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Um decreto de Dom Pedro II criou a Caixa Econômica da Corte em janeiro de 1861. Desde então, a missão do banco era clara: estimular a poupança e dar acesso a crédito às camadas mais pobres da população.
Fico pensando no que diria o imperador sobre o financiamento R$ 2,6 bilhões concedido em abril de 2016 pelo banco público ao Grupo J&F, do notório Joesley Batista.
O crédito para a compra da Alpargatas - que pertencia à também notória Camargo Corrêa - não podia estar mais distante do objetivo atribuído à Caixa pelo decreto do imperador.
Esse foi apenas um dos casos de desvio da função original do banco em seus quase 160 anos de existência. No governo da ex-presidente Dilma Rousseff, a Caixa ficou no centro da “cruzada” para reduzir os juros cobrados nos empréstimos bancários.
Como se sabe, a iniciativa (embora louvável) deu com os burros n’água. E para o banco sobrou um "passivo" de R$ 40 bilhões, recursos que foram injetados no balanço na forma de Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida (IHCD). Em outras palavras, uma pedalada.
Pois hoje a Caixa começou a “despedalar” o balanço, com a devolução de R$ 3 bilhões para o governo. Esse dinheiro será usado para reduzir a dívida pública. Uma gota no oceano, é verdade, mas também gesto simbólico do que deve ser a nova orientação do banco.
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O anúncio da devolução foi feito em uma coletiva de imprensa que contou com a presença do ministro Paulo Guedes e do presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Vale a pena você conferir o que os dois falaram nesta reportagem do Eduardo Campos.
Quem acompanha o Seu Dinheiro sabe que as histórias corporativas não são muito diferentes de uma boa novela ou série. Hoje foi a vez do banco estatal gaúcho Banrisul voltar à cena. Depois de várias idas e vindas sobre uma possível privatização, o governo do Rio Grande do Sul anunciou hoje que pretende fazer uma oferta na bolsa para vender suas ações. Mas o Estado não pretende dar a mão da noiva em casamento para a iniciativa privada. Saiba mais detalhes dessa história e o quanto a operação pode render aos cofres do governo.
Você já deve ter reparado que nas últimas semanas o mercado embarcou em uma onda de pessimismo com relação à nossa economia. No Boletim Focus, por exemplo, é corte atrás de corte nas projeções de PIB, que já estão abaixo do 1%. Mas remando contra essa maré está ninguém menos que Luis Stuhlberger, gestor do lendário fundo Verde. Logo ele, que não é conhecido no mercado por ser otimista. Confira nesta matéria como as perspectivas do gestor para a bolsa e os demais mercados.
O Congresso resolveu acabar com alguns mistérios em torno da proposta da reforma da Previdência. Com a data de apresentação do relatório da comissão especial se aproximando (e tomara que venha logo), os parlamentares soltaram o verbo sobre temas importantes como idade mínima para mulheres e aposentadoria rural. Mas o que pegou mesmo no mercado foram as declarações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que cravou o que deve acontecer com Estados e municípios dentro do projeto.
O mercado de ações segue atento a qualquer suspiro mais forte que os políticos de Brasília soltam nos bastidores. O receio de uma desidratação maior da reforma da Previdência pegou o Ibovespa em cheio, que acabou caindo 0,65% e se distanciando um pouco mais dos 100 mil pontos. Lá fora, claro, o impasse sobre a guerra comercial EUA versus China segue atormentando a cabeça dos investidores. O Victor Aguiar reuniu todas as informações que mexeram com a bolsa e traz para você nesta matéria.
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A história da fabricante de videogames Nintendo poderia virar um jogo. Afinal, a empresa japonesa teve várias vidas ao longo das últimas décadas e, quando parece prestes a morrer, ganha um impulso extra. Por isso mesmo, havia uma grande expectativa para as novidades que a companhia apresentou na Electronic Entertainment Expo (E3), principal evento global do setor. Os “gamers” adoraram os lançamentos prometidos pela fabricante, mas os investidores ficaram preocupados. Confira com o Victor Aguiar se a Nintendo vai passar de fase desta vez.
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