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Antes de começar a escrever esta newsletter, perguntei aos meus filhos o significado da gíria “descolado”. Nem o André nem a Helena souberam responder, mas chutaram que devia ser uma pessoa que não ia à escola.
No meu tempo — eu já cheguei naquela idade em que posso falar “no meu tempo” —, alguém descolado era esperto e descontraído. Em uma forma menos usual, “descolar” também podia ser o equivalente a pedir algo, mas de um jeito “descolado” (me descola uma cerveja?).
O mercado financeiro adota o termo no sentido mais literal. Ou seja, a bolsa está descolada quando reage de modo diferente dos demais mercados. Isso pode ser bom quando as ações lá fora estão caindo e aqui o sinal é de alta.
Mas quando falamos e escrevemos nas reportagens aqui do Seu Dinheiro que o Ibovespa está descolado do desempenho no exterior, geralmente essa é uma má notícia.
No acumulado deste ano, o principal índice da bolsa acumula queda de 15,7%. Em dólar, o tombo é ainda maior e beira os 40%, o que coloca o Brasil na lanterna entre os principais mercados de ações globais.
No pregão desta sexta-feira, o Ibovespa ficou novamente no vermelho enquanto as bolsas em Nova York tiveram mais um dia de alta. Mas apesar de mais um descolamento, o saldo da semana até que foi positivo para o mercado brasileiro, como mostra o Felipe Saturnino.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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