O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Credit Suisse vê o mercado de ações do Brasil com bons olhos em relação aos demais emergentes, promovendo uma ‘dupla elevação’ na recomendação para a bolsa brasileira. O banco ainda lista alguns papéis do país que podem representar uma boa oportunidade de investimento
Num mercado particularmente difícil como o atual, a busca por boas oportunidades é um grande desafio. Nesse contexto, o Credit Suisse resolveu atualizar sua estratégia regional de alocação, fazendo um movimento que eles mesmos consideraram 'controverso': passaram a recomendar a compra de ações do Brasil, dentro do universo dos países emergentes.
Trata-se de uma dupla elevação, já que o banco antes mostrava-se pessimista com o mercado brasileiro e indicava a venda dos papéis de empresas do país. O que aconteceu?
Em primeiro lugar, o Credit Suisse acredita que há um enorme espaço para valorização do real em relação ao dólar, afirmando que a moeda brasileira está "anormalmente barata" levando em conta o superávit primário em níveis próximos do recorde histórico do país.
E, de fato, o mercado de câmbio já tem passado por um alívio importante nos últimos dias: o dólar à vista, que chegou a flertar com o nível de R$ 6,00 em meados de maio, agora oscila na faixa entre R$ 5,30 e R$ 5,40 — somente nesta semana, a divisa acumula baixas de mais de 4%.
Mas a questão cambial é apenas a ponta do iceberg na argumentação do Credit Suisse. Em relatório, a equipe comandada pelo analista Andrew Garthwaite ainda cita diversos outros fatores que podem dar impulso ao mercado de ações do Brasil — assim, agora seria uma boa hora para aumentar a alocação em bolsa:
No lado fiscal, o banco projeta que o déficit primário do Brasil deve ficar em cerca de 3% do PIB ao fim de 2021, com a dívida líquida do governo geral chegando à 65% do Produto Interno Bruto — dados que, combinados a uma taxa de juros real negativa, criam um contexto de pressão não tão intensa sobre o endividamento público.
Leia Também
Quanto às commodities, o Credit Suisse pondera que 68% das exportações do Brasil correspondem a esse tipo de produto. Assim, a eventual aceleração no crescimento global a partir de 2021 tende a aumentar a demanda e ajudar as contas do país.
E, em termos de valor relativo, a instituição diz que o mercado brasileiro de ações está 'claramente barato' em comparação às bolsas globais, olhando para a relação entre preço e lucro.
Dito isso, a grande diferença do Credit Suisse em relação às demais casas de análise parece ser o quarto ponto: o banco mostra-se mais confiante em relação à condução da economia brasileira, apesar de todas as incertezas surgidas nas últimas semanas.
"Há enormes críticas quanto à maneira com a qual o presidente Bolsonaro tem lidado com a pandemia da Covid-19, bem como às demissões dos ministros da Saúde e da Justiça", escrevem os analistas. "No entanto, o fator chave [em nossa análise] é a permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes, no cargo".
A equipe do Credit Suisse ressalta ainda que as medidas fiscais para combate à doença, com cerca de 9% do PIB sendo destinado para esse fim, tem sido uma das mais generosas entre todos os países emergentes, considerando apenas o lado econômico.
O Credit Suisse ainda indicou algumas ações do país consideradas baratas, que possuem recomendação de compra e que têm valor de mercado superior a US$ 4 bilhões — uma lista encabeçada por bancos e empresas do setor financeiro, mas que também traz outros segmentos:
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação