🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Rafael Lara

Rafael Lara

Estudante de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo. Trabalhou em empresas como: TV Gazeta, Suno Research e Portal iG.

Levanta, sacode a poeira

O IPO mais improvável de 2020: cinco fatos sobre a oferta de ações do Airbnb

Com uma possível segunda onda de Covid-19 a caminho, o Airbnb conseguirá segurar seus resultados e ter uma boa estreia na Bolsa?

Rafael Lara
Rafael Lara
21 de novembro de 2020
7:01 - atualizado às 16:02
Celular acessa o Airbnb
Airbnb - Imagem: Shutterstock

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Essa poderia ser a trilha sonora do Airbnb em 2020. Após um ano cinzento e doloroso, a empresa de compartilhamento de hospedagem surpreendeu o mercado ao anunciar que pretende levantar US$ 1 bilhão (R$ 5,37 bilhões, no câmbio de sexta-feira) em oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Após ser duramente afetada no período de quarentena, a plataforma apresentou publicamente seu prospecto à Securities and Exchange Comission (SEC) em 16 de novembro. Além disso, divulgou seus números mostrando como a empresa aguentou a porrada da pandemia, coisa que muitos duvidavam.

“Quando as fronteiras foram fechadas e as viagens pararam, nosso negócio diminuiu em quase 80%… Não acho que muitas pessoas esperavam que abríssemos o capital este ano. Eu sei que algumas pessoas questionaram se conseguiríamos”, escreveu Brian Chesky, co-fundador e presidente-executivo do Airbnb.

A empresa apresentou um resultado surpreendente, registrou um lucro de US$ 219 milhões no terceiro trimestre, por conta de dois fatores: a recuperação parcial de seus negócios e, principalmente, os cortes de custos agressivos na primavera dos EUA.

A receita da companhia no terceiro trimestre foi a segunda maior de todos os tempos, batendo US$ 1,34 bilhão. Contudo, vale lembrar que a companhia perdeu mais dinheiro nos primeiros nove meses de 2020 do que em 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o The Wall Street Journal, o Airbnb deve ser avaliado em US$ 30 bilhões em sua oferta. A cifra ainda pode ser atualizada, contudo, a expectativa bilionária mostra uma gigantesca ambição de seu IPO.

Leia Também

O serviço de hospedagem deve ser listado na Nasdaq com o ticker "ABNB". A estreia deve ser liderada pelo Morgan Stanley e Goldman Sachs, além de outros 30 subscritores.

Confira o que a Airbnb também divulgou em seu pedido de IPO.

1 - Pandemia ainda gera dúvidas

O resultado foi acima da expectativa, mas ainda está muito lento. Por exemplo, a receita no quarto trimestre de 2019 foi de US$ 1,1 bilhão, já no primeiro trimestre de 2020 caiu para US$ 841,4 milhões e no segundo trimestre desabou para US$ 334,8 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A recuperação veio nas vendas durante o verão dos EUA, por conta da suspensão a restrições de viagens e abrigos nos locais, possibilitando que pessoas pudessem procurar novos lugares, nem que fosse para fazer home-office viajando. Com isso, a receita saltou de US$ 334,8 milhões no segundo trimestre para US$ 1,34 bilhão no terceiro.

De modo geral, é correto afirmar que a empresa ainda sente o efeito geral da pandemia. De janeiro ao fim de setembro deste ano, a receita do Airbnb caiu 32% no comparativo anual, batendo "apenas" US$ 2,5 bilhões.

Já seu valor bruto de reservas, em dólares, foi de US$ 18 bilhões nos primeiros nove meses deste ano. Em relação ao ano passado, isso representa uma queda de 39% em comparação a 2019, quando teve US$ 38 bilhões em reservas anuais brutas.

Em seu documento, o Airbnb afirma que "ainda não está claro qual impacto financeiro a severa redução de viagens que ocorre durante a pandemia COVID-19 terá sobre esses indivíduos ou se eles serão capazes de manter suas casas ou operar seus negócios quando as viagens forem retomadas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com uma possível segunda onda de Covid-19 a caminho, como o Airbnb irá segurar seus resultados?

2 - A volta dos que não foram

O Airbnb afirmou que seu retorno do terceiro trimestre ocorreu graças à volta das viagens curtas e viagens domésticas, assim como estadias de longa duração.

Parecia que a companhia gostaria de esfregar na cara de seus concorrentes o seu retorno inesperado. A palavra "resiliente" está por todo o documento da empresa. Além disso, o Airbnb afirmou que as viagens de curta distância em um raio de 50 milhas de casa continuaram fortes mesmo em abril, quando houve o auge dos bloqueios.

A categoria que mais cresceu ano passado, de acordo com a empresa, foi a estadia de longa duração (pelo menos 28 dias), bem como as viagens para fora das 20 principais cidades de 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a empresa, suas ofertas podem ser um pouco melhores para viagens do que outras alternativas. “As diretrizes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA listaram casas compartilhadas com membros da mesma família como mais seguras do que hotéis durante a pandemia, o que apoia o caminho os hóspedes viajam em nossa plataforma”, afirma a companhia.

Enquanto a receita da Airbnb teve uma queda de 32% na comparação anual do terceiro trimestre, seus concorrentes apresentaram prejuízos bem piores. A Expedia teve uma queda de 58% e a receita da Booking Holdings caiu 48%.

3 - CEO poderoso e a tática Musk

A estrutura de ações do Airbnb tem o que é a condição preferida dos fundadores de companhias de tecnologia: a permissão do máximo de controle possível da empresa, mesmo após a abertura de capital e a possível adição de mais classes de ações. A companhia planeja ter quatro classes de ações:

  • Classe A tem um único voto;
  • Classe B tem 20 votos;
  • Classe C (que não deve ser emitida agora, de acordo com a empresa) tem zero votos
  • E uma "classe H" especial de ações sem direito a voto, visando o "Host Endowment Fund", uma entidade que a companhia está estabelecendo para recompensar seus anfitriões da plataforma.

O CEO da Airbnb, Brian Chesky, possui 15,3% do poder de voto. Já os co-fundadores Joe Gebbia e Nate Blecharczky detém 14,2% cada. Entre os fundos que investiram na companhia antes do IPO, a Sequoia Capital detém 16,5% do poder de voto, a Founders Fund tem 5,4% e a DST Global, 2,3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na tática da empresa, a porcentagem de Chesky tende a crescer. Ele é o executivo mais mal pago da diretoria do Airbnb — em 2019, recebia um salário de US$ 110 mil e, em 2020, recebeu US$ 1 (sim, um único dólar). A lógica permite que Chesky, por outro lado, colha enormes recompensas em ações baseadas no desempenho do Airbnb como empresa pública.

Para se ter uma noção, a Airbnb espera dar a ele um prêmio de capital de 10 anos que consiste em 12 milhões de unidades de ações restritas, o recompensando generosamente caso o preço das ações da companhia superem alguns obstáculos.

É um plano parecido com o do CEO e fundador da Tesla, Elon Musk, que atualmente é o terceiro homem mais rico do mundo.

Em seu prospecto, a companhia afirma: “Sob a liderança do Sr. Chesky na última década, as receitas da empresa cresceram para US$ 4,8 bilhões em 2019, e o conselho de administração acredita que é importante continuar a reter e motivar o Sr. Chesky a liderar a empresa na próxima década com base sobre este histórico de desempenho excepcional.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

4 - As polêmicas

Quando planejava para fazer o IPO antes da pandemia, o Airbnb se preocupava com problemas de regulamentação e má publicidade. Isso continua persistindo na empresa.

Anfitriões da empresa foram acusados de elevar os preços das casas em certos lugares ou contribuir para o chamado "super turismo", prática que consiste no congestionamento de turistas em determinados locais.

O Airbnb tem enfrentado tentativas de decretar proibições ou restrições, como limitar a duração das estadias em uma reserva, além das tentativas de regulamentação por parte das empresas hoteleiras. A companhia divulgou em seu prospecto que esses fatores podem acabar afetando negativamente seus negócios.

Além disso, festas em propriedades reservadas geram destruição e até morte. Em uma festa de Halloween em um Airbnb na Califórnia, em 2019, cinco pessoas morreram, o que obrigou a companhia a proibir o aluguel de casas para festas. Em 2020, em meio à pandemia e relatos de pessoas que alugaram Airbnbs para reuniões, a companhia proibiu festas e limitou a ocupação de casas a 16 pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No prospecto do IPO, a empresa afirmou: "as ações de anfitriões, convidados e outros terceiros resultaram e podem resultar em fatalidades, lesões, outros danos corporais, fraude, invasão de privacidade, danos à propriedade, discriminação, danos à marca e à reputação, que criaram e podem continuar a criar responsabilidades legais potenciais ou outras responsabilidades substanciais para nós".

5 - Discriminação na plataforma

A tolerância à discriminação no Airbnb poderia ser uma bomba para a empresa que depende de pessoas para viajar e movimentar seu negócio. Em 2017, a companhia teve que banir hosts por serem racistas e a hashtag "AirbnbWhileBlack", que critica a empresa por atitudes racistas, ficou popular há alguns anos.

Em seu prospecto, a empresa pontuou que, desde 2016, retirou cerca de 1,4 milhão de pessoas de sua plataforma por se recusarem a concordar à sua política de não discriminação. “Assim como a discriminação existe na sociedade, ela existe na comunidade do Airbnb e estamos empenhados em combatê-la”, afirmou a companhia.

O Airbnb se viu na necessidade de tomar mais atitudes. Criou uma equipe antidiscriminação e alterou o processo de reserva para que os anfitriões possam ver o rosto do hóspede apenas após a reserva ser concluída.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em julho deste ano, a empresa revelou o Projeto Farol, que medirá a "discriminação no Airbnb com base na percepção" em uma parceria com a Color of Change, organização nacional de justiça racial que atua de forma digital. A Airbnb afirmou que usaria as descobertas do projeto para desenhar seus produtos e estabelecer políticas contra a discriminação.

*Com informações de Wall Street Journal, MarketWatch e Financial Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ACABOU A COLHEITA?

Boa Safra (SOJA3) na berlinda? Itaú BBA rebaixa ação e corta preço-alvo. Descubra o que fazer com a ação agora

19 de janeiro de 2026 - 17:25

Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente

VISÃO DOS EXECUTIVOS

Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Renner (LRNE3), Smart Fit (SMFT3) e mais: no que os CEOs das grandes varejistas estão apostando para 2026?

19 de janeiro de 2026 - 16:40

Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026

DEJÁ-VU

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): depois de um “não”, acionista aliado de Rafael Ferri insiste e pede uma nova Assembleia

19 de janeiro de 2026 - 15:10

O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada

FIM DA LINHA

Após 54 anos, orelhões vão deixar de fazer parte da paisagem urbana 

19 de janeiro de 2026 - 14:55

Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos

TRABALHO OU LAZER?

O dinheiro mais fácil do mundo? Gigante aeronáutica paga R$ 160 por hora para pessoas ‘brincarem de escorregador’

19 de janeiro de 2026 - 14:35

Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança

VAI PINGAR NA CONTA?

Mais motivos para comprar ações do IRB (Re)? Citi aposta na volta dos dividendos e eleva preço-alvo de IRBR3

19 de janeiro de 2026 - 13:58

Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora

ENTENDA

Fôlego para a Oi: Justiça estica prazo de proteção contra dívidas extraconcursais, enquanto ação está fora da B3

19 de janeiro de 2026 - 12:40

Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa

NO TOPO

Por que a Rede D’Or virou a favorita do BTG? Os motivos para comprar as ações RDOR3 agora

19 de janeiro de 2026 - 11:33

Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações

AS PREFERIDAS

Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3): Top picks do BTG para lucros de até 44% no setor de óleo e gás

18 de janeiro de 2026 - 15:30

Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa

NO SHAPE

SmartFit (SMFT3) vai além e levanta R$ 364,5 milhões em aumento de capital — e ainda dá para participar da subscrição das sobras

17 de janeiro de 2026 - 14:27

O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações

PRÉVIA OPERACIONAL

Eztec (EZTC3) dá salto de quase 200% nos lançamentos e vê vendas crescerem no 4T25, mas números não empolgam o Citi

17 de janeiro de 2026 - 13:02

Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”

COMPRA OU VENDA?

O caminho para a desalavancagem da CSN (CSNA3): os riscos e as vantagens do plano para reduzir as dívidas em até R$ 18 bilhões

16 de janeiro de 2026 - 18:32

Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida

A ESCOLHIDA

Ultrapar (UGPA3) é uma das ‘top pick’ do BTG para o setor de óleo e gás; o que pode fazer a ação dar quase 43% de lucro?

16 de janeiro de 2026 - 17:18

A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos

PEDIDO CHEGA VOANDO

É o fim dos motoboys? Entrega por drones já é realidade nos EUA — e no Brasil também já está acontecendo

16 de janeiro de 2026 - 16:14

Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos

QUAL A QUERIDINHA AGORA

Petrobras (PETR4) sob pressão, com Irã, Venezuela e eleições; veja qual a ação preferida do BTG, UBS e outros para investir no setor de petróleo

16 de janeiro de 2026 - 15:47

Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora

MUDANDO A ROTA

CVC (CVCB3) troca de CEO e dá início a uma nova fase na empresa; conheça o novo executivo

16 de janeiro de 2026 - 10:37

Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão

SARRAFO ALTO

Petrobras (PETR4) supera meta de produção em 2025; pré-sal e eficiência operacional são as chaves do recorde anual

15 de janeiro de 2026 - 21:01

A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.

CAPITALIZAÇÃO ADIADA

Investigação de Tanure no caso Master leva Alliança Saúde (AARL3) a adiar aumento de capital; empresário se defende

15 de janeiro de 2026 - 20:34

A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira

ESTIMATIVAS ATUALIZADAS

C&A (CEAB3): Citi vê desaquecimento no setor de vestuário e corta preço-alvo em R$ 4; saiba se ainda vale a pena comprar os papéis

15 de janeiro de 2026 - 19:42

Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano

PERDEU FÔLEGO?

Porto Seguro (PSSA3): após alta de 70% em 2 anos, UBS BB revela se ainda há espaço para a ação avançar

15 de janeiro de 2026 - 18:03

O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar