🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

As grandes vencedoras na crise e o “vício” das perdedoras no lucro

O problema dessas empresas “reloginho” – com lucros estáveis e recorrentes – é que elas atraem acionistas que só conseguem pensar nos dividendos

5 de junho de 2020
5:50 - atualizado às 9:26
Imagem: Shutterstock

Quando você procura uma empresa para investir, nada melhor do que colocar o seu dinheiro naquela que apresenta lucros estáveis, recorrentes e que distribui dividendos polpudos para os seus acionistas no final do ano, não é mesmo?

Errado!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pelo menos, não é isso que os investidores das mais vitoriosas companhias de tecnologia veneram.

O caso da Amazon talvez seja o mais emblemático. Mesmo sendo incapaz de gerar lucros consistentes nos últimos dez anos, suas ações não pararam de subir durante todo esse tempo e ela atingiu o status de companhia mais valiosa do mundo, negociada a nada menos do que US$ 1,2 trilhão atualmente.

Lucro (amarelo) e Valor de Mercado (azul). Fonte: Amazon. Elaboração: Empiricus

Você quase não consegue enxergar os lucros no gráfico? Isso é proposital. Eu deixei o Valor de Mercado e os Lucros na mesma escala para você notar a enorme diferença entre o quanto os acionistas topam pagar pelas ações da Amazon e o quanto eles efetivamente recebem de volta na forma de lucros anuais.

Lucro vicia?

Como diz o professor de marketing da New York University, Scott Galloway, os lucros funcionam como heroína no organismo dos acionistas da maior parte das companhias do velho mundo analógico: deixam eles viciados e querendo cada vez mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema dessas empresas "reloginho" – com lucros estáveis e recorrentes – é que elas atraem acionistas que só conseguem pensar nos dividendos.

Leia Também

Se elas decidem investir em projetos transformacionais muito dispendiosos visando melhorar as perspectivas para o futuro, a primeira coisa que vem à cabeça dos seus acionistas é que investimentos pesados significam mais gastos. Mais gastos significam menos lucros. E menos lucros significam corte dos sagrados dividendos, o que os levam a vender as suas ações.

Muitas vezes, os CEOs dessas empresas preferem deixar passar grandes oportunidades de longo prazo para não correrem o risco de desagradar seus acionistas viciados em lucros de curto prazo. Se a remuneração do executivo for baseada no preço das ações, então, esquece…

Carta branca

Não me entenda mal: Jeff Bezos, CEO da Amazon, é uma das pessoas mais brilhantes na face da Terra e isso explica a maior parte do sucesso e o valor de mercado da Amazon.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas os acionistas da Amazon também têm a sua contribuição para esse enorme sucesso. Como os lucros nunca foram parte fundamental do processo de decisão de investimentos na Amazon – até porque eles nunca foram consistentes ou relevantes perto do tamanho da própria companhia – os acionistas da Amazon se "libertaram" do vício e aprenderam a não cobrar lucros a todo e qualquer custo e, mais importante, não punir as ações quando as perspectivas de dividendos no curto prazo fossem abaladas por projetos dispendiosos e com chances reais de não vingarem.

É uma espécie de carta branca que Bezos e sua equipe ganharam de seus acionistas para experimentar, tentar, arriscar, investir, explorar, errar muitas vezes e, de vez em quando, acertar em cheio uma grande tacada que vai mudar o mundo – ou, pelo menos, catapultar os resultados da própria companhia, encher os bolsos de seus pacientes acionistas e aumentar ainda mais a sua vantagem frente às concorrentes.

Paciência tem limites

Mas antes que você saia por aí acreditando nos sonhos do primeiro CEO de empresa "tech" que aparecer na sua frente, saiba que existem muito mais riscos do que oportunidades em se acreditar nas estratégias de crescimento dessas companhias que se intitulam tecnológicas.

A aprovação de Bezos e do modelo de negócios da Amazon pelo mercado não veio antes de muito esforço, crescimento e resultados concretos da capacidade acima da média da companhia de Seattle, que ruma a passos largos para dominar o varejo norte-americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, Uber, WeWork e Snapchat são apenas alguns dos inúmeros casos de "tech companies" vítimas de má alocação de capital, falta de capacidade de inovação ou modelo de negócios ruim que até pareciam grandes tacadas dentro do universo de empresas tecnológicas, mas que no fim provaram não merecer a nossa carta branca como acionistas.

As grandes vencedoras

Enquanto ainda temos centenas de companhias e CEOs da era da tecnologia na fila da provação, algumas delas não só já se provaram capazes como ainda devem se aproveitar dos estragos trazidos pela pandemia para ficar ainda mais fortes.

Na edição do Palavra do Estrategista desta semana, o Felipe Miranda destrincha aquelas empresas com forte apelo tecnológico que considera "as grandes vencedoras" desta crise.

A Amazon está neste seleto grupo, mas é apenas uma delas. A lista ainda inclui a líder disparada de tráfego no e-commerce brasileiro, entre outras gigantes para você investir agora mesmo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Deixo aqui o convite caso queira conhecer melhor a série Palavra do Estrategista, que traz ideias exclusivas de investimento a cada quinze dias. Por esse convite, você consegue acessar as ideias do analista chefe da Empiricus por apenas R$ 5 mensais, uma condição bem especial, e ainda, pode testar a série por um período de 7 dias sem compromisso.

Um grande abraço e até a próxima!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar