O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a agência de risco, a perspectiva da nota brasileira ficou estável pela expectativa de fortalecimento do perfil fiscal do país
A S&P reafirmou nesta quinta-feira, 7, o rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável. Na avaliação da agência, o novo governo de Jair Bolsonaro enfrenta o desafio de manter capital político amplo e conseguir uma aliança efetiva no Congresso para aprovar projetos que corrijam "derrapadas fiscais estruturais" e "uma crescente dívida", bem como impulsionar a tendência de crescimento.
Segundo a S&P, a perspectiva foi mantida em estável pela expectativa da agência de um "gradual fortalecimento do perfil fiscal do país", conforme a nova administração federal "avança lentamente com políticas para reduzir o grande déficit do Brasil e fomentar crescimento mais sólido".
No entanto, a agência alertou para a frágil posição fiscal nacional, tendo em vista um cenário de déficits consideráveis e grande endividamento.
A S&P também diz esperar uma "aceleração moderada do crescimento econômico" no País, com melhora na confiança do consumidor após o período de "esperar para ver antes das eleições". Tal confiança seria apoiada pela melhora do perfil fiscal e da recuperação do crédito. Segundo a agência, o PIB deve acelerar no nível de 1,4% em 2018 para 2,4% este ano.
Em comunicado, a S&P também disse que o rating do Brasil pode ser elevado ao longo dos próximos dois anos, caso o avanço na política sugira uma reação mais rápida nas trajetórias fiscal e de crescimento do País do que o atualmente esperado. "Isso iria requerer proposta, aprovação e execução de iniciativas políticas sólidas", completa a agência.
Para a S&P, uma melhora mais acentuada na dívida líquida do governo geral e no impacto com juros provavelmente exigiria a implementação bem-sucedida de políticas fiscais estruturais corretivas e perspectivas mais fortes para o PIB.
Leia Também
Outro fator que poderia empurrar a nota brasileira para cima é um crescimento acima dos países com nível similar de desenvolvimento econômico. "Finalmente, nós poderíamos elevar os ratings se, diferente de nossas expectativas, o perfil externo robusto do Brasil se fortalecer mais, apesar da volatilidade global, particularmente se ele mantiver uma posição de credor externo levemente líquido nos próximos dois anos."
A agência adverte, contudo, que o rating pode ser rebaixado se ao longo do próximo ano houver fraqueza inesperada maior no balanço de pagamentos, capaz de afetar o acesso aos mercados ou gerar uma alta acentuada na dívida externa.
Outro fator negativo seria uma "deterioração significativa na credibilidade da política monetária", afirma a S&P, marcada por uma alta persistente na inflação ou um compromisso mais fraco com o câmbio flutuante, o que também pesaria no rating. "Por fim, podemos rebaixar os ratings se o governo adotar medidas que exacerbem as vulnerabilidades fiscais já grandes, notadamente que prejudiquem as perspectivas de um modesto declínio nos déficits do governo ou elevem rapidamente a alta na dívida", diz ela.
A S&P afirma que, apesar do forte capital político de Bolsonaro, a aprovação de reformas estruturais "não está de modo algum garantida". Segundo a agência, lidar com 30 partidos na Câmara dos Deputados e 21 no Senado para conseguir coalizões efetivas suprapartidárias e aprovar "projetos controversos" será um desafio importante para o novo presidente.
"As reformas fiscais não são populares e o processo de construir uma coalizão pró-reforma pode levar tempo. (...) Desse modo, a capacidade de alavancar capital político durante os primeiros 12 a 18 meses do novo governo será crucial para aprovar e implementar políticas fiscais de correção e que permitam o crescimento."
Embora a economia dê sinais de aceleração, a S&P diz ver crescimento lento e fraqueza fiscal como fatores que contêm o crédito. Por outro lado, a posição externa e a credibilidade da política monetária são, na avaliação dela, forças relativas para o crédito.
No quadro atual com um novo governo, a S&P prevê que a perspectiva para a aprovação de reformas deve apoiar a confiança do investidor, o investimento e o crescimento.
A manutenção da nota pela S&P nos faz lembrar que o Brasil está uns bons degraus abaixo do grau de investimento em todas as agências de classificação de risco. Desde que perdeu seu selo de bom pagador de suas dívidas - em 2015 na Standard&Poor's e na Fitch e em 2016 na Moody's - o país não consegue entrar em um processo de recuperação dessas notas e inclusive chegou a amargar novas quedas nos últimos anos.
Na Moody's, por exemplo, a nota atual do país é Ba2, com perspectiva estável, dois patamares abaixo do grau de investimento, que é Baa3. Já na Fitch e na S&P, a situação é ainda mais complicada: com a nota BB- em ambas as agências, o Brasil está três níveis abaixo da nota mínima para o grau de investimento, que é a BBB-.

*Com Estadão Conteúdo.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.
Pé-de-Meia funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 31 de março. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 33 milhões hoje.
Benefícios começam a ser pagos nesa quarta-feira (1), seguindo o calendário do INSS; valores já estão corrigidos pelo novo salário-mínimo
Pagamentos do Bolsa Família começam em 16 de abril e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência
Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026
Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira
Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos
Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês
Lotofácil e Quina foram as únicas loterias a terem ganhadores na segunda-feira (30). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Bolsa-Família, Gás do Povo e mais programas sociais do governo realizam pagamentos neste mês; confira a agenda
Um bairro da Zona Norte tem o maior número de ruas com imóveis que integram o novo limite do Minha Casa, Minha Vida, mas ainda está fora do radar dos compradores
Fundo vê risco de pressão persistente nos preços e alerta para impacto nas expectativas; mercado brasileiro já revisa IPCA para cima
Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse
Economistas ajustam expectativas para os próximos anos e reforçam cenário de desinflação mais lenta; veja estimativas no relatório desta semana
Mega-Sena acaba de sair pela terceira vez em março e fica longe do pódio dos maiores prêmios das loterias da Caixa. Dupla de Páscoa lidera pela segunda semana seguida, mas posição tem data de validade.
Sorteio da Dupla de Páscoa de 2026 está marcado para o próximo sábado, dia 4 de abril. A estimativa original de prêmio era de R$ 35 milhões. Agora o valor aumentou.
Na Europa e nos EUA já se fala em aumento dos juros devido aos riscos inflacionários; economistas respondem se Brasil corre esse risco também
Segundo o banco, o aumento do petróleo traz pressão não só para o preço dos combustíveis e deve se espalhar por alimentos e bens industriais