🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

entrevista

Venda digital avança, mas não compensa lojas fechadas na crise, diz VP da Marisa

Em entrevista, Adalberto Pereira Santos fala sobre a operação durante a crise, conta como está o processo de virada da empresa para online e revela perspectivas da varejista de moda para os próximos meses

Kaype Abreu
Kaype Abreu
16 de junho de 2020
6:02 - atualizado às 19:39
Adalberto Pereira dos Santos, da Marisa - Imagem: Divulgação / Marisa

Com o comércio fechado por causa da pandemia do coronavírus, as vendas pelos canais digitais das varejistas explodiram desde março. Foi o que aconteceu com a rede de moda Marisa, que dobrou a receita com as operações pela internet e aplicativo e pelo modelo "clique e retire" – na qual o cliente faz a compra online e pega o produto na loja.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas os números do digital ainda não são suficientes para fazer frente às perdas de receitas na rede de lojas físicas, segundo Adalberto Pereira Santos, vice-presidente financeiro, administrativo e diretor de relações com investidores da companhia.

“Você não consegue compensar a venda de lojas físicas. Nós estamos falando uma operação de e-commerce levemente acima de 6% [do total de vendas]”, afirmou o executivo, em entrevista ao Seu Dinheiro.

Santos conta que a pandemia pegou a Marisa em um momento de virada para o digital — processo que resultou em sucessivos prejuízos para a empresa. Segundo ele, a varejista é a mais preparada do segmento de moda para a crise.

"O e-commerce cresce a duplo dígito desde o ano passado em todos os trimestres e continua assim. A operação digital, que contempla não só o e-commerce, mas o 'clique e retire', cresce mais de 100% no período", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Marisa informa ter 184 lojas abertas até o momento (são cerca de 350 no total) e o diretor se diz otimista por causa do desempenho dos estabelecimentos após o afrouxamento da quarentena.

Leia Também

Soma-se ainda o ânimo com o hotsite de lingerie que a empresa lançou às vésperas do Dia dos Namorados (roupas íntimas é a segunda categoria mais importante para a varejista).

A perspectiva da empresa está em linha com as expectativas dos analistas de mercado: cinco entre seis instituições recomendam a compra da ação (AMAR3) — que subiu quase 50% no último mês, depois de ter apanhando com o início da pandemia.

Em meio à crise, a Marisa lançou ainda uma plataforma de vendas por comissão, o "Sou sócia". Em tese, qualquer adulto com uma conta bancária pode ganhar 5% sobre o total de vendas mensais que conseguir realizar. "É um programa que vai de encontro a essa momento mais difícil, em que você tem pessoas desempregadas", conta o diretor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A seguir, os principais trechos da entrevista, na qual ele fala sobre os desafios iniciais da crise, os prejuízos recentes no balanço e as perspectivas para a empresa em várias frentes.

Quais mudanças a Marisa percebeu desde o início da crise, do lado do consumidor e do lado da empresa?

Do lado da Marisa, de certa forma fomos reconhecidos por uma estratégia que teve início lá atrás, quando a companhia definiu o canal digital como sendo uma das principais iniciativas. Ao final de 2018, nós implementamos uma nova plataforma — até então operávamos com uma desenvolvida nos idos de 1980. Foi o primeiro canal digital no Brasil. A covid pega a Marisa provavelmente como a varejista de moda mais desenvolvida de omnicanalidade [com atuação em diversos canais] do mercado. Já era a maior participação do e-commerce do segmento e isso está nos beneficiando agora. 

Você pode adiantar números de desde o último balanço que refletem esse desempenho? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Posso dizer que o e-commerce cresce duplo dígito desde o ano passado em todos os trimestres e continua assim. A operação digital, que contempla não só o e-commerce, mas a operação "clique e retire" — que apesar em que o cliente busca na loja, nasce no meio digital — cresce mais de 100%. 

Recentemente, o CEO da companhia falou de outras iniciativas que estavam para ser lançadas. Quais seriam?

Tem o nosso app, que será um app integrado e deve ser lançado nos próximos dias. Facilitar a navegabilidade no nosso site é mais uma iniciativa em andamento, além da expansão do omnicanalidade. A gente tem uma projeção de 180 lojas ao final de junho em que teremos a operação Ship From Store [atendimento que transforma loja física em um ponto de distribuição com estoque local] e click and collect [compra pela internet e retirada na loja] também.

A Marisa anunciou o Sou Sócia recentemente. Em que pé está a iniciativa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O "Sou Sócia" é um programa que acontece nesse momento mais difícil, em que você tem mais pessoas desempregadas. Está sendo desenvolvido ainda, mas desde 20 de maio são 7 mil inscritos. É um programa interessante porque acaba gerando uma atividade e uma renda para as participantes em um momento difícil.

Qual foi o impacto da crise para a Marisa?

Houve o impacto de ter 100% da rede fechada no operação. Embora a empresa seja a mais penetrada do segmento no e-commerce, é ainda uma fatia pequena das vendas. Você não consegue compensar a venda de loja com operação de e-commerce. Nós estamos falando uma operação de e-commerce levemente acima de 6% [das vendas]. Impossível você conseguir fazer essa compensação.

E a maior dificuldade?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que mais chamou a atenção foi a imprevisibilidade. Fechamos, temos que preservar a saúde das pessoas e da empresa, mas durante quanto tempo? Como vai ser a retomada? Esse foi o momento mais angustiante. Mas acho que cada vez a gente se sente mais confiante vendo o processo de retomada mais positivo do que esperávamos nas lojas abertas.

A Marisa teve um prejuízo de R$ 107,1 milhões no primeiro trimestre. Com a crise, a última linha do balanço não vai piorar?

A empresa não vinha em regime, mas em processo de finalização de turnaround, de recuperação. Ela sofre um pouco mais por estar em um processo de reconstrução de resultado. Por outro lado, tem vantagem de ser um empresa muito mais ágil e que vinha ganhando mercado rapidamente: crescimento mês a mês acelerando, 16% acima em março, no total do trimestre acima de 10%.

E os números do primeiro trimestre?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano passado a Marisa teve dois efeitos não recorrentes que afetaram positivamente o resultado [reversão de IFRS e uma recuperação fiscal]. Além disso, a Marisa estava trabalhando com um preço um pouco mais baixo para acelerar em conquista de mercado. E isso se traduzia em margens menores e nesse prejuízo. A margem vinha sendo recomposta gradativamente. Você vai recuperando mercado, vai aumentando volume e vai ganhando musculatura para fazer essa recomposição de margem. Era essa estratégia e deve continuar sendo nos próximos trimestre. 

O quanto a economia real pode afetar as projeções?

Podemos fazer ajustes adicionais. Acho que a crise é propícia para pensar algumas despesas, como a do home office. Nós já definimos que várias áreas da nossa empresa vão passar a trabalhar em home office parcial. Isso é uma alavanca de despesa, mas também de qualidade de vida. No pós-pandemia, os mercados podem se retrair um pouco, mas não vão desaparecer. Vai ser um momento de rearranjo de market share [parcela do mercado] e a Marisa está preparada para avançar sobre operações mais frágeis.

O mercado financeiro vê da mesma forma?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acho que os investidores que nos acompanham de perto confiam no que está sendo feito e tentam antecipar esse movimento. Nós temos cobertura de seis analistas — cinco dão opção de compra. Todas com preço bem acima do valor de hoje. Os analistas veem isso e os investidores também, principalmente no pós-follow on [a empresa levantou R$ 515,6 milhões em dezembro passado]. A Marisa tinha 25% de free float. No follow on isso aumenta para 42% e o float diário que era de cerca de 4 milhões — ou seja, de baixa liquidez — passa para 40 milhões por dia.

Vocês usaram a Medida Provisória que trata da redução de jornada?

Com certeza. Cada área da empresa teve um tipo de mecanismo aplicado. Foi bastante importante para o período em que estávamos com todas as lojas fechadas, porque você tem zero de faturamento — tem recebimento da sua carteira de recebíveis. O ideal é que você traga sua despesa recorrente para o nível mais baixo possível. Isso foi feito a partir do uso da MP para a parte de remuneração, foi feito a partir de renegociações dos contratos de alugueis e renegociações de todos os outros contratos da companhia. 

Demissões estão descartadas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acho que sim. A companhia tem um dos pilares a questão de proteção às pessoas. A empresa de varejo tem um turnover natural. Você administra isso dentro da dinâmica do negócio, não tem previsão de cortes. 

Que tipo de legado a crise vai deixar?

Acho que a consolidação dos canais digitais, não só os canais de venda, mas todos os canais de relacionamento com o cliente é algo que veio para ficar. Uma aproximação maior com a cliente, para vender, facilitar recebimento, fazer uma pesquisa sobre um determinado produto... A questão do home office também.

Alguma mudança em relação aos produtos vendidos?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Temos avançado muito em acessórios. Nós estamos constantemente avaliando possibilidades de novas categorias em nossas lojas. Acho que isso faz parte da dinâmica do negócios.

Pós-crise é um período também marcado por fusões e aquisições. Algo nesse sentido no horizonte?

No momento não. Estamos bastante focados em entregas que temos ainda, nesse contexto de retomada na parte final do turnaround. Uma operação de fusão ou aquisição tomaria muita energia nesse momento mais delicado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar