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O título do texto que você acabou de abrir não está errado nem foi colocado apenas para chamar a sua atenção. A sua aposentadoria está em risco, sim. Aliás, já estava diante do rombo crescente da Previdência, mas agora essa ameaça ficou ainda mais iminente.
O motivo? Não há mais dinheiro para pagar, e já faz algum tempo. Em 2019, caminhamos para o sexto ano em que a soma de toda a arrecadação com impostos não é suficiente para cobrir as despesas do orçamento.
Antes que alguém me pergunte, a culpa não é dos gastos com o pagamento de juros da dívida, que nem sequer estão nessa conta. A propósito, a dívida pública vem crescendo justamente porque o governo precisa tomar crédito na praça para cobrir o rombo.
Apenas neste ano, serão necessários mais R$ 248 bilhões em empréstimos só para pagar despesas como as aposentadorias do INSS e os benefícios do Bolsa Família.
O problema é que a legislação proíbe a tomada de dívida para o pagamento das chamadas despesas correntes, que inclui as aposentadorias. Essa é a famosa “regra de ouro” das finanças públicas.
A solução definitiva para esse problema só vem com a reforma da Previdência. Enquanto ela não é aprovada, o governo precisa de autorização do Congresso para se endividar ainda mais e fazer frente aos pagamentos mais urgentes.
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Por falar em urgência, o prazo limite para a aprovação seria 15 de junho. Mas o que fizeram os parlamentares? Suspenderam até a próxima semana a sessão que discutiria o assunto, por falta de acordo.
E se a autorização não for aprovada, o que acontece? O Edu Campos fez uma análise em que conta de forma detalhada todas as implicações de um possível descumprimento da “regra de ouro”, inclusive para o presidente Jair Bolsonaro. Recomendo muito a leitura!
A falta de acordo em relação à “regra de ouro” foi só um dos assuntos que deixaram os investidores na bolsa preocupados hoje. Depois de alguns pregões tranquilos, o clima teve uma reviravolta daquelas com várias notícias pipocando tanto de Brasília quanto dos mercados lá fora. Mas a pá de cal veio durante a tarde, quando surgiram rumores de que o governo poderia mexer em um assunto para lá de delicado para as contas públicas, como você confere com o Victor Aguiar.
Pioneira entre as plataformas de investimento fora dos grandes bancos, a XP Investimentos segue em crescimento acelerado mesmo com o aumento recente da competição no segmento. A corretora atingiu nada menos do que R$ 250 bilhões em aplicações sob custódia. O anúncio foi feito pelo próprio fundador da XP, Guilherme Benchimol. Impressiona também a quantidade de clientes que a empresa conseguiu acumular. Saiba mais sobre os grandes números da XP nesta matéria da Bruna Furlani.
Quem também não tem motivos para reclamar são os controladores do BTG Pactual. O banco lançou hoje uma oferta de certificados de ações - a tal das Units - na bolsa, e se tudo caminhar certo, a oferta deve render nada menos que R$ 3 bilhões - acima do esperado inicialmente. Os investidores não reagiram muito bem hoje, mas no acumulado do ano as ações do banco dobraram de valor. Veja os detalhes da oferta e quem são os sócios do banco que mais vão ganhar.
O barco dos afogados corporativos está com tudo pronto para receber mais um membro. E dos gigantes. Depois de tantos escândalos de corrupção, a Odebrecht está vivendo momentos financeiros delicadíssimos e parece pronta para abraçar a recuperação judicial. Não seria uma notícia boa para ninguém, por isso os diretores do grupo tentam negociar um plano para evitar a cobrança de uma dívida bilionária que a empresa tem com vários bancões. Nesta matéria você fica por dentro de toda a situação da empresa, inclusive o valor dessa dívida.
Os fundos imobiliários (FII) seguem com tudo no mercado financeiro e os resultados estão aí para provar. Um levantamento mostra que o valor de mercado dessa modalidade registrou recorde no fim de maio, com aumento de 7,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Se você é fã de aplicações em imóveis e ativos de renda fixa ligados ao mercado imobiliário, vale a pena ficar de olho nesses dados.
Bem no ritmo acelerado que marca a nova gestão, a Caixa anunciou de uma só vez uma série de medidas para baratear o custo do crédito imobiliário. Com redução das taxas, mudanças no sistema SFH e SFI e anúncio de uma nova modalidade de crédito, o banco está apostando muitas fichas em uma recuperação de seu principal negócio. Neste link você fica sabendo de todas as novas condições da Caixa para o financiamento imobiliário.
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