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Na perspectiva de Mercúrio, um personagem da série X-Men dotado de supervelocidade, o resto do mundo é que se movimenta como se estivesse em câmera lenta.
Já ficou conhecida a fantástica cena de um dos filmes da franquia em que Mercúrio salva todos os heróis de uma explosão. A graça é que a sequência toda se passa sob o ponto de vista dele.
Exageros à parte, acompanhar uma entrevista de Pedro Guimarães, o presidente da Caixa, é como assistir ao personagem criado pela Marvel em ação.
Desde que assumiu o cargo, no começo do ano, o executivo imprimiu um ritmo no banco público capaz de deixar o herói dos X-Men comendo poeira.
Guimarães comentou hoje sobre o resultado da Caixa, que registrou lucro de R$ 3,920 bilhões no primeiro trimestre, alta de 22,9% sobre o mesmo período de 2018.
Porém, como já se tornou hábito, ele soltou a metralhadora verbal e foi bem além do balanço. Já prometeu um resultado “histórico” para o banco no segundo trimestre, que ainda nem terminou.
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Ele também não deu bola para o período de silêncio (alô, CVM!) e falou sobre a oferta de ações da Petrobras, cujo preço será definido amanhã. Com o “sucesso” (nas palavras dele) da venda das ações da estatal, a Caixa deve ampliar de R$ 3 bilhões para R$ 10 bilhões o volume de recursos que serão devolvidos para o Tesouro.
Achou pouco? Pois Guimarães falou ainda de Odebrecht, da venda da participação no Banco Pan, da abertura de capital das subsidiárias do banco e ainda deu uma cutucada na XP Investimentos. Você lê tudo (ou pelo menos o que o bravo repórter conseguiu acompanhar) da coletiva do presidente da Caixa nesta matéria.
A frase dita pela mítica jogadora Marta após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo feminina de futebol pode muito bem ser aplicada ao contexto da nossa economia. Afinal, os sacrifícios e a “faxina geral” que Paulo Guedes tenta dar na economia hoje poderão ser a bonança daqui alguns anos. Quem acredita nessa máxima é Elie Horn, fundador da Cyrela, uma das maiores incorporadoras do país. O empresário concedeu uma entrevista ao Estadão hoje e nela você vai entender porque, segundo ele, nossa economia “balança mais não cai”.
Tomar grandes decisões quando faltam informações é algo realmente complicado. Tanto é que os investidores, na procura por novidades tanto da reforma da Previdência quanto do cenário econômico no exterior puxaram o freio de mão. Então, depois da forte alta dos últimos dias, nada mais natural (e saudável) do que colocar algum dinheiro no bolso, certo? Errado! No fechamento, o Ibovespa encontrou forças para bater um novo recorde histórico de fechamento. O Victor Aguiar traz para você os detalhes do que movimentou a bolsa e o dólar hoje.
Com o feriadão de Corpus Christi na semana passada, fizemos uma parada técnica no nosso podcast Touros e Ursos. Mas nesta sexta-feira devemos voltar a pleno vapor. De todo modo, ganhamos um “concorrente” nesta semana. Quem lançou sua própria plataforma de áudios foi o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Confira o que disse o deputado no episódio de estreia do “Resenha com Rodrigo”. Spoiler: tem novidades sobre os prazos da reforma da Previdência.
No quesito comportamento, Donald Trump não está nada satisfeito com o que está acontecendo debaixo de suas asas. Para o presidente dos Estados Unidos, o Federal Reserve se comporta como “criança teimosa” quando o assunto é juros, e que o BC norte-americano precisa urgentemente cortar as taxas “para compensar o que os outros países estão fazendo contra os EUA”. Ele só esquece, no entanto, que o Fed é independente e já saiu de casa faz um tempo.
Já pensou em investir em um empreendimento que lucra com a compra, engorda e abate de gado? Cerca de 30 mil investidores caíram no conto das Fazendas Reunidas Boi Gordo e tiveram uma perda de quase R$ 4 bilhões. O esquema funcionou nos anos 1990 e teve como garoto-propaganda Antonio Fagundes, que na época vivia o protagonista da novela O Rei do Gado. Mas sabe quem foi chamado para participar da propaganda antes do ator? Ninguém menos que o Ivan Sant’Anna, o seu mentor de investimentos. Neste texto imperdível, ele conta como escapou da cilada e as lições que você deve tirar do caso.
Você se lembra do Windows Phone? Pode ser que muitos só tenham ouvido falar, porque afinal a interface para celulares da Microsoft foi uma tacada não tão certeira assim, não é mesmo? Em tempos de iOS e Android, é quase impossível imaginar outro sistema operacional tão (ou mais) poderoso do que essa dupla. Mas essa história bem que podia ser diferente se Bill Gates não tivesse cometido o maior erro da sua carreira, que pode ter selado o destino do Windows Phone. Saiba como nesta matéria da Jasmine Olga.
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