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Mineradora também informou que investirá cerca de R$ 1,5 bilhão para tratar rejeitos de processamento a úmido
A Vale planeja aumentar a parcela de produção a seco para 70% em 2023 e, consequentemente, reduzir a utilização de barragens nas operações, informou a empresa em comunicado à imprensa. Adicionalmente, a mineradora comunicou que para tratar rejeitos de processamento a úmido planeja investir, a partir de 2020, cerca de R$ 1,5 bilhão (cerca de US$ 390 milhões) na implementação de tecnologia de disposição de rejeito a seco (dry stacking).
Segundo a empresa, os investimentos em gestão de barragens no Brasil vêm sendo reforçados continuamente e atingirão R$ 256 milhões (cerca de US$ 70 milhões) em 2019, segundo orçamento aprovado pela companhia em 2018.
A Vale registrou um crescimento de cerca de 180% nos aportes com relação aos R$ 92 milhões (cerca de US$ 30 milhões) investidos em 2015. "O Valor é parte dos R$ 5 bilhões aplicados no período em manutenção de barragens e saúde e segurança no Brasil", afirmou. No período de 2016 a 2019, os investimentos em gestão de barragens totalizarão R$ 786 milhões (cerca de US$ 220 milhões).
Os aportes foram "aplicados em ações de manutenção e segurança de barragens como, por exemplo, serviços de manutenção, monitoramento, obras de melhorias, auditorias, análises de riscos, revisões dos Planos de Ação para Emergências de Barragens de Mineração (PAEBM), implantação de sistemas de alerta, vídeo monitoramento e instrumentação, tornando-se a categoria mais significativa com relação aos investimentos em pilhas de estéril e barragens de rejeito, representando mais de 30% do valor total investido".
Segundo a empresa, os investimentos em novas barragens, todas construídas pelo método convencional, refletem as necessidades operacionais da companhia e o cronograma de implantação de cada um dos projetos em execução.
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