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Você sabe o que as gigantes de tecnologia como Amazon, Microsoft e Facebook, além de empresas brasileiras como XP Investimentos e PagSeguro, têm em comum?
Todas elas possuem ações listadas em bolsas no exterior. Isso significa que você só consegue virar sócio de uma delas se remeter seus recursos e operar por uma corretora lá fora.
Existe, contudo, uma forma de negociar os papéis de companhias estrangeiras sem sair da B3, por meio dos chamados BDRs, que são certificados que representam ações de empresas listadas em bolsas no exterior.
O problema é que, por uma restrição da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), só os chamados investidores qualificados — que possuem pelo menos R$ 1 milhão para aplicar — podem investir em BDRs.
Ou seja, as regras atuais permitem que um investidor comum mande seu dinheiro para fora do país para comprar ações de empresas estrangeiras, mas proíbem que ele faça a mesma operação na bolsa brasileira.
Para corrigir esse aparente contrassenso, a CVM decidiu liberar a compra de BDRs por qualquer investidor. A mudança vale a partir de setembro.
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Mas a reforma na norma vai além e permitirá ainda que empresas com operações no Brasil que tenham ações listadas no exterior emitam BDRs na B3.
Essa proibição é uma das razões pelas quais a XP Investimentos, que abriu o capital em dezembro passado na bolsa norte-americana Nasdaq, não pode ter seus papéis negociados por aqui.
Você pode conferir mais detalhes dessas e outras mudanças nas regras dos BDRs e outras nesta matéria que eu escrevi.
• Na maratona do pregão, a bolsa ficou no azul a maior parte do dia. Mas o impasse na aprovação de uma nova rodada de estímulos fiscais nos Estados Unidos acabou azedando o humor dos investidores, como você confere na nossa cobertura.
• Logo após o fechamento do pregão, a XP Investimentos anunciou seus resultados, com um lucro de R$ 565 milhões no segundo trimestre, uma alta de 148% em relação a igual período do ano passado.
• A Stone confirmou acordo para incorporar a Linx, em uma operação que avaliou a empresa de tecnologia em R$ 6 bilhões. Saiba mais sobre a operação que fez os papéis da Linx dispararem mais de 30% hoje.
• O Santander informou ao fundo imobiliário RBVA11 que não renovará os aluguéis de 26 agências. A decisão vem após o banco tentar — sem sucesso — baixar os valores na Justiça. A Julia Wiltgen explica essa história.
• Expandindo horizontes em meio à crise. A Azul lançou hoje uma nova empresa de aviação regional e pretende chegar a 200 cidades, a Azul Conecta. A companhia é fruto da aquisição da TwoFlex, anunciada no início deste ano.
• O varejo refez as contas do cenário da crise — e está mais otimista. Agora, o setor prevê queda menor neste ano devido ao auxílio emergencial, com uma retração de 6,7% no ano. É ruim, mas a estimativa anterior era bem pior.
• O seleto clube dos bilionários tem mais um integrante: é Tim Cook, atual CEO da Apple. O substituto de Steve Jobs detém oficialmente um patrimônio que supera US$ 1 bilhão, segundo a Bloomberg. Saiba como ele conquistou uma vaga na seleção.
• Talvez você não saiba, mas pode ter na carteira um investimento que rendeu mais do que a poupança e o dólar. Estou falando do FGTS. Os cotistas do fundo de garantia tiveram um retorno de 4,90% em 2019. Veja a comparação com outras aplicações.
• A Selic renovou a mínima na semana passada, agora em 2% ao ano. Algo impensável há alguns anos. Para aqueles que sentem a queda na rentabilidade das aplicações mais conservadoras, a Dara Chapman mostra como dar os primeiros passos para além da renda fixa.
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