O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de amargar uma recuperação judicial, empresa centenária de equipamentos fotográficos tem alta histórica e recupera valor de seis anos atrás; saiba por quê
O quão bem uma empresa pode ficar na foto? A imagem desta quarta-feira (29) da centenária Kodak é excelente: as ações têm alta histórica - os investidores parecem ter a nítida convicção de que o filme da empresa será dos melhores.
Os papéis da companhia de equipamentos fotográficos fechou hoje em alta de 318%, mas eles já haviam se valorizado 203% ontem. Hoje, as ações terminaram o dia negociadas a US$ 33,20 na bolsa de Nova York - na sexta-feira (24), os mesmos papéis valiam US$ 2,10.
Ou seja, a alta entre o fechamento do pregão de sexta e a tarde desta quarta-feira é de 1.480%.
O que explica tamanho otimismo com a empresa? A Kodak amargou nesta década uma derrocada com o avanço da tecnologia, que tornou o acesso a câmeras mais democrático e o processo de produção de uma fotografia muito mais barato.
Em 2011, a empresa até entrou com pedido de recuperação judicial. Mas o processo nos EUA tem muito mais chance de ser bem-sucedido do que no Brasil, por exemplo - não significa praticamente uma sentença de falência.
A companhia conseguiu, em parte, contornar a crise em dois anos. Mas as perspectivas continuavam não sendo das melhores: o investidor percebeu, e a ação que valia US$ 37,20 em 2014 chegou a US$ 1,55 em março deste ano.
Leia Também
Então, se hoje os papéis estão na faixa dos US$ 30 é como se a Kodak tivesse recuperado a moral que um dia teve com o mercado financeiro. Só que agora a história da companhia promete ser outra - como uma troca de ISO demandada pelo ambiente.
A Kodak vai receber um empréstimo de US$ 765 milhões do governo americano para produzir matérias-primas farmacêuticas. Embora o objetivo pareça em um primeiro momento distante da atividade da empresa, há evidentemente um histórico da companhia com materiais químicos.
A estrutura atual da companhia já possibilitaria produzir os ingredientes usados na fabricação de medicamentos genéricos, como demandado pelo governo americano. Os Estados Unidos querem ser menos dependentes de outros países em situações críticas de saúde.
"Nunca mais queremos confiar em remessas da China ou de outros lugares para obter suprimentos médicos que salvam vidas", disse o governador de Nova York, Andrew Cuomo, em comunicado.
Segundo o governo Trump, o acordo é feito pela lei de defesa da produção, de 1950, que concede ao Estado mais controle da produção industrial em tempos de emergência. Já foram usados os mesmos poderes para exigir que a Ford começasse a fabricar respiradores e máscaras e que a General Motors produza ventiladores.
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes