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Quando surgiram as primeiras notícias sobre o surto do coronavírus na China, havia poucos elementos para afirmar se estávamos ou não diante de uma crise de saúde de proporções globais. Hoje já não temos mais dúvidas disso.
A dolorosa queda de 7% da bolsa na quarta-feira de cinzas marcou a passagem da incerteza que tínhamos sobre o avanço da doença para o consenso de que a economia e os resultados das empresas listadas na bolsa sofrerão em alguma medida.
A questão agora é o tamanho e a extensão desse impacto. Enquanto não houver uma definição, a bolsa seguirá muito volátil. Por isso, tome cuidado tanto com os arautos do apocalipse como com os “torcedores” do mercado de ações.
Aliás, quem trouxe a melhor análise do que fazer neste momento foi o Alexandre Mastrocinque, neste texto exclusivo para os nossos leitores do Seu Dinheiro Premium.
No meio de todo esse quadro assustador, o que não mudou na bolsa são as perspectivas favoráveis de longo prazo para as boas empresas.
Afinal, a epidemia do coronavírus também reforçou a visão de que teremos juros muito baixos em todo o mundo por um longo período, inclusive no Brasil.
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