🔴 DE R$ 1 MIL A ATÉ R$ 214 MIL COM CRIPTOMOEDAS? – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

ESTIMATIVA DO IMPACTO

Ipea revisa projeção de queda do PIB de 2020 de 1,8% para 6,0%

"Espera-se que a taxa de crescimento do PIB convirja gradualmente de volta para a trajetória projetada antes da crise da Covid-19", diz o artigo do Ipea.

Imagem: Shutterstock

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou sua projeção para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 para uma retração de 6,0%, ante a estimativa anterior de queda de 1,8%, feita no fim de março, segundo artigo publicado na "Carta de Conjuntura" do segundo trimestre, publicada nesta terça-feira, 9, no site do órgão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A retração será concentrada no segundo trimestre, com tombos de 10,5% ante o PIB do primeiro trimestre e de 11,0% sobre o segundo trimestre de 2019, mas haverá retomada no segundo semestre, contribuindo para um crescimento de 3,6% em 2021.

A projeção anterior considerava o pior cenário dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a atividade, mas os pesquisadores do Ipea destacam no artigo que, "desde então, a natureza e a magnitude dos choques causados pela pandemia vêm sendo reavaliadas continuamente, e têm apontado na direção de uma queda ainda mais substancial do PIB em 2020". No fim de março, quando o pior cenário do Ipea apontava para retração de 1,8%, a média das projeções de mercado estava numa queda de 0,5%, destaca o artigo.

Mesmo agora, "é importante destacar que essas projeções estão sujeitas a grande incerteza, tanto no que se refere à estimativa do impacto da pandemia sobre a atividade econômica corrente, como no que tange às hipóteses subjacentes ao ritmo esperado de recuperação no restante do ano", escreveram os pesquisadores do Ipea.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A projeção de tombo de 10,5% no PIB do segundo trimestre ante os três primeiros meses do ano leva em conta um conjunto de indicadores coincidentes da atividade econômica de abril, considerado, no cenário do Ipea, o "fundo do poço". "O conjunto de medidas de preservação de renda, empregos e produção implementado como resposta à crise, aliado ao início da flexibilização das medidas de isolamento, permite esperar uma melhora no desempenho da atividade econômica nos próximos meses", diz o artigo.

Leia Também

NO RETROVISOR

Mega-Sena acumulada se aproxima dos R$ 100 milhões e cola de vez na +Milionária

ELEIÇÕES 2026

Eleições 2026: como fazer sua ‘colinha’ para votar? Veja a ordem dos candidatos na urna

Os pesquisadores do Ipea citam indicadores de confiança empresarial, nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) e o consumo de eletricidade na indústria para sustentar que já há "sinais de reação" da economia em maio. A produção e venda de veículos e a confiança do comércio, em maio, também sinalizam no mesmo sentido, assim como o auxílio emergencial pago pelo governo às famílias mais vulneráveis "deve ter produzido um efeito importante sobre a demanda, especialmente de produtos de primeira necessidade".

Assim, no cenário do Ipea, o fato de a queda da atividade econômica ter sido profunda em abril, mas seguida de algum crescimento em maio e junho, "garante um carry-over importante para o terceiro trimestre". A recuperação da atividade no segundo semestre, esperada pelos pesquisadores do Ipea, ajudará a impulsionar um crescimento de 3,6% em 2021. "A queda projetada para o ano é de 6%, mas a trajetória de recuperação no segundo semestre deixará um carry-over de quase 2% para 2021, cujo crescimento projetado é de 3,6%", diz o artigo.

O cenário de retomada em 2021 considera que haverá o controle da pandemia de covid-19 nos próximos meses, sem a imposição de novas restrições às atividades. Também considera o "relaxamento gradual" das "medidas excepcionais de política voltadas para a preservação de empregos, renda e produção", o que permitiria à política econômica voltar à estratégia anterior à pandemia, "calcada em medidas voltadas para a recuperação e a consolidação do equilíbrio fiscal e para o aumento da produtividade".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Essa estratégia vinha contribuindo para a recuperação da confiança na estabilidade macroeconômica, lançando as bases para a atração de investimentos e a aceleração do crescimento. Espera-se, assim, que a taxa de crescimento do PIB convirja gradualmente de volta para a trajetória projetada antes da crise da Covid-19", diz o artigo do Ipea.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 3 de outubro de 2026 - 5:08
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar