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Quando eu era adolescente, era aficionada por filmes de terror. Sempre que eu e minhas amigas marcávamos uma tarde de cinema em casa, a escolha na locadora era um filme com muitos sustos, sangue e espíritos. Sou da época de franquias como “Pânico”, “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”, “O Chamado” e “A bruxa de Blair”, mas clássicos, como “O Exorcista”, não passaram despercebidos.
Com o tempo, porém, fui perdendo o gosto por esse gênero cinematográfico. De vez em quando eu ainda assisto a algum filme de terror que me agrada, mas confesso que ando mais cética e medrosa. Por um lado, as tramas que envolvem o sobrenatural começaram a me parecer bobas; por outro, violência gratuita passou a me incomodar - afinal, disso o mundo já está cheio.
Na vida adulta, os vilões e fantasmas são outros. Até mesmo a nossa vida financeira está cheia deles. Nesta quarta-feira, por exemplo, os mercados viveram um verdadeiro filme de terror, com direito a fantasmas e até banho de sangue - no sentido figurado, é claro.
O sangue esteve presente no vermelho dos números. As bolsas caíram feio no Brasil e lá fora, e o Ibovespa chegou a perder o patamar dos 100 mil pontos por alguns instantes. Já o dólar, veja só, voltou a fechar acima dos R$ 4, cotação que deixa os brasileiros de cabelo em pé.
O serial killer responsável por isso foi o fantasma da recessão mundial, que teimou em ressurgir no horizonte dos investidores, de uma forma mais clara do que antes. Isso sim me assusta hoje em dia! O Victor Aguiar te conta em detalhes tudo que aconteceu para deixar os mercados tão apavorados.
Os investidores deram uma nota vermelha para as ações da Kroton, que amargaram a maior queda do Ibovespa nesta quarta. Os números do segundo trimestre, que mostraram uma forte queda no lucro líquido da companhia, não agradaram. Mas não foi a última linha do balanço que recebeu a pior avaliação. O que deixou o mercado realmente desanimado foram as salas de aula mais vazias. Confira os detalhes sobre o desempenho da empresa de educação superior nesta matéria.
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Não, você não leu errado. Nesse mundo louco em que vivemos, onde tantos países estão com taxas de juros negativas, tem dinheiro grosso investido em ativos que retornam, ao investidor, menos do que ele aplicou. Isso parece totalmente ilógico. Por que alguém investiria em algo sabendo, de antemão, que vai perder dinheiro? O motivo é que, dependendo da moeda em que for feito o pagamento, pode ser que esse investidor na verdade saia mais rico do que entrou. É tudo uma questão de referencial. O Eduardo Campos se debruçou sobre esse assunto e dá uma explicação bem didática nesta matéria.
Dois dias depois de amargar uma grande derrota nas primárias eleitorais argentinas, o presidente Mauricio Macri resolveu arregaçar as mangas e tentar dar suas últimas tacadas. Pena que os movimentos não estão muito alinhados com seu perfil liberal. Pela manhã, ele anunciou medidas como o congelamento de preços de combustíveis e o aumento do salário mínimo no país pela segunda vez no ano. Já na parte da tarde, Macri disse que Alberto Fernández, candidato vitorioso da oposição, lhe garantiu, por telefone, que tomaria medidas para acalmar os mercados - o que mais soou como uma campanha a favor da oposição.
Quer se livrar das suas obrigações financeiras? Finja que elas não existem! Essa perigosa e nada recomendável estratégia foi exatamente a saída encontrada pelos Estados brasileiros para melhorar suas contas, pelo menos no papel. As secretarias de Fazenda mascararam nada menos do que R$ 11,4 bilhões em despesas no ano passado, tudo em nome do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Saiba neste link os detalhes dessa história e o impacto dessa estratégia.
O projeto de lei que altera o regime de aposentadoria das Forças Armadas, muito cobrado pela sociedade durante as discussões sobre a reforma da Previdência, está dando seus primeiros passos na Câmara, onde começou a ser discutido em comissão especial. E, nesta quarta, os deputados sinalizaram a possibilidade de incluir novamente duas categorias que haviam ficado de fora.
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