Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Marina Gazzoni

Marina Gazzoni

Diretora-Executiva do Seu Dinheiro e Money Times. Tem 20 anos de experiência em gestão, edição e reportagem de projetos de conteúdo de Economia, passando por Empiricus Research, G1/Globo, Folha, Estadão e IG. Tem MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais e MBA em Marketing Digital. É planejadora financeira CFP® e mestranda na FGV (Inovação Corporativa).

ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO

‘Estamos em um mundo caro. Não dá mais para comprar ações aleatoriamente’, diz sócio da Geo Capital

Para Gustavo Aranha, a recente queda no preço das ações provocada pelo surto de coronavírus abre oportunidades para comprar ações de boas companhias no exterior que antes estavam caras.

Marina Gazzoni
Marina Gazzoni
26 de fevereiro de 2020
5:56 - atualizado às 11:11
Gustavo Aranha, sócio da Geo Capital
Gustavo Aranha, sócio da Geo Capital - Imagem: Divulgação

A entrevista com um dos sócios da Geo Capital, a única gestora brasileira 100% focada em investimentos em ativos no exterior, começa com uma provocação: "não está tudo muito caro na bolsa americana? O S&P 500 (principal índice de ações dos EUA) está perto das máximas e muitos economistas acham que vai cair este ano". Gustavo Aranha concordou que os preços estão esticados, mas ainda assim defendeu a compra de ações lá fora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Parece que estamos em um mundo caro. Mas ainda há coisas muito baratas. O que não dá mais para fazer é comprar ações aleatoriamente."

O executivo faz referência ao investimento em ações via ETFs, os fundos que replicam índices como o S&P 500 ou o Ibovespa. A tendência é que as ações ganhem um peso nesses indicadores na medida em que seu valor de mercado aumenta. "O índice 'compra' as ações que estão mais caras", simplifica Aranha.

Criada em 2013 para oferecer aos brasileiros fundos que investem em ativos no exterior, a Geo Capital tem hoje cerca de R$ 1 bilhão sob gestão.

Aranha admite que o tema não estava na moda nos últimos anos, especialmente diante das boas perspectivas para a bolsa brasileira após a eleição de 2018. Ele lembra, no entanto, que os ativos no exterior são um caminho de diversificação e proteção de patrimônio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O Brasil é um país emergente que está arrumando a casa e pode ter muitas oportunidades. Mas você apostaria todas as suas fichas no país? Não é uma questão de investir no Brasil OU fora. É 'E'. É um investimento complementar."

Leia Também

Ele lembra ainda que as ações listadas na bolsa brasileira representam apenas 1% do valor de mercado das companhias abertas em todas as bolsas globais.

O que está no radar

Os fundos da Geo Capital hoje investem em 12 empresas globais, que são companhias que passaram pelo seu crivo de avaliação e que os gestores consideram que estão com preços atrativos, como Disney, AB Inbev e LVMH.

Há, no entanto, outras 50 no radar da Geo. "Essas são companhias que atende os requisitos do nosso comitê de investimentos, mas hoje estão caras. Estamos monitorando os preços para tentar um ponto de entrada."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A recente queda no preço das ações provocada pelo surto de coronavírus abriu oportunidades para a Geo Capital investir em mais companhias ou mesmo ampliar posições em negócios que já estavam na carteira.

Uma das empresas que entrou no portfólio foi a rede de hotéis Marriott, negociada na Nasdaq. A ação encerrou 2019 cotada a US$ 151,43, mas chegou a perder quase 9% do seu valor no fim de janeiro. Em fevereiro caiu ainda mais e fechou na última terça-feira em US$ 124,08.

A Geo Capital também aplicou a posição na carteira de ações da empresa de reserva de hotéis Booking. No fim de janeiro, a ação da companhia valia cerca de 11% menos do que no início do ano, diante das preocupações com o efeito do coronavírus no segmento de viagens.

"Ainda não conhecemos completamente os efeitos do coronavírus. Mas a nossa percepção no momento é de que o mercado tirou muito valor das companhias de viagem em relação às possíveis consequências", afirmou Aranha. "Foi um ponto de entrada para algumas ações que antes estavam caras."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3 critérios para monitorar

Antes mesmo de monitorar o preço, a Geo Capital examina três critérios para definir se vale a pena investir em uma ação. Interessam as companhias que têm esses três fatores em comum:

  1. Poder de preço. Isso significa que ela é grande o suficiente para ditar preço, tem uma marca forte e, eventualmente, também está em um mercado com alta barreira de entrada.
  2. Potencial de crescimento. Entram para a lista as empresas que têm chances de crescer no seu negócio principal. Ou seja, não precisam inovar ou criar novos negócios para garantir sua expansão.
  3. Cultura de dono. O perfil dos executivos e as regras aplicadas na gestão de recursos humanos e financeiros é um fator decisivo para definir a atratividade de um negócio.

Serviço

A empresa atualmente distribui três fundos, todos para investidores qualificados. Um deles está à venda diretamente com a gestora e têm como aplicação mínima R$ 1 milhão. Nas principais corretoras há a distribuição de duas versões do Geo Empresas Globais, em dólar ou real.

A rentabilidade da versão em reais foi de 15% nos últimos 12 meses, de acordo com informações atualizadas em 20 de fevereiro. Já o fundo em dólar se valorizou 17% em dólar e 38% em reais.

A Geo Capital tem seus fundos distribuídos nos seguintes bancos e corretoras: XP Investimentos, Genial, BTG Pactual Digital, Mirae, Banco Safra, Modal Mais, Banco CSHG e Itaú.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia