🔴 [NO AR] TOUROS E URSOS: QUEM BRILHOU DENTRO E FORA DA ECONOMIA EM 2025? – CONFIRA OS TOUROS DO ANO

Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

Estrangeiros na B3

Back in Brazil! Por que os gringos voltaram à bolsa — e o que pode afastá-los de novo

B3 tem fluxo robusto dos investidores estrangeiros em novembro diante de boas condições globais. Conheça quatro razões para o retorno dos gringos

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
15 de dezembro de 2020
5:55 - atualizado às 0:17
Imagem: Shutterstock

Novembro foi realmente um mês histórico para a bolsa. Em um ano marcado para uma pandemia sem proporções na história recente, o Ibovespa fechou o mês passado com a melhor performance desde 1999, superando o desempenho de todos os mercados mundiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal índice da B3 subiu, em dólares, 23,5% no mês passado, seguido pelo indicador da Bolsa de Valores de Moscou, que teve valorização de 20,2%.

O desempenho foi tão bom que atenuou a queda vista no acumulado do ano – o Ibovespa entrou em novembro com uma perda total de 20,7% e saiu com um recuo de 8,1%. Até o momento, dezembro parece seguir essa tendência, com o índice acumulando alta de quase 6%, ajudando a atenuar o resultado no ano – queda de 0,26%.

Um dos motivos para esta melhora é a volta dos investidores estrangeiros, que vieram ao País com a carteira aberta. A Bolsa brasileira nunca viu tanto dinheiro vindo de fora como em novembro. No mês passado, o fluxo alcançou R$ 30 bilhões, o maior valor desde 1995, quando esse dado começou a ser computado.

O movimento se mantém em dezembro. Até o dia 10, os ingressos de recursos vindo de fora para a Bolsa somaram R$ 7,54 bilhões, com compras totalizando R$ 130,9 bilhões e as vendas somando R$ 123,4 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano, porém, a saída de estrangeiros ainda soma R$ 44 bilhões, mostrando que o movimento de volta é relativamente recente. Ao considerar recursos que entraram para ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) e ofertas subsequentes (follow ons), o saldo é negativo em R$ 24,4 bilhões.

Leia Também

Num momento em que o rumo das contas públicas é motivo de questionamentos, qual a razão para a volta dos estrangeiros ao país? Eu conversei com diversos gestores e trago a seguir quatro motivos pelos quais os estrangeiros estão voltando, o que eles estão buscando e o que pode reverter este fluxo:

1. Otimismo pelo mundo

Não é preciso nem dizer como 2020 foi ruim para os mercados. Uma pandemia sem precedentes históricos interrompeu as atividades em todo o mundo, derrubando todas as bolsas de valores.

Mas o mundo começa a ver luz no fim do túnel. As notícias de que várias vacinas contra covid-19 devem estar disponíveis ao grande público no começo do ano que vem deram coragem aos investidores, que passaram a se arriscar mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sentimento positivo também tem a ver com as eleições nos Estados Unidos. A escolha de Joe Biden à presidência agradou, dado seu perfil bem mais moderado comparado a Donald Trump e sua postura mais pró-comércio global.

A composição do Congresso, com os republicanos conseguindo manter o controle do Senado, dissipou medos da possibilidade de aprovação de medidas que aumentem em demasia os gastos governamentais.

“Estamos vendo a bolsa brasileira sendo levada pelos movimentos de fora do Brasil, num rali que começou e vai sendo impulsionado mais pela situação de fora do que a do país”, disse o chefe de pesquisa de ações para América Latina do BTG Pactual, Carlos Sequeira.

2. Muito dólar e câmbio favorável

O mundo também vive um momento de alta liquidez nos mercados globais. Para combater os efeitos da pandemia, os maiores bancos centrais do mundo adotaram um conjunto de medidas classificado pelos economistas de “política monetária acomodatícia”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Basicamente, são ações voltadas para estimular a atividade dos países pelo lado monetário, como redução das taxas de juros a patamares historicamente baixos e injeção de recursos por meio de, entre outras coisas, políticas de compra de títulos públicos.

O receituário foi especialmente forte nos Estados Unidos, onde o Federal Reserve (Fed) baixou os juros para uma faixa de zero a 0,25% e está comprando US$ 80 bilhões em títulos públicos e US$ 40 bilhões em títulos hipotecários por mês desde junho. Recentemente, informou que pretende manter a taxa de referência próxima a zero até o fim de 2023.

Com mais recursos disponíveis e uma perspectiva positiva em relação ao futuro, os investidores foram às compras pelo mundo. E quando olharam para o Brasil, eles encontraram um câmbio num bom patamar. As dúvidas a respeito dos riscos fiscais colaboraram para uma forte depreciação do real. No acumulado do ano, a desvalorização é de 21,4%, sendo que ela atingiu 28% em outubro.

“Nós pegamos todas as principais moedas do mundo e olhamos pelo PPP [sigla em inglês para paridade do poder de compra, um cálculo para verificar o poder de compra de diferentes moedas] para ver qual é a moeda mais atrativa e o impacto para o mercado acionário, pelos olhos do estrangeiro”, afirmou o estrategista-chefe de ações do Santander, Daniel Gewehr. “E vimos que o real está negociando dois dígitos abaixo do histórico, o que tornou a Bolsa barata em termos relativos.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Rotation trade

Talvez você já tenha ouvido falar, mas os mercados estão passando pela chamada rotation trade, que nada mais é do que um movimento de troca de ações nos portfólios.

Durante a pandemia, a maioria dos investidores buscou ter ativos ligados a tecnologia e e-commerce, segmentos considerados de growth — com perspectivas de crescimento acelerado. Com a imposição de restrições à circulação de pessoas pelo mundo e fechamento do comércio, as pessoas passaram a utilizar muito mais a internet para realizar serviços, compras e se divertir.

Este é um dos principais motivos pelo qual ações de Alphabet (dona do Google), Facebook e Netflix acumulem altas de 30%, 34% e 57%, respectivamente. No Brasil, entre as beneficiadas estão Magazine Luiza (MGLU3), com alta de 95,6%, e B2W (BTOW3), com 25,5%.

Diante das perspectivas de retomada das economias e da forte valorização dos papéis das companhias “vencedoras” da pandemia, os investidores estão buscando ativos baratos e da chamada “velha” economia, principalmente daquelas companhias de maior valor e liquidez. A busca agora é por ativos com valor (value, porque em inglês é mais bonito).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Agora que nos parece que a pandemia se aproxima do ponto de controle, a expectativa é de recuperação do mundo offline no mundo real”, disse Eduardo Mendez, chefe de mercado de capitais e renda variável para América Latina do Morgan Stanley. “Todas essas ações, que subperformaram, passam a ser percebidas como baratas.”

Dentro desta estratégia de rotação de ativos, a bolsa brasileira possui enormes oportunidades em relação a outros mercados. Quase 70% do Ibovespa é composto por ativos considerados de valor — de exportadoras de commodities, bancos, operadores de ativos de infraestrutura e shopping centers.

4. Volta da China

Epicentro da pandemia de covid-19, a China sofreu bastante entre o final de 2019 e o início deste ano, sendo um dos primeiros a paralisar as atividades para conter a proliferação do novo coronavírus.

O país asiático, porém, conseguiu se recuperar antes que todo mundo, expandindo 4,9% no terceiro trimestre. E ao contrário da maioria, deve fechar o ano com crescimento, ainda que de 1,9%, segundo as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), abaixo das expansões de dois dígitos que apresentou ao longo das últimas duas décadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pequim lançou mão de incentivos fiscais para reiniciar a economia, com liberação de crédito e medidas de apoio às empresas, o que resultou na volta da produção industrial, das exportações e dos investimentos em infraestrutura.

A retomada do maior parceiro comercial do País beneficia principalmente as produtoras de commodities, como por exemplo a Vale (VALE3). E as ações desses setores são justamente aquelas mais visadas pelos estrangeiros no processo de rotação das carteiras, por estarem enquadradas na categoria value.

O que pode dar errado?

Todos os analistas com quem conversei demonstraram bastante otimismo em relação a 2021. Os quatro fatores citados acima levam a crer que os estrangeiros devem continuar vindo para a Bolsa. Mas tem uma coisinha que pode atrapalhar: o descontrole das contas públicas.

Há alguns anos o Brasil registra déficits primários, vê sua dívida bruta crescer fortemente. O país esteve por um tempo controlando a trajetória dos gastos públicos, principalmente após a aprovação do teto de gastos, em 2016. Só que a pandemia forçou o governo federal a liberar recursos para a economia, por meio do auxílio emergencial de R$ 600 e empréstimos para empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nenhum economista entende que isso foi errado. A crise provocada pela covid-19 exigia uma atitude do governo para que a situação não fosse pior do que está atualmente. Mas eles afirmam que estas medidas não podem seguir em frente. Caso contrário, o Brasil quebra e perde a credibilidade na praça, afugentando os recursos vindo de fora.

A boa notícia é que os investidores estrangeiros não estão, neste momento, tão preocupados assim. “Na cabeça do estrangeiro, ele pensa ‘eles [Brasil] gastaram R$ 2 trilhões em 2020, por conta da pandemia, mas com o teto este gasto vai para R$ 1,5 trilhão’”, diz o gestor de investimentos na Kinea Investimentos, Marco Freire. “O estrangeiro está vendo que o mundo inteiro gastou dinheiro, está com juros baixos. O problema fiscal é presente em muitos outros lugares.”

Ainda que o mundo tenha aumentado os gastos para lidar com a pandemia, isso não significa que o País pode relaxar, ressaltou Freire. A situação ainda é delicada, e notícias vindo de Brasília sobre políticos buscando formas de driblar o teto de gastos não ajudam.

Mesmo que a situação fiscal tenha gerado uma taxa de câmbio favorável, um descontrole desarranja a economia de tal forma que o investimento não vale mais a pena, porque resulta em uma inflação elevada que diminui os retornos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E é bom o governo ficar esperto. O gestor da Kinea ressaltou que os recursos internacionais não estão vindo apenas para o Brasil – nós estamos competindo com o restante dos mercados emergentes. E sinalizações negativas a respeito das contas públicas afugentam quem inicialmente teria interesse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

OS MAIORES DO ANO

Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking

19 de dezembro de 2025 - 14:28

Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel

MEXENDO NO PORTFÓLIO

De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação

19 de dezembro de 2025 - 11:17

Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar

MERCADOS

“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237

18 de dezembro de 2025 - 19:21

Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)

ENTREVISTA

‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus

18 de dezembro de 2025 - 19:00

CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.

OTIMISMO NO RADAR

Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem

18 de dezembro de 2025 - 17:41

Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário

PROVENTOS E MAIS PROVENTOS

Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025

18 de dezembro de 2025 - 16:30

Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira

ONDA DE PROVENTOS

Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall

18 de dezembro de 2025 - 9:29

A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão

HORA DE COMPRAR

Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo

17 de dezembro de 2025 - 17:22

Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar