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O MERCADO PUNE

S&P coloca ratings da Vale e subsidiárias em observação para possível rebaixamento

Segundo a agência, a colocação em CreditWatch reflete os riscos contingenciais que a Vale enfrentará após o rompimento da barragem

26 de janeiro de 2019
11:38
O diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, durante entrevista coletiva, sobre rompimento de barragem em Brumadinho.
O diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, durante entrevista coletiva, sobre rompimento de barragem em Brumadinho. - Imagem: Tomaz Silva/Agência Brasil

A agência de avaliação de risco S&P Global Ratings informou que colocou os ratings da Vale, suas dívidas e suas subsidiárias na listagem "Creditwatch" (observação) com implicações negativas, após o rompimento da Barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho (MG), ocorrido ontem.

A mineradora possui rating em escala global BBB- e em escala nacional brAAA.

Segundo a agência, a colocação em CreditWatch reflete os riscos contingenciais que a Vale enfrentará após o rompimento da barragem, que resultou em várias mortes e territórios devastados na região.

"Os passivos ambientais e sociais da Vale podem ser substanciais, especialmente considerando que tal incidente
aconteceu antes", disse a S&P, lembrando do acidente, em 2015, da barragem de Fundão, em Mariana (MG), da Samarco, da qual a Vale é sócia.

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"Acreditamos que a Vale enfrenta agora vários riscos decorrentes do desastre. Suas obrigações financeiras para remediar e compensar as perdas podem ser substanciais, e a empresa teria que enfrentar estudos longos e complexos de entidades ambientais e órgãos reguladores que poderiam terminar na suspensão de licenças", disseram, sugerindo que além de multas, a mineradora poderia ser penalizada com o impedimento de operar na região.

Capacidade

A S&P explica que sua avaliação dos eventos também levará em conta a opinião da agência de avaliação de risco sobre a capacidade da Vale de operar com segurança suas minas.

A instituição informou que planeja chegar a uma conclusão "o mais rápido possível". "Podemos rebaixar a Vale em vários degraus, dependendo dos impactos do acidente", acrescentou.

*Com Estadão Conteúdo

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