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Combinação de negócios resultaria em gigante no setor de geração de energia. Com a operação, a Eneva prevê uma maior segurança na geração de fluxo de caixa, menor risco financeiro e menor custo de capital
A companhia de geração de energia Eneva enviou no domingo (1) uma proposta de incorporação e fusão à AES Tietê. Sujeita à aprovação de acionistas de ambas as empresas, pelo Cade e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a operação é avaliada em R$ 6,6 bilhões, segundo o Valor.
A combinação de negócios resultaria em gigante no setor de geração de energia. Com a operação, a Eneva prevê uma maior segurança na geração de fluxo de caixa, menor risco financeiro e menor custo de capital.
A operação compreende uma relação de troca de 0,0461 ações ordinárias de emissão da Eneva para cada ação ordinária ou preferencial de emissão da AES Tietê ou de 0,2305 por unit, mais uma parcela em dinheiro total de R$ 2.750.641.308,80, equivalente a R$1,38 por cada ação ordinária ou preferencial ou R$ 6,89 por unit.
Os acionistas da AES Tietê, em conjunto, receberiam um total de 91.994.693 ações ordinárias de emissão da Eneva, representativas de 22,58% do capital social da Eneva, após implementação da operação.
Controlada pelo BTG Pactual e pelo fundo Cambuhy Investimentos (da família Moreira Salles), a Eneva existe desde 2001. A empresa tem negócios complementares em geração de energia elétrica e exploração e produção de hidrocarbonetos no Brasil.
Segundo a própria Eneva, a companhia tem um parque de geração térmica de 2,2 GW1, que representa 5% da capacidade de geração térmica do país. A companhia é a terceira maior produtora de gás natural no Brasil. Em 2018, a empresa lucrou R$ 900 milhões.
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