como Banco Inter, Sinqia , Cyrela Commercial Properties e Renner.

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