O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Seu Dinheiro estreia hoje uma série especial sobre Onde Investir no 2º Semestre de 2020. A primeira reportagem fala das oportunidades e riscos na bolsa de valores.
A visão geral do mercado é que há oportunidades no radar com a recuperação da economia. O Victor Aguiar cita setores e ações que têm se mostrado mais resistentes à crise, ou até mesmo se beneficiado dela. No entanto, ainda há fortes incertezas sobre o coronavírus e seus efeitos e o cenário pode se reverter.
O Seu Dinheiro defende o investimento responsável e a diversificação de carteira. Por isso, sugiro que você acompanhe a série completa e veja as perspectivas para todas as classes de ativos.
• Fundos imobiliários (disponível em 14/7)
• Renda fixa (disponível em 15/7)
• Dólar (disponível em 16/7)
• Criptomoedas (disponível em 17/7)
• Imóveis (disponível em 20/7)
• O Ibovespa fechou acima dos 100 mil pontos pela primeira vez desde março. Na sexta-feira, a alta foi de 0,88%, para 100.031,83 pontos. O dólar à vista caiu 0,31% na sexta-feira, a R$ 5,3218.
•Onde Investir no 2º Semestre de 2020:Veja as perspectivas para a bolsa de valores e os setores e ações que concentram as apostas do mercado.
•O Brasil chegou a 72,1 mil mortes por covid-19 neste domingo, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 1,8 milhão.
Leia Também
•A cidade de São Paulo reabre os parques a partir de hoje, mas com controle de acesso de visitantes e uma série de medidas para evitar o contágio do coronavírus.
• A Caixa credita hoje o saque emergencial de até R$ 1.045 do FGTS para nascidos em março. Veja o calendário completo dos pagamentos.
• Existem 35 vetos pendentes para serem analisados no Congresso Nacional, alguns com grandes impactos fiscais. O Lucas de Aragão traz uma análise de quais pautas podem ser derrubadas e o impacto aos cofres públicos na coluna de hoje.
•O Grupo Dimed, dono da rede de drogarias Panvel, fará uma oferta de ações que pode movimentar R$ 1,194 bilhão, considerando o lote adicional e o valor dos papéis na sexta-feira.
• Com a disparada das ações da Tesla, Elon Musk já é mais rico que Warren Buffett. Veja a lista atualizada dos maiores bilionários do mundo, segundo a Bloomberg.
• O presidente do grupo Suzano, Walter Schalka, é um dos líderes empresariais que pediu ao governo um reforço na agenda ambiental. Em entrevista ao Estadão, ele fala sobre os motivos da movimentação dos empresários.
•A Celulose Irani fará uma nova oferta pública de ações que pode movimentar mais de R$ 600 milhões. A companhia espera financiar o seu projeto de expansão e tem planos de migrar para o Novo Mercado.
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro