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Você se lembra de quando o dólar a R$ 4,20 era o grande “patamar psicológico” da moeda americana? Não faz tanto tempo assim, mas esse nível de cotação ficou para trás, e agora parece até um pouco distante.
Hoje, o dólar à vista bateu um novo recorde de fechamento. Eu sei que você já leu essa frase outras vezes recentemente, mas eu juro que você não está preso no Dia da Marmota, nem ouvindo um disco arranhado.
De pouquinho em pouquinho, a moeda americana vem galgando novos degraus ante o real, e hoje terminou o pregão em nada menos que R$ 4,36, na contramão de outras moedas emergentes.
É que a cotação, por aqui, recebeu um empurrãozinho de um rumor político que caiu mal no mercado: o de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, estaria descontente com o encaminhamento da agenda de reformas e, por isso, poderia deixar o cargo. Os investidores, então, correram para a proteção da moeda forte. O Victor Aguiar traz todos os lances da bolsa e do dólar nesta matéria.
Apesar dos recentes recordes do dólar, o mercado não crê que esse patamar elevado da moeda americana dure por muito tempo. Os economistas do Itaú Unibanco, por exemplo, estimam que a cotação termine 2020 em R$ 4,15. Ainda é meio alto, mas nada como o que estamos vendo agora.
O Kaype Abreu foi hoje a um evento sobre as perspectivas do banco para a economia e traz todos os detalhes para você.
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As ações da resseguradora IRB (IRBR3) reagiram bem ao balanço da empresa divulgado ontem à noite, e chegaram a figurar entre as maiores altas do Ibovespa pela manhã. Em teleconferência com investidores e analistas, os executivos da companhia defenderam os números, mas evitaram confrontar diretamente os pontos que haviam sido questionados pela gestora Squadra nas suas famigeradas cartas, nas quais defendeu uma aposta na queda das ações. O Vinícius Pinheiro acompanhou a teleconferência ao vivo e conta tudo o que rolou.
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