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2019-10-14T14:08:27-03:00
Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
Vídeo

Como investir no Tesouro Direto: o que você de fato precisa fazer para abrir conta e começar a negociar títulos públicos

Neste vídeo, eu te explico o passo a passo para abrir conta e finalmente começar a comprar títulos públicos on-line

29 de março de 2019
9:03 - atualizado às 14:08

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional para as pessoas físicas negociarem títulos públicos por conta própria. O investimento em títulos públicos é um dos primeiros passos dos brasileiros no mundo dos investimentos, logo assim que saem da poupança. Ele atrai pelo seu baixo custo - apenas 0,25% ao ano de taxa de custódia obrigatória, paga à B3 -, aplicação inicial baixa - apenas R$ 30 - e boa rentabilidade. No vídeo a seguir, eu te explico o passo a passo de como investir no Tesouro Direto:

Leia a seguir a transcrição do vídeo.

Como investir no Tesouro Direto

Investir no Tesouro Direto é uma ótima maneira para as pessoas físicas saírem da poupança e darem o primeiro passo no mundo dos investimentos. E, na verdade, é um investimento indicado para qualquer perfil de investidor - dos iniciantes aos avançados, dos conservadores aos arrojados. Se você ainda não sabe como investir no Tesouro Direto, nesse vídeo eu vou te explicar.

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional para a pessoa física comprar e vender títulos públicos federais por conta própria. Por meio de uma plataforma on-line, qualquer investidor pode negociar títulos diretamente com o Tesouro. O investimento mínimo é de apenas R$ 30, desde que esse valor não seja menor do que 1% do preço de um título. E o investimento é garantido pelo governo federal, ou seja, é mais seguro que a poupança.

Mas como investir? É simples: basta abrir uma conta numa corretora de valores e, na hora de preencher o cadastro, se habilitar para investir no Tesouro Direto. Você deve preferir as corretoras que não cobram taxa de administração, tecnicamente chamada de taxa de agente de custódia. No site do Tesouro Direto você encontra uma lista atualizada de todas as corretoras que não cobram taxa.

Hoje em dia é muito fácil abrir conta em corretora. Todo o processo pode ser feito on-line, e quando for preciso enviar algum documento, ele pode ser digitalizado e mandado por e-mail. Outra coisa que facilitou muito o investimento no Tesouro Direto foi o fato de que as corretoras de todos os grandes bancos deixaram de cobrar taxa de administração. Se você abre conta na corretora do seu banco, se livra dos custos de DOC e TED, e fica muito mais tranquilo programar transferências pra investir todo mês.

O custo de transferência, aliás, é uma coisa para se ficar atento. É muito melhor conseguir transferências gratuitas para a sua corretora. É bom ficar de olho também nas funcionalidades que a instituição financeira oferece. Ou seja, se tem como fazer investimentos programados, e se o sistema é integrado ao Tesouro Direto. Se for, você vai fazer as transações na própria plataforma on-line da corretora; se não, vai ser preciso acessar o site do programa.

Finalmente, ao se habilitar para investir no Tesouro Direto, você vai ter que cadastrar uma senha na CEI, a Central Eletrônica do Investidor, da B3. É nessa central que você vai poder ver se os títulos que você comprou tão bem guardadinhos na bolsa de valores, como tem que ser.

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