🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Alta volatilidade

Em janeiro, ganhou quem se protegeu: enquanto a bolsa apanhava, dólar e ouro se destacaram

Em mês de tensões no Oriente Médio e coronavírus na China, investimentos de proteção, como dólar e ouro, ocupam o topo do ranking ao lado do bitcoin; ações e fundos imobiliários aparecem na lanterna

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
31 de janeiro de 2020
19:51 - atualizado às 10:43
Dólar e ouro
Imagem: Shutterstock

Janeiro parecia interminável, mas finalmente, entre mortos e feridos, chegamos ao dia 31. Neste longo primeiro mês do ano, os mercados foram marcados por forte volatilidade, decorrente de uma série de acontecimentos que encheram os investidores de incertezas. Com isso, os melhores investimentos do mês foram o bitcoin e as duas principais proteções do mercado - dólar e ouro - enquanto os ativos de risco amargaram retornos negativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em janeiro, os mercados monitoraram fatores de risco que, até o fim do ano passado, não estavam no radar. O mês começou com escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, após um ataque americano no Iraque que matou o principal líder militar persa.

Depois que a coisa deu uma esfriada, foi a vez do surgimento de uma nova variedade de coronavírus na China, que começou a se espalhar em grande velocidade, ameaçando prejudicar a atividade econômica do país asiático.

No Brasil, as ações sofreram fortes oscilações de preços. Só para você ter uma ideia, o Ibovespa chegou a bater um novo recorde, fechando acima dos 119 mil pontos pela primeira vez na história, mas terminou o mês em queda de 1,63%, aos 113.760 pontos.

Mas os fundos imobiliários, que viram um rali no fim do ano passado, sofreram ainda mais, fechando em queda de 3,76%, a maior desvalorização do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante de tantas incertezas, investidores em todo mundo buscaram proteção no dólar e no ouro, que tiveram as maiores altas entre os investimentos tradicionais.

Leia Também

O real, entretanto, sofreu mais do que seus pares emergentes, e a cotação da moeda americana por aqui chegou ao seu maior valor nominal de todos os tempos: R$ 4,28 no mercado à vista.

Já o bitcoin correu por fora e fechou janeiro com uma disparada de 38,34%, o melhor desempenho de todos os ativos que o Seu Dinheiro acompanha.

Os melhores investimentos de janeiro de 2020

Haja coração (e estômago)!

Janeiro não foi um mês para os fracos de coração. A bolsa brasileira começou o ano com o pé direito, com alta de mais de 2% e um novo recorde, fechando acima dos 118 mil pontos pela primeira vez. Dali em diante, foi uma tremenda montanha-russa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os mercados alimentavam expectativas positivas em relação à assinatura do acordo de primeira fase entre EUA e China, que traria uma trégua à guerra comercial, grande fonte de incertezas de 2019.

Mas antes que o aperto de mãos entre americanos e chineses pudesse ocorrer, os EUA orquestraram um ataque no Iraque que matou o principal líder militar do Irã, o general Qassem Suleimani, despertando a ira dos persas, que prometeram vingança.

Os mercados sacudiram, mas acabou que o revide do Irã foi mais fraco do que se esperava, e a reação de Donald Trump, apenas elevando sanções econômicas ao país, foi considerada amena. Isso despressurizou um pouco os mercados globais.

Entretanto, por aqui o Ibovespa também reagia negativamente a dados econômicos piores do que o esperado, como o recuo da atividade industrial em novembro ante outubro e a inflação de 2019 acima da meta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Passadas as tensões entre EUA e Irã, os mercados tiveram uma semana de alívio para comemorar a assinatura da primeira fase do acordo comercial entre chineses e americanos e reagir a dados econômicos positivos divulgados pela China.

Mas não o câmbio. Este continuou pressionado no Brasil, pois por aqui foram divulgados dados decepcionantes do setor de serviços e do varejo em novembro.

Coronavírus

Já as duas últimas semanas do mês foram marcadas pela apreensão diante do surgimento de uma nova variedade de coronavírus na China, que começou a se espalhar rapidamente pelo país.

O temor é que o vírus, que provoca uma infecção grave do trato respiratório e é transmitido pelo ar, restrinja a circulação de pessoas e mercadorias a ponto de impactar negativamente a economia chinesa e, consequentemente, o PIB mundial neste ano. Algumas instituições financeiras já estão revisando para baixo suas perspectivas de crescimento para 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As bolsas do mundo inteiro sofreram, e o dólar avançou globalmente. Por aqui, tivemos ainda o fator extra de que a bolsa brasileira é repleta de ações de empresas que exportam principalmente para a China e que têm grande peso no Ibovespa.

Para completar, a doença começou a se disseminar justamente às vésperas do ano novo lunar, feriado de uma semana durante o qual os mercados chineses ficam fechados.

Numa situação como essa, os investidores globais acabam usando os ativos brasileiros para se proteger contra o risco de emergentes, já que que eles têm alta liquidez, contribuindo para aumentar a volatilidade por aqui, tanto no câmbio quanto na bolsa.

Até agora, o coronavírus já infectou quase 10 mil pessoas no mundo todo, sendo quase 150 fora da China. Mais de 200 pessoas morreram, todas no gigante asiático. Já houve casos confirmados inclusive nos EUA e na Europa, e há suspeitas no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda não sabemos qual vai ser o desfecho dessa história, mas a variação dos preços das ações tem sido forte. Por exemplo, no dia 23 de janeiro, o Ibovespa fechou acima dos 119 mil pontos pela primeira vez, um novo recorde. Até então, acumulava alta de 3,36% no mês. Porém, o índice terminou janeiro em queda de 1,63%.

O pregão de ontem (30) também foi icônico. O principal índice da bolsa passou o dia em em baixa e chegou a cair 2,22% no seu pior momento, mas deu uma arrancada na reta final e acabou fechando em alta de 0,12%, indo dos 112.825,49 aos 115.528,04 na mesma sessão.

Ativos de risco caíram e proteções subiram

Vale lembrar que tanto as ações quanto os fundos imobiliários tiveram um forte rali em dezembro sem mudança aparente de fundamentos que justificasse tal arrancada, o que levou o Ibovespa e o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) a dispararem.

Assim, havia espaço para um ajuste negativo nos preços desses ativos, principalmente num cenário de aversão a risco global como o que tivemos em janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, a situação contribuiu para que os investidores corressem para os ativos vistos como reserva de valor - dólar e ouro - a fim de se proteger das incertezas.

O ETF SPDR® Gold Shares, maior ETF com lastro em ouro físico do mundo e negociado em Nova York, apontou uma alta de 4,32% do metal precioso em dólar.

Já o dólar à vista subiu 6,81%, fechando em R$ 4,2850, maior cotação da história, e o dólar PTAX - calculado pelo Banco Central a partir das taxas praticadas no mercado - subiu 5,93%, terminando o mês em R$ 4,2689.

Aqui no Seu Dinheiro, nós recomendamos que o investidor sempre tenha uma pequena parcela do capital em proteções como ouro e dólar, justamente para esses momentos de grandes incertezas, para reduzir as perdas da carteira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Correndo por fora, o bitcoin avançou 38,34% em reais e 32,40% em dólares. Em maio ocorre o famigerado halving, evento que acontece de quatro em quatro anos e reduz a oferta de novos bitcoins no mercado, tendendo a valorizá-lo.

Mas ainda não sabemos se o bitcoin pode também estar desempenhando função de reserva de valor, servindo como uma espécie de proteção em momentos de aversão a risco global. Fato é que, se o considerarmos no nosso levantamento, ele foi o campeão do ranking dos melhores investimentos do mês.

Juros não se abalaram com a alta do dólar

Na renda fixa, a poupança e os investimentos conservadores atrelados à Selic continuam com retornos modestos diante de uma Selic a 4,5% ao ano.

E o mercado parece estar mesmo apostando em um novo corte de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que ocorre na semana que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os juros de curto e médio prazo não se abalaram pelos avanços da moeda americana, que costumam pressionar as taxas para cima, e recuaram em janeiro, valorizando os títulos prefixados e atrelados à inflação com esses vencimentos mais próximos. Só os juros mais longos viram alguma alta, desvalorizando os títulos atrelados à inflação de prazos maiores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar