Menu
2020-05-07T20:05:12-03:00
Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
Olho no balanço

B2W tem prejuízo líquido de R$ 108 milhões no 1T, em queda de 22,5%

A receita líquida totalizou R$ 1,696 bilhões no período, um crescimento de 32,3% se comparado ao mesmo trimestre do ano passado

7 de maio de 2020
20:05
varejo vendas lojas
Imagem: Shutterstock

A B2W divulgou resultados trimestrais nesta quinta-feira (7) informando um prejuízo líquido de 108 milhões, uma queda de 22,5% na base anual, no 1º trimestre de 2020.

A receita líquida totalizou R$ 1,696 bilhão no período, um crescimento de 32,3% se comparado ao mesmo trimestre do ano passado. O volume bruto de mercadorias (GMV) foi de R$ 4,558 bilhões, avanço de 27,3%.

Enquanto isso, o EBITDA Ajustado atingiu R$ 127,6 milhões, 53,3% maior do que o registrado em igual período em 2019. A margem EBITDA Ajustada subiu 1,0 ponto para 7,5% no trimestre inicial do ano.

O consumo de caixa foi de R$ 645,7 milhões, dada a sazonalidade do negócio e o aumento da cobertura do estoque, "pela aceleração do 1P e das medidas de mitigação dos efeitos da pandemia".

O caixa líquido da empresa foi de R$ 339 milhões no período, e o endividamento bruto, de R$ 6,788 bilhões. O capex totalizou R$ 165,7 milhões, representando 3,6% do GMV total.

Online to offline

Segundo o CEO da companhia, Marcio Cruz, a B2W acelerou "as iniciativas de O2O (Online to Offline), expandindo o Ship from Store (SFS) para 100% das lojas físicas da Americanas".

Essas iniciativas totalizaram R$ 530 milhões de GMV no trimestre inicial do ano, crescimento de 85%. No trimestre, houve 1,3 milhões de pedidos por meio dessas iniciativas.

O chamado "Ship From Store" acelerou e já se encontra conectado em todas lojas físicas da Americanas.

"A modalidade de entrega, que permite a compra online dos produtos da loja mais próxima com entrega em até 2 horas no endereço de desejo, apresentou crescimento de 10x no número de pedidos em relação ao 1T19", disse a B2W.

Pedidos

Houve crescimento de 35% no número de pedidos no 1T20, impulsionado pelo aumento na frequência de compra e novos clientes. "Em abr/20, tivemos uma forte aceleração, com o número de pedidos crescendo 83%", informou a empresa, que disse ter alcançado 17 milhões de clientes ativos no período.

A base de clientes ativos foi impulsionada pela adição de 2 milhões de novos clientes, nos últimos 12 meses. No trimestre, as categorias mais buscadas pelos clientes foram beleza e saúde, páscoa, esporte e lazer e entretenimento, disse a B2W.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

App da Pi

Aplique de forma simples, transparente e segura

Retomando a pauta

Votação do marco do saneamento deve ser retomada no Senado

O novo marco do saneamento — projeto que facilita a atuação da iniciativa privada no setor — tende a voltar à pauta no Senado em julho

Atrasou demais

Conselho diz que não há tempo hábil para privatizar Cedae

Um estudo aponta que a Cedae, a companhia de água e esgoto do Rio de Janeiro, deverá parar nas mãos do governo federal por falta de tempo para conclusão do processo de privatização

Pouco atraente

Participação do Brasil na carteira do investidor estrangeiro cai a 0,3%

Os diversos riscos associados à alocação de recursos no Brasil fizeram o peso do Brasil na carteira dos investidores estrangeiros — a incerteza política e a fraqueza econômica aparecem como importantes fatores

SEU DINHEIRO NO SÁBADO

MAIS LIDAS: Crise? Que crise?

O recente rali da bolsa pegou todo mundo de surpresa — e, não à toa, a matéria elencando cinco razões que explicam essa onda de otimismo foi a mais lida do Seu Dinheiro nesta semana

Crise setorial

Indústria deve deixar de vender mais de 1,3 milhão de veículos neste ano

A crise do coronavírus afetou as linhas de produção de veículos e também diminuiu as vendas em todo o país. Como resultado, o setor prevê uma queda de 40% no total vendido no ano

Seu mentor de investimentos

Um filme de terror: inflação volta a ter destaque no cenário brasileiro

Ivan Sant’Anna faz um paralelo entre a inflação galopante do fim dos anos 80 e o atual cenário de virtual estabilidade na variação dos preços — e mostra preocupação com o comportamento do mercado nesse novo panorama

Recuperação na bolsa

Até onde vai o Ibovespa? Para a XP, o índice voltará aos 112 mil pontos ao fim de 2020

A XP Investimentos revisou para cima sua projeção para o Ibovespa ao fim de 2020, passando de 94 mil pontos para 112 mil pontos — um patamar que implica num potencial de alta de mais de 18% em relação aos níveis atuais da bolsa

COLUNA DO PAI RICO PAI POBRE

Como se preparar para a nova Era do Empreendedorismo

Quando as coisas mudam tão drasticamente quanto nos últimos meses, pode ser difícil perceber, mas esses momentos criam as maiores oportunidades.

Dados atualizados

Mortes por coronavírus no Brasil vão a 34.973; infectados são 643.766

Na quinta-feira, havia 34.021 mortes registradas, segundo o Ministério da Saúde. O balanço diário totalizava 614.941 infectados

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements