O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aversão ao risco que marcou a curta semana de carnaval prevalece hoje, com os mercados ainda temendo os impactos da disseminação do coronavírus na economia
A forte aversão ao risco que marcou a curta semana de carnaval prevalece nesta sexta-feira (28), com os mercados ainda temendo os impactos da disseminação do coronavírus na economia. Como resultado, o Ibovespa segue em queda firme e o dólar à vista busca novas máximas.
O principal índice da bolsa brasileira abriu em baixa e permaneceu no vermelho durante toda a sessão. Por volta de 17h10, recuava 0,23%, aos 102.742,07 pontos — na mínima, foi a 99.950,96 pontos (-2,94%). O Ibovespa não aparecia abaixo dos 100 mil pontos desde 8 de outubro do ano passado.
A nova sessão negativa do mercado acionário brasileiro ocorre em linha com o comportamento das bolsas globais: na Ásia e na Europa, as principais praças caíram mais de 3%; nos EUA, o Dow Jones (-3,22%), o S&P 500 (-2,50%) e o Nasdaq (-1,87%) também operam em baixa firme.
No câmbio, o dólar à vista chegou a tocar os R$ 4,5141 na máxima (+0,84%), mas perdeu força ao longo do dia, fechando em leve alta de 0,05%, a R$ 4,4785. Essa suavização, no entanto, não serve como consolo: a moeda americana fechou fevereiro com um ganho acumulado de 4,52%.
A nova rodada de ganhos do dólar ocorreu mesmo após a atuação do Banco Central (BC). Mais cedo, a autoridade monetária ofertou US$ 4,6 bilhões, na tentativa de aliviar a pressão sobre a divisa norte-americana.
Às 9h30, o BC fez um leilão de swap cambial de US$ 1 bilhão, não associado a nenhuma rolagem, e, às 10h20 vendeu US$ 3 bilhões com compromisso de recompra da moeda no futuro.
Leia Também
O BC ainda fez, às 11h30, um novo leilão de swap cambial, no valor de US$ 650 milhões, para a rolagem antecipada de vencimentos programados para abril.
Os mercados permanecem tensos com o coronavírus. Nesta quinta-feira (27), a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para a possibilidade do surto se tornar uma pandemia, mas disse também que a doença pode ser contida.
No Brasil, o número de casos suspeitos já é de 132, com apenas um confirmado; no mundo, já são mais de 2,8 mil mortos e quase 84 mil contaminados pela doença.
Novos dados da economia local pouco influenciam na tomada de decisão dos investidores nesta sexta-feira. Às 9h, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que o desemprego continua elevado no País.
A taxa de desocupação ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, chegando a 11,9 milhões de pessoas — em linha com as estimativas do mercado.
O dado representa uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (de agosto a outubro de 2019), quando ficou em 11,6%. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12,0%, houve queda de 0,8 ponto percentual.
Já o Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 2,2 pontos na passagem de janeiro para fevereiro, alcançando 115,1 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador persiste na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos).
Também não ajuda a percepção de que o clima em Brasília está pouco propenso ao avanço de reformas, com o Executivo em conflito com o Legislativo. No início da semana, o BR Político, do Estadão, revelou que o presidente Jair Bolsonaro disparou do próprio celular vídeos convocando pessoas para uma manifestação contra o Congresso.
Nesse contexto de fraqueza econômica e incerteza internacional, o mercado continuou apostando num novo corte da Selic. Assim, as curvas de juros de curto prazo destoaram do dólar à vista e fecharam em baixa nesta sexta-feira.
Veja abaixo como ficaram os principais DIs hoje:
O pregão desta sexta-feira tinha entre as maiores altas a ação ON da MRV (MRVE3). Destaque também para os grandes bancos, cujos papéis são vistos como mais seguros. Já as ações do IRB Brasil se destacavam entre as baixas, revertendo os ganhos do pregão de ontem.
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem