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2020-03-09T20:14:03-03:00
Estadão Conteúdo
CORONAVÍRUS

Coronavírus já afeta 70% das empresas do setor eletroeletrônico, diz Abinee

Este é o terceiro levantamento da Abinee desde a eclosão do surto de coronavírus. No primeiro, em 5 de fevereiro, o total de empresas com problemas era de 52%, subindo a 57% na sondagem de 20 de fevereiro

9 de março de 2020
20:13 - atualizado às 20:14
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Imagem: Shutterstock

O surto de coronavírus já afeta 70% das empresas do setor eletroeletrônico, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A pesquisa contou com a participação de 50 indústrias das diversas áreas do setor eletroeletrônico.

Este é o terceiro levantamento da Abinee desde a eclosão do surto de coronavírus. No primeiro, em 5 de fevereiro, o total de empresas com problemas era de 52%, subindo a 57% na sondagem de 20 de fevereiro.

Pela primeira vez, uma parte das indústrias pesquisadas deu indicação de não entrega do produto final aos clientes. Para 54% das empresas ouvidas, caso a situação atual se prolongue por mais um mês e meio (cerca de 47 dias), haverá risco de abastecimento.

De acordo com o levantamento da Abinee, 6% das empresas pesquisadas já operam com paralisação parcial nas fábricas. Em 20 de fevereiro, esse índice estava em 4%.

A nota mostra ainda que 14% das empresas pesquisadas já programaram paralisações para os próximos dias, mas que 48% ainda não têm previsão de parar as atividades.

Com esse novo cenário, destacou a Abinee, passou de 17% para 21% o total de empresas que informaram que não devem atingir a produção prevista para o primeiro trimestre deste ano. Conforme essas empresas, a produção do período deverá ficar, em média, 31% abaixo da projetada. Este porcentual aumentou na comparação com a pesquisa anterior, que indicava queda de 22% na produção.

Por sua vez, para 48% das empresas pesquisadas, as projeções devem ser mantidas. Outras 31% afirmaram que ainda não é possível dar essa indicação.

Segundo a pesquisa, as empresas devem demorar, em média, cerca de dois meses para normalizar o ritmo da produção, após a retomada dos embarques de materiais, componentes e insumos da China.

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