Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
mudanças no setor

Ações de Oi, Vivo e TIM sobem após decreto sobre obrigações regulatórias

Medida abre uma avenida de negócios no setor; Oi deve sair na frente, pois tem a maior capilaridade do País

Oi Telefônica Vivo Tim
Imagem: Montagem Andrei Morais

As ações das teles Oi, Telefônica (dona da Vivo) e TIM sobem em bloco nesta quinta-feira (18), após a publicação em Diário Oficial na noite de ontem do decreto que regulamenta a lei das teles (13.879/19). Por volta das 12h, o desempenho dos papéis era o seguinte:

  • Oi (OIBR4): R$ 1,42 (+5,12%)
  • Telefônica (VIVT4): R$ 50,84 (+2,42%)
  • TIM (TIMP3): R$ 14,83 (+1,37%)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o decreto, as operadoras de telefonia fixa que quiserem migrar do regime de concessão para o de autorização poderão contratar um terceiro para oferecer o serviço nos locais onde não quiserem estar presentes.

A migração de regimes é voluntária, porém bastante almejada por Telefônica, Oi e Embratel (do grupo Claro). A mudança permitirá a troca de obrigações regulatórias assumidas na concessão de 1997 e consideradas obsoletas hoje em dia, como manutenção de orelhões, por investimentos na expansão da banda larga em regiões carentes de acesso.

O artigo 7º do decreto prevê que a operadora que optar pela migração "poderá contratar com terceiro a construção e a operação da infraestrutura para atendimento aos compromissos de investimento".

Oi sai na frente

A medida abre uma avenida de negócios no setor. Nesse aspecto, a Oi sai na frente, pois tem a maior capilaridade do País, com 388 mil quilômetros de rede de fibra ótica, cobertura de 2,3 mil cidades e 6 milhões de residências habilitadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aliás, o decreto coincide com o anúncio do novo plano de negócios da Oi feito nesta semana, que prevê a constituição de uma subsidiária voltada ao fornecimento de infraestrutura para outras operadoras.

Leia Também

REAÇÃO AO RESULTADO

Nubank dispara 14% no pré-mercado em NY após lucro recorde de US$ 1,1 bilhão; o que fez o mercado voltar a confiar no roxinho?

O IMPULSO DA GUERRA NAS RECEITAS

Luz no fim do túnel? Braskem (BRKM5) lucra R$ 3,3 bilhões no 2T26, reverte prejuízo e vê Ebitda disparar

Além da Oi, os provedores regionais de banda larga também poderão tirar uma grande vantagem do decreto ao atender as teles em zonas onde elas dificilmente terão condições de alcançar. De acordo com o decreto, o mínimo de 50% das metas deverá ser cumprido nas regiões Norte e Nordeste - as mais carentes no acesso à internet rápida.

Prazos

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) terá seis meses para regulamentar os termos para que as operadoras de telefonia fixa possam migrar do regime de concessão para autorização. O prazo passa a contar a partir da publicação do decreto.

Já a conclusão do processo inteiro deve demorar bem mais que isso. Conforme apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, a migração deve atrasar e ficar apenas para 2023. Isso porque houve uma demora da agência reguladora em definir o saldo dos bens reversíveis para a mudança de regime.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os bens reversíveis são aqueles ativos considerados públicos, mas que ficam em posse das operadoras para prestação do serviço de telefonia durante o período de concessão. O inventário abrange desde redes, equipamentos até imóveis. A avaliação e cálculo do valor será feito por uma empresa especializada e levará um ano, segundo a Anatel.

Na mudança de regime, as operadoras poderão ficar em definitivo com os bens reversíveis em troca dos investimentos em banda larga.

Por sua vez, as empresas alegam que uma boa parte dos ativos se deteriorou desde o início da concessão ou caiu em desuso pela troca de tecnologias, o que levaria seu valor a zero.

Na prática, isso se traduziria na necessidade de menos investimentos por elas numa eventual mudança de regime. Mas isso será questionado e examinado com lupa pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Foto de aeronave da GOL (GOLL4) adesivada com o logo atual da empresa 13 de agosto de 2026 - 16:50

COMANDO EM NOVAS MÃOS

Gol reorganiza cúpula executiva para iniciar fase de criação de valor

13 de agosto de 2026 - 16:50
Celular com a marca Minerva Foods (BEEF3) 13 de agosto de 2026 - 16:09
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 14:52
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e RI do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 20:39
Logo do banco do Banco do Brasil (BBAS3) 12 de agosto de 2026 - 20:29
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 18:37
Neymar Jr. e Ronaldo 'Fenômeno' em campanha para o Mercado Livre. 12 de agosto de 2026 - 17:50
Banco do Brasil 12 de agosto de 2026 - 9:12
Renato Hermann Cohn, diretor financeiro do banco BTG Pactual. 11 de agosto de 2026 - 16:34
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar