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A pergunta do título é talvez a que eu mais ouço de amigos, parentes e colegas por trabalhar na cobertura de finanças e investimentos. Tenho certeza de que não é muito diferente para aqueles que trabalham no mercado financeiro como analistas, operadores e consultores financeiros e de investimentos.
Esteja o profissional credenciado para dar recomendação de investimentos ou não, a verdade é que, por trás dessa pergunta, o que se esconde geralmente não é um desejo genuíno de se montar uma carteira de investimentos equilibrada e com foco no longo prazo, mas sim de descobrir “a grande tacada”, “o investimento do momento” que vai fazer o cara ganhar dinheiro - de preferência, rápido.
Todo mundo quer ficar rico, mas a maioria das pessoas acha que o processo de construção de patrimônio pode ser feito rapidamente, com um ou dois investimentos excepcionais e de uma forma superempolgante. Até pode ser assim, mas essa não é a regra para os investidores de sucesso. Até porque as “grandes tacadas” sozinhas geralmente embutem muito risco.
O processo de construção de riqueza é mais lento e desinteressante do que muita gente gostaria de acreditar - com ou sem grandes tacadas no meio do caminho. Ele é muito mais dependente do ato de se gastar menos do que se ganha e poupar diligentemente, bem como de investir de forma consistente e diversificada, do que de ficar procurando a próxima ação da moda ou o investimento mais inovador do momento.
Na sua coluna de hoje, o Matheus Spiess traz justamente alguns insights sobre a questão da diversificação. Ele mostra o quanto a diversificação bem feita é muito mais determinante para o bom retorno da sua carteira de investimentos e a construção de riqueza do que qualquer outro fator.
Se com a recente disparada da bolsa você anda se perguntando “ok, onde investir agora?”, recomendo muito essa leitura!
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