Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Desbancando mitos

Maioria dos investidores iniciantes aprendeu com influenciadores, mas não parecem tão despreparados assim

Pesquisa da B3 com investidores pessoas físicas que ingressaram na bolsa entre abril de 2019 e abril de 2020 desbanca preconceitos, mostrando amadurecimento do pequeno investidor

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
14 de dezembro de 2020
16:37
Sede da B3
Sede da B3 - Imagem: Shutterstock.com

O ano de 2020 foi marcado por uma série de fatos extraordinários, muitos deles ocorridos no mercado financeiro. A pandemia derrubou bolsas ao redor do mundo, paralisou as negociações na B3 por diversas vezes, levou os contratos de petróleo a serem negociados a preços negativos e causou pânico nos investidores num primeiro momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o investidor pessoa física brasileiro surpreendeu em sua resiliência. Não só não saiu correndo da bolsa, como entrou comprando mesmo no pior momento da pandemia, e viu suas ações valorizarem fortemente desde então, tendo a chance inclusive de embolsar seus ganhos ao vender seus papéis para o investidor estrangeiro, que agora retorna à bolsa local.

A B3 terminou 2019 com quase 1,7 milhão de contas de pessoas físicas, o que equivale, mais ou menos, a 1,4 milhão de CPFs (uma mesma pessoa pode ter conta em mais de uma instituição financeira, daí o número de contas ser um pouco maior que o de CPFs). Em novembro deste ano, o número de contas chegou a 3,2 milhões, sendo 2,7 milhões de CPFs. Ou seja, um crescimento de 88% no número de contas e 93% no de CPFs.

Tamanho salto no número de pessoas físicas na bolsa, ainda mais num ano de crise, pode parecer surpreendente ou mesmo acionar uma luz amarela sobre se essas pessoas realmente sabem o que estão fazendo, se não entrarão em pânico no primeiro soluço do mercado e sairão correndo, e se não podem acabar perdendo grande parte do seu suado dinheirinho numa espécie de aventura pela renda variável.

A B3 publicou hoje um estudo que parece desbancar alguns mitos e preconceitos que costumamos ter com os investidores iniciantes, e mostrar que os novatos talvez não estejam assim tão despreparados. Foram levados em conta dados da base da própria B3 e uma pesquisa realizada com pessoas que começaram a investir em ativos custodiados na B3 entre abril de 2019 e abril de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pesquisa, portanto, abarca um universo de 2 milhões de pessoas que fizeram seu primeiro investimento nesse período, seja em ativos de renda variável (ações, fundos imobiliários e ETFs) como também no Tesouro Direto e em ativos de renda fixa bancária, como CDBs, LCIs e LCAs. Por volta de um milhão desses iniciantes investiram em ativos de renda variável no período.

Leia Também

Por um lado, chama atenção o dado de que 73% das pessoas ouvidas disseram que pelo menos uma das suas fontes de informação para aprender a investir foram canais de YouTube e influenciadores digitais, item que recebeu mais respostas. Além disso, 73% citaram a internet como uma das fontes de informação para tomar decisões de investimento e 60% citaram influenciadores digitais.

Isso poderia acender um alerta, pois sabemos que se encontra de tudo nas redes sociais. Existem ótimos influenciadores, fazendo um bom trabalho de educação financeira, mas também existem casos de pessoas sem preparo, aventureiros e até mesmo golpistas.

O crescimento dos influenciadores digitais tem sido, inclusive, alvo de atenção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que recentemente emitiu um Ofício Circular sobre a atuação desses profissionais na recomendação de investimentos, atividade que é regulada pela autarquia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o comportamento da pessoa física, segundo a pesquisa feita com os novos investidores, tem se mostrado exemplar, desbancando uma série de mitos e preconceitos que se costuma ter sobre esse tipo de investidor.

Entre os principais motivos para começar a investir foi citada a vontade de aprender; a maioria dos investidores ouvidos começou a investir com poucos recursos, como quem coloca a ponta do pé na água antes de mergulhar; e mesmo aqueles com patrimônio ainda pequeno estão apostando na diversificação.

O sentimento de fazer o seu primeiro investimento também mostra que o investidor não está se sentindo inseguro ou amedrontado - mesmo que muitos deles tenham ingressado no mercado justamente no ápice da crise do coronavírus, em março e abril. Segundo o levantamento, a maior parte das sensações relatadas pelos investidores ao começar a investir foi positiva.

Não foi só a queda dos juros

Um dos principais fatores que levaram o investidor a começar a investir nos últimos tempos foi a queda na taxa básica de juros, que reduziu a rentabilidade da poupança e das aplicações de renda fixa tradicional, às quais a pessoa física está tão acostumada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso fica evidente na pesquisa da B3, mesmo que os investidores não saibam exatamente que a responsável por levá-los a outros ativos foi a Selic baixa. Das pessoas ouvidas, 33% relataram que o principal motivo de terem começado a investir foi a busca por produtos de investimento com maior rentabilidade (certamente perceberam que a poupança e a renda fixa tradicional estavam rendendo menos do que antes), e 11% citaram diretamente a baixa remuneração da poupança e a queda na taxa de juros.

Porém, um dos motivos citados chama a atenção: nada menos que 38% dos investidores disseram que o principal motivo de terem começado a investir foi a vontade de aprender a aplicar em outras modalidades de investimento. Na fatia com patrimônio acima de R$ 100 mil, esse percentual chegou a 46%.

Ponto para a pessoa física. A única maneira de realmente aprender a investir é investindo. Se você nunca começar, nunca vai realmente aprender.

Influenciadores em alta

Como eu disse anteriormente, a fonte de aprendizado sobre investimentos mais citada (os pesquisados podiam citar mais de uma) foram os canais de YouTube e influenciadores, com 73% das menções. Em seguida, vieram as plataformas on-line de investimentos (45%), o que evidencia a importância do recente investimento em conteúdo por parte das instituições financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em terceiro lugar (31%) foram citados os amigos e em quarto (20%) a mídia tradicional impressa, como jornais, revistas e livros.

Como fonte de informação para tomada de decisões de investimento, a internet se destaca, tendo sido citada por 73% dos pesquisados. Em seguida, com 60%, aparecem os youtubers e influenciadores, e empatados, com 38% cada, as comunicações das instituições financeiras (como e-mails e notificações) e suas redes sociais. Redes sociais em geral vêm em seguida, com 36% das menções. Novamente, os pesquisados puderam citar mais de um item.

Quem acompanha o universo dos investimentos sabe que, nos últimos anos, redes como Twitter e Instagram ganharam muita importância para os investidores, pois são espaços onde a pessoa física pode entrar em contato direto não só com os influenciadores como também com analistas, gestores de fundos, economistas, consultores financeiros e outros profissionais deste mercado.

Inclusive, 35% dos entrevistados disseram estar dispostos a investir com base nas recomendações de portais de internet (espero que o Seu Dinheiro esteja entre eles!), 32% com base nas indicações de youtubers e influenciadores e 22% com base em relatórios de análise. Também foi aceita mais de uma resposta por pessoa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é só para os endinheirados

Os novos investidores também desbancaram o mito de investimento, inclusive em bolsa, é só para quem tem muito dinheiro.

Mais da metade (56%) dos novos investidores tem renda familiar até R$ 5 mil, enquanto que 29% tem renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

Além disso, seguindo a tendência de estudos anteriores, o valor do primeiro investimento das pessoas físicas tem caído. Nos últimos dois anos, houve um recuo de 58% no valor do aporte inicial, que passou de R$ 1.916 em outubro de 2018 para R$ 660 em outubro de 2020.

Seguindo a tendência de pesquisas anteriores, o valor do primeiro investimento entre os investidores pessoa física tem caído. Nos últimos dois anos, caiu 58%, saindo de R$ 1.916, em outubro de 2018, para R$ 660, em outubro de 2020. Entre os investidores mais jovens, os valores são menores ainda. Em outubro de 2020, o valor médio do investimento inicial era de R$ 225 entre os investidores de 16 a 25 anos de idade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pessoa física diversifica

Mesmo os investidores com poucos recursos investidos - e principalmente eles - estão diversificando os seus investimentos, mostrando que entendem o risco de ficar concentrado demais em um só ativo.

Daqueles com até R$ 10 mil investidos, 30% têm mais de cinco ativos na carteira, 16% têm dois ativos e 11% têm três ativos. Apenas 26% têm só um ativo.

Fonte: B3

A diversificação também fica evidente quando se analisa o tipo de produto negociado em bolsa - ação, fundo imobiliário e ETF. A evolução com o passar dos anos mostra que, em 2016, 76% dos investidores de bolsa tinha somente ações, o que correspondia a 61% do patrimônio das pessoas físicas em renda variável.

A partir de 2019, apenas cerca de metade dos investidores de bolsa passou a deter somente ações, o que corresponde a pouco mais de 40% do patrimônio das pessoas físicas em renda variável. Cerca de 30% das pessoas passaram a deter também fundos imobiliários, e apenas uma fração investe apenas em FII ou ETF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a B3, 46% dos entrevistados na pesquisa passaram a ter posição em mais de um produto de renda variável após começarem a investir.

This image has an empty alt attribute; its file name is diversificacao2.jpg
Fonte: B3

A diversificação ocorre também pelas classes de ativos. Do total de entrevistados, 72% possuem ações, 37% possuem fundos imobiliários, 42% têm recursos no Tesouro Direto, 38% têm dinheiro na poupança e 26% investem em CDB.

A pessoa física saiu da poupança ou nem passou por ela

Apesar das captações recordes da caderneta de poupança em tempos recentes, 53% dos entrevistados disseram que os recursos utilizados para realizar seu primeiro investimento em ativos custodiados na B3 no período analisado não estavam alocados em outro investimento antes. Ou seja, tratam-se de recursos novos no seu patrimônio.

Já 43% disseram que sim, o recurso investido no período estava em outro investimento. Destas pessoas que realocaram seus investimentos, 49% vinha deixando esse dinheiro na poupança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações foram o principal destino dos recursos dos novos investidores na B3 (43%), seguidas do Tesouro Direto, cuja custódia é feita pela administradora da bolsa (32%), CDB (15%) e fundos imobiliários (13%).

Viver de day trade

Outro preconceito comum acerca do investidor pessoa física na bolsa é que a maioria deles teria o sonho de viver de day trade. Mas os dados do levantamento da B3 mostram que é só uma minoria que realiza esse tipo de operação - que consiste em comprar e vender um ativo no mesmo dia - e que a maioria esmagadora das pessoas físicas não são investidores em tempo integral.

Segundo a B3, cerca de 65% de todas as operações de day trade realizadas no primeiro semestre de 2020 estão concentradas em um grupo de cerca de 10 mil investidores.

Eles também estão investindo pouco - e bem menos do que nos anos anteriores. Até 2018, a mediana dos valores negociados pelas pessoas que realizaram ao menos uma operação de day trade por ano ficava na faixa dos R$ 3 mil. Desde o ano passado, a mediana caiu para a faixa de R$ 600.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, 60% dos investidores que realizaram day trade no mercado à vista em 2020 tiveram resultado positivo, com uma mediana de R$ 48. Entre os que tiveram resultado negativo, a mediana foi de R$ 38.

Quanto às ocupações dos investidores ouvidos pela pesquisa, 62% trabalham em tempo integral e 11% são empresários/donos dos próprios negócios.

A pessoa física não vai sair correndo no primeiro soluço do mercado

Um dos temores acerca da massiva entrada de pessoas físicas na bolsa nos últimos anos é que esse investidor iniciante se assuste com a volatilidade da renda variável e saia correndo no próximo soluço do mercado.

Bem, a quantidade de pessoas físicas na B3 em 2019 já havia dobrado em relação a 2018, e esses investidores não debandaram com a queda de quase 50% do Ibovespa durante a crise do coronavírus nos mercados. Pelo contrário, o número de CPFs na bolsa continuou aumentando ao longo deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntados sobre o que os faria resgatar o investimento atual, 64% disseram que só resgatariam se precisassem do dinheiro. Apenas 28% citaram queda na rentabilidade, e 7% mencionaram queda na bolsa/Ibovespa (era possível citar mais de um motivo).

Perguntados se investiriam novamente no momento da pesquisa (realizada em junho deste ano), 91% disseram que certamente ou muito provavelmente investiriam.

Quanto ao sentimento de investir pela primeira vez, 34% se disseram entusiasmados, 24% seguros, 19% confortáveis e 13% felizes. Apenas 7% se disseram preocupados e 5% desconfiados, os menores percentuais. Também era possível citar mais de um sentimento.

Além disso, segundo a B3, as mais de 1,3 milhão de pessoas que entraram pela primeira vez no mercado à vista de renda variável em 2020 (entre janeiro e outubro), têm uma permanência mais longa na bolsa do que a observada em grupos de iniciantes em épocas anteriores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2018, entre 25% e 30% dos investidores de bolsa zeraram suas posições após seis meses. Neste ano, isso ocorreu com apenas entre 20% e 25% dos investidores novatos, o que mostra uma persistência maior da pessoa física em um tipo de investimento que é tipicamente de longo prazo.

Metodologia da pesquisa e perfil demográfico do investidor

O estudo completo da B3 sobre o perfil e o comportamento do investidor pessoa física considera tanto os dados atualizados da central depositária de renda variável da B3 (por isso alguns dados datam de outubro de 2020), quanto uma pesquisa realizada em junho deste ano com 1.371 investidores de todo o Brasil, com idade entre 18 e 65 anos, das classes A, B e C, e que investiram pela primeira vez em ativos custodiados na B3 (de renda fixa ou variável) entre abril de 2019 e abril de 2020. Essa amostra representa um universo de cerca de 2 milhões de novos investidores.

A pesquisa concluiu que os investidores iniciantes naquele período eram majoritariamente homens (74%), jovens (idade média de 32 anos, sendo 42% na faixa de idade entre 25 e 34 anos), sem filhos (60%), com renda mensal até R$ 5 mil (56%) e com trabalho em tempo integral (62%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar