🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Azedou

Risco-Covid: Ibovespa vira e fecha nas mínimas com avanço da pandemia nos EUA

O Ibovespa perdeu força e voltou aos 98 mil pontos, repercutindo o aumento na percepção de risco após a Califórnia anunciar o fechamento de restaurantes e outros tipos de estabelecimentos por causa do aumento de casos do coronavírus no estado. O dólar também foi afetado e subiu a R$ 5,38

Victor Aguiar
Victor Aguiar
13 de julho de 2020
18:12 - atualizado às 19:16
Coronavírus Covid EUA Ibovespa dólar mercados
Imagem: Shutterstock

Os recém-conquistados 100 mil pontos do Ibovespa tiveram vida curta: o índice bem que tentou sustentar os três dígitos nesta segunda-feira (13), operando em alta durante boa parte do pregão. Mas, na fase final das negociações, uma onda de cautela abalou as bolsas americanas — e o índice brasileiro acabou cedendo a um movimento de correção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a manhã, o Ibovespa chegou a subir 0,83%, aos 100.857,68 pontos — e, em linhas gerais, manteve-se no campo positivo sem maiores dificuldades até o meio da tarde. E esse tom positivo visto por aqui apenas refletia o comportamento das bolsas externas: nos EUA e na Europa, os mercados avançavam sem dificuldades.

Mas, pouco antes das 15h30, Wall Street começou a perder força — um movimento que também foi sentido na B3, com o Ibovespa começando a escorregar. Os 100 mil pontos foram perdidos, as perdas foram aumentando e, ao fim do dia, o índice brasileiro estava nas mínimas da sessão.

  • Eu gravei um vídeo para falar um pouco mais a respeito da dinâmica por trás dos mercados neste início de semana. Veja abaixo:

No fechamento, o Ibovespa marcava 98.697,06 pontos, em queda de 1,33% — nos EUA, o S&P 500 (-0,94%), o Nasdaq (-2,13%) e o Dow Jones (+0,04%) tiveram trajetória semelhante, encerrando perto das mínimas da sessão.

No mercado de câmbio, a cautela também se fez sentir: o dólar à vista, que apresentava ganhos moderados durante a manhã, acelerou e terminou em alta de 1,25%, a R$ 5,3885 — lá fora, a divisa americana se valorizou em relação às moedas de países emergentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um ponto interessante da sessão desta segunda é que o pano de fundo para as negociações permaneceu o mesmo durante o dia todo: os investidores reagiram ao aumento dos casos de coronavírus nos EUA. Então, o que aconteceu no meio da tarde para que a percepção de risco dos investidores aumentasse tanto?

Leia Também

De repente, Califórnia

Um dado preocupante ganhou as manchetes dos principais jornais do mundo no fim de semana: somente no sábado, a Flórida registrou mais de 15 mil novos casos de coronavírus, um novo recorde para um estado americano num período de 24 horas.

Para se ter uma dimensão melhor do que esse número representa: a Coreia do Sul inteira tem menos de 14 mil ocorrências da doença desde o início da pandemia.

Vale lembrar que a Flórida é um dos estados em que a flexibilização das regras de isolamento social ocorreu de maneira mais intensa — até mesmo os parques da Disney voltaram a funcionar durante o fim de semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a união dessas informações aponta para uma mesma direção: se a reabertura tiver ocorrido cedo demais e tivermos uma nova explosão no total de casos, é possível termos retrocessos no processo de normalização nos EUA — o que, naturalmente, provocaria um impacto à recuperação da economia do país e do mundo.

Dito isso, os investidores não se mostravam tão abalados por esse dado durante a manhã: havia alguma cautela — o que ajuda a explicar a pressão vista no câmbio —, mas, em linhas gerais, o otimismo em relação à economia dos EUA era predominante. E, afinal de contas, não havia qualquer menção concreta a uma nova onda de fechamentos.

Pois é: não havia. E, para a surpresa do mercado, a iniciativa não partiu da Flórida: quem decidiu retroceder no processo de reabertura foi o governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom:

"Os novos casos de Covid-19 continuam aumentando num ritmo alarmante. A Califórnia determina o fechamento das operações em ambientes fechados de restaurantes, vinícolas, cinemas, zoológicos, museus e salas de jogos. Os bares devem fechar todas as operações", comunicou o governador.

A curva de contágio na Califórnia também teve um salto: nas últimas 24 horas, foram mais de 8 mil novos casos no estado — desde o início da pandemia, já são mais de 7 mil mortes na região. Em alguns condados, também foi determinado o fechamento de salões de beleza e academias.

A notícia mexeu com os ânimos dos investidores, que começam a ver uma eventual segunda onda da doença nos EUA ficando cada vez mais palpável. E, com isso, aumenta a percepção de risco quanto ao futuro da economia do país: uma nova onda de fechamentos pode afetar fortemente o nível de atividade no país.

Juros hesitantes

Já o mercado de juros futuros apresentou um viés de estabilidade nesta segunda, aguardando novos dados de inflação a serem divulgados por aqui ao longo da semana. O IBC-Br de maio, com publicação prevista para amanhã, também pode mexer com as curvas:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2021: estável em 2,06%;
  • Janeiro/2022: de 3,02% para 3,03%;
  • Janeiro/2023: de 4,09% para 4,11%;
  • Janeiro/2025: de 5,56% para 5,57%.

Top 5

Veja abaixo os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa nesta segunda-feira. O setor de mineração e siderurgia apareceu entre os destaques positivos, impulsionado pela alta de quase 4% do minério de ferro na China — a commodity ultrapassou a marca de US$ 110 a tonelada no porto de Qingdao.

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
IRBR3IRB ON9,72+5,65%
CSNA3CSN ON11,67+3,92%
EGIE3Engie ON44,00+2,47%
CVCB3CVC ON22,52+2,36%
BRAP4Bradespar PN38,15+1,57%

Confira também as cinco maiores baixas do dia:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
ABEV3Ambev ON14,00-5,72%
CYRE3Cyrela ON26,54-5,32%
NTCO3Natura ON39,90-5,07%
YDUQ3Yduqs ON33,98-4,42%
UGPA3Ultrapar ON17,70-4,38%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar