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De ontem para hoje, os investidores saíram do temor de uma era de descontrole fiscal com a possível saída de Paulo Guedes do governo para um otimismo que beirou a euforia.
A mudança súbita de humor tem relação direta com o “diga ao povo (do mercado) que fico” declarado pelo ministro na noite de ontem.
Afinal, onde está a verdade nesse comportamento bipolar? Como quase sempre, em algum ponto no meio entre esses dois cenários extremos.
As preocupações fiscais que motivaram a onda de vendas na bolsa e a alta do dólar nos últimos dias não foram simplesmente embora.
Mas também é pouco provável que o país dê uma guinada rumo a um novo populismo econômico da noite para o dia.
É preciso, portanto, seguir atento aos sinais. O apoio de Bolsonaro a seu ministro representa que o governo vai voltar à trilha do ajuste fiscal no pós-crise ou o presidente está apenas ganhando tempo para implementar mudanças?
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Dessa resposta vai depender a trajetória da bolsa, do dólar e dos juros no longo prazo. Mas como tem mercado todo dia, hoje foi dia de comemorar.
Sem as tensões políticas para atrapalhar e com os ventos favoráveis vindos do exterior, o Ibovespa retomou o nível de 100 mil pontos perdido na sessão anterior e fechou em alta de 2,48%.
O dólar ficou mais pressionado ao longo do dia, mas acabou cedendo e encerrou em queda de 0,55%. O Ricardo Gozzi, técnico que cobre os mercados aqui no Seu Dinheiro, conta para você a tática que renovou o ânimo dos investidores.
• O Magazine Luiza tem o que festejar. A empresa foi a varejista que mais cresceu nas vendas online no segundo trimestre, segundo dados da XP Investimentos. Saiba mais sobre os números e a reação do mercado aos resultados da empresa.
• Três horas para fazer um negócio. Parece nome de filme, mas foi esse o tempo que os conselheiros independentes da cobiçada Linx tiveram para decidir sobre a venda para a Stone. Quem cobrou por uma definição rápida foi o CEO da empresa. Saiba por quê.
• A ação da B3 é um dos destaques da bolsa neste ano, graças ao aumento no volume de negócios em meio à crise e à entrada das pessoas físicas no mercado. Mas para os analistas do UBS, os papéis da dona da bolsa podem subir ainda mais.
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• A chamada “nova CPMF” tem um jeito de ganhar a aprovação da população. Mas tudo depende da sua contrapartida. Se ela servir para financiar a desoneração e o Renda Brasil, ela alcança o seu máximo de apoio, diz pesquisa XP/Ipespe.
• O governo deve focar em manter o teto de gastos e em ter uma proposta de reforma administrativa. Esta é a visão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que também falou sobre a privatização da Eletrobras, a nova CPMF e o tabelamento dos juros.
• De quanto vai ser a queda? O dado do IBGE ainda não saiu, mas de acordo com o Monitor da FGV, o PIB brasileiro registrou um tombo de 8,7% no 2º trimestre. Se confirmada, será a maior retração da economia pelo menos desde 1980.
• A permanência de Paulo Guedes no governo tem pautado o humor dos investidores nos últimos dias. Mas afinal, qual é o clima para o ministro em Brasília? O Felipe Miranda e os analistas da Arko Advice comentaram o assunto em live. É só dar play!
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