🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Os Buddenbrook em um mundo de liquidez ilimitada: internacionalização e ouro

Um sistema monetário que por décadas pregou sanidade fiscal e monetária, hoje vive uma dinâmica completamente decadente. Novos tempos, novos paradigmas. Até quando o circo vai funcionar? Até quando restar dinheiro

23 de junho de 2020
5:54 - atualizado às 13:32
Edifício do Fed em Washington
Edifício do Fed em Washington - Imagem: Shutterstock

Na semana passada, tomei a liberdade de introduzir a temática pretendida com autores literários da língua portuguesa. Hoje, inicio o texto resgatando outro de meus escritores preferidos, dessa vez de ordem germânica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nada como, para o momento atual, nos valermos da leitura de “Os Buddenbrook”, de Thomas Mann — aliás, a obra se trata do primeiro livro de Mann, escrito quando o escritor tinha apenas 25 anos.

Em "Os Buddenbrook", somos apresentados à trajetória de decadência de uma família pertencente à aristocracia industrial alemã, na transição do século XIX para o XX.

Aliás, o próprio título do trabalho carrega consigo tal ideia: “A decadência de uma família”. Muitos especialistas apontam o resultado literário aqui discutido como chave para entender o endereçamento do prêmio Nobel para Mann, em 1929.

Evidentemente, todo o repertório do literato é de peso. Em “Os Buddenbrook”, contudo, notamos um claro descolamento das demais construções de Mann.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a primeira poderia estar muito mais associada a um tipo de romance autobiográfico (jamais confesso) naturalista, bastante descritivo, as demais acabam ganhando contornos de maior profundidade abstrata, tanto que “A Montanha Mágica” e “Doutor Fausto” acabam ganhando o selo de Magnum Opus do romancista.

Leia Também

Como o leitor mais fidedigno deve se lembrar, sou declaradamente mais atraído pelo estilo circunscrito na trama da família Buddenbrook, principalmente porque estamos falando aqui de uma bela tragédia.

Vemos, no transcorrer das páginas, uma família saindo de seu auge, quando do início do livro, para o fundo do poço. Trata-se de uma tragédia familiar, uma dissolução de conquistas.

Os trabalhos de Mann acabam retratando muito bem a decadência da Alemanha e da Europa. Talvez por ser seu primeiro trabalho, “Os Buddenbrook” acabam carregando alguns traços de maior ingenuidade ou até mesmo infantilidade, por mais realista que possa ser muitas vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A aparente falta de dialética para com a história em certos trechos, entretanto, jamais recrudesceu o peso da obra enquanto a contribuição de Mann para o universo literário.

A questão é a seguinte: o que isso tem a ver com o contexto atual? Ora, no meu entendimento, muita coisa.

Explico-me. 

O livro começa no auge dos negócios da família Buddenbrook, na cidade de Lübeck, na Alemanha. Breve parêntese aqui para informar que nunca nos foi contado onde de fato a história se passa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como, contudo, existem diversos apontamentos no sentido da obra enquanto um ensaio autobiográfico de Mann  (aparente roman à clef jamais confesso), podemos, em uma interpretação livre, tomar como Lübeck o local dos ocorridos descritos.

Findo o parêntese, como vocês muito bem sabem, depois do auge, sempre vem a decadência (subtítulo do livro), a qual acontece quando a família está na geração de netos do patriarca originário do grande patrimônio familiar. Aos poucos, o autor vai indicando sucintos sinais de que as personagens vinham perdendo seu prestígio no tempo.

Curiosamente, assim como em “Os Buddenbrook”, podemos hoje estar vivendo um período de decadência de algumas instituições que antes se mostravam como válidas, alicerçadas nos fundamentos das moedas fiduciárias, lastreadas e fatores como balança de pagamento, condições econômicas e perspectivas políticas.

No caso, responsabilidade fiscal e sanidade monetária, que sempre se mostraram como sendo fundamentais para o equilíbrio consistente dos mais diversos vetores de crescimento sustentável, hoje estão em risco. Se observarmos a escalada do panorama fiscal americano, por exemplo, as perspectivas chegam a ser esdrúxulas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, a questão fiscal, por mais que seja preocupante, ainda guarda relação com a capacidade de pagamento dos governos, a qual, em países desenvolvidos, acarreta menor problema.

Evidentemente, não seria o caso de países emergentes, como o Brasil, em que o fiscal se tornaria uma potencial dor de cabeça. De qualquer forma, minha atenção remonta principalmente à falta de sanidade monetária.

Com os afrouxamentos quantitativos, já discutidos neste espaço, os bancos centrais têm distorcido severamente os mercados, criando uma potencial bomba relógio para as gerações futuras. Como na história de Mann, a conta vai chegar para quem no futuro viver, mas, no nosso caso, será um processo bem negativo.

Se trata da verdadeira socialização das perdas: hoje, ativos de risco insistem em não cair pela liquidez exagerada, abrindo assim um gap entre os ativos financeiros e seus fundamentos subjacentes, socializado o problema com as gerações futuras (alguma hora a conta chega).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para exemplificar o tamanho da distorção, abaixo um gráfico com a razão entre a Nasdaq (tecnologia nos EUA) e as empresas ligadas às commodities. 

É sem precedentes o movimento, assim como é sem precedente os pacotes fiscais e monetários vigentes. Um sistema monetário que por décadas pregou sanidade fiscal e monetária, hoje vive uma dinâmica completamente decadente. Novos tempos, novos paradigmas. Até quando o circo vai funcionar? Até quando restar dinheiro.

Vamos imprimir moeda ao infinito e desvalorizá-la no tempo. É um processo que já vinha acontecendo, mas, agora, vai ser "agressivado" severamente. Note abaixo como a grande desvalorização das moedas se deu principalmente a partir do século XX.

Seria válido, então, pensar em dólar ou qualquer outra moeda forte (libra, euro, iene ou franco suíço, por exemplo) como um porto seguro em um mundo imerso em liquidez e que sistematicamente tem suas moedas desvalorizadas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Evidentemente, os Bancos Centrais farão isso até entenderem que estão estimulando a economia sem prejudicar a inflação… Ou será que teriam eles perdido a sensibilidade para controlar aquilo que foram desenhados para proteger: o poder de compra ao longo do tempo.

Em outras palavras, não são os ativos que estão subindo, mas, sim, o dinheiro que está caindo. Se a oferta de moeda se expande infinitamente, no limite o dinheiro também pode se desvalorizar infinitamente, partindo de pressupostos monetaristas.

Assim, os ativos sobem não porque deveriam subir, mas porque relativamente você precisa de mais moeda para manter a posições em ativos reais proporcional ao que possuía antes.

Um verdadeiro bear market do dinheiro. Por exemplo, se a exposição de um gestor é de 0,1% em países emergentes, se as autoridades monetárias dobram a oferta de dinheiro, para preservar a posição anterior, relativamente, você leva no curto prazo para 0,2% do total (partindo da noção anterior de carteira); isto é, expansão de 100% - o que explica, de certo modo, a alta recente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tecnologia é a grande vencedora do processo não só pela conjuntura, mas também por um fator mais purista: se não temos sensibilidade para o fundamente e temos recursos (expansão de liquidez), então compramos crescimento (growth em detrimento de value).

Diante disso, podemos ver um movimento de correlação entre os ativos. Na combinação com TINA (there is no alternative) e do FOMO (fear of missing out), somado com a estúpida exacerbação de liquidez, os agentes compram de tudo e a todo o momento. Consequentemente, a correlação entre os ativos caminha para sua máxima em 20 anos; isto é, tudo anda junto em uma só direção…

O problema é que, se cair, cai tudo junto também plausivelmente. 

Destaquei na semana passada e já em algumas vezes no passado: se o dólar é fraco no futuro, o real o será ainda mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Portanto, trate de se preparar para internacionalizar cada vez mais seu portfólio; afinal, quem vai querer manter recursos em reais e no Brasil com taxa de juros tão baixa e sem atratividade nos investimentos?

Trabalhamos em um primeiro momento com algo entre 10% a 15% do patrimônio internacionalizado e, em um segundo momento, podemos começar a mirar os 30.

Existem inúmeras instituições hoje, como a própria Avenue Securities, que têm tornado o processo de internacionalização patrimonial cada vez mais fácil, rápido e prático.

Além de dólar ou outra moeda forte internacional, seria bom pensarmos na maior reserva de valor da história: o ouro. Ter algo como 5% da carteira no ativo, considerando ouro dolarizado (sem hedge) parece salutar - como proteção e investimento direcional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, investimentos alternativos, também no exterior, me parecem interessantes. Fronteira tecnológica,  criptomoedas, saúde alternativa… Investir 1% do total investido em nomes como esse, diversificando bem, parece interessante.

O objetivo é descorrelacionar o portfólio (corrigir do o problema acima apresentado), além de aumentar a assimetria da carteira com oportunidades convexas.

Tudo isso, claro, feito sob o devido dimensionamento das posições, conforme seu perfil de risco, e a devida diversificação de carteira, com as respectivas proteções associadas.

Mann disse que o livro descrevia diversas partes de si mesmo. Nossos portfólios também devem descrever diversas partes de nós mesmos, em toda nossa complexidade e diversidade. Assim, podemos evitar o nosso próprio colapso patrimonial diante da decadência de pragmatismos econômicos antes tão usuais, como ortodoxia fiscal e monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para incentivar o investidor a internacionalizar seu patrimônio, a Empiricus desenvolveu uma série focada em investimentos no exterior, a Money Rider.

Trata-se de uma carteira completa para o investidor que deseja sofisticar consistentemente seu patrimônio. Convido-os a deixar a letargia e pensar em soluções práticas para as carteiras dos investidores diante de um futuro potencialmente sombrio e incerto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar