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Após um intervalo de três semanas, os parlamentares voltam do recesso para terminar o “segundo tempo” da partida da reforma da Previdência. Para quem esqueceu onde o jogo parou, os deputados aprovaram a proposta em primeiro turno e ela ainda precisa ser apreciada em segundo turno na Casa. Se passar de fase, segue para a “final” no Senado.
A bola ainda está rolando, mas o mercado gritou “já ganhou” quando o texto passou em primeiro turno. Se não der nenhuma zebra, o segundo turno na Câmara tende a ser mais fácil. Membros do governo e Rodrigo Maia apostam na votação na quarta-feira, mas ainda faltam detalhes para acertar antes de colocar o texto para votar de novo.

Para começar a semana, o Eduardo Campos traz uma análise sobre os próximos passos da reforma da Previdência na reta final da Câmara. Recomendo que você leia! Afinal, essa é uma das pautas mais importantes em discussão no país e que mexe com o bolso de todo mundo.
Com a turma de Brasília de “volta”, os mercados - que andavam reagindo mais aos tuítes de Donald Trump, decisões de bancos centrais e balanços das empresas - voltam a olhar com mais atenção para a cena política local. Além das notícias vindas de Brasília, os negócios locais devem ser influenciados pela disputa comercial e geopolítica entre Estados Unidos e China.
Na semana passada, Trump anunciou a implantação de tarifas de 10% sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses importados. O país asiático já disse que irá retaliar, mas sem dar detalhes. A próxima rodada de negociação entre as duas maiores economias do mundo deve acontecer em setembro.
Leia Também
Nesta semana, há ainda a influência da divulgação da ata da última reunião do Copom. Para ter um panorama dos principais eventos que vão mexer com a bolsa nos próximos dias, acesse a edição semanal da Bula do Mercado. É um conteúdo gratuito, exclusivo para os leitores Premium. Para acessá-lo é preciso apenas fazer um cadastro aqui e indicar esta newsletter para cinco amigos. Os conteúdos serão liberados assim que eles aceitarem o convite.
Na sexta-feira, o Ibovespa subiu 0,54%, para 102.673,68 pontos, embora tenha acumulado baixa de 0,14% na semana. O dólar avançou 1,15% no dia, para R$ 3,8915. Na semana, a moeda acumulou alta de 3,15%. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
A agitação segue na bolsa nesta semana com a temporada de balanços a todo vapor. Ao menos 19 companhias divulgam seus números até sexta-feira, entre elas Banco do Brasil, BRF, Braskem e a própria B3. Se você quer saber o que os analistas projetam para os principais indicadores, a Jasmine Olga reuniu os principais números aqui.
Saiu agora pela manhã o calendário da Caixa para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de cotas do PIS. Quem tem saldo no fundo poderá retirar até R$ 500 por conta entre setembro deste ano e março de 2020, conforme a data do aniversário do titular da conta. Confira o calendário completo.
O mercado reduziu ainda mais sua projeção para a Selic após a última decisão do Copom, que trouxe um corte de 0,5 ponto na taxa, para 6%. O último boletim Focus, publicação semanal do Banco Central que reúne estimativas de economistas, traz a Selic em 5,25% no fim de 2019, abaixo dos 5,5% esperados na semana anterior. Confira também as projeções para PIB, câmbio e inflação.

No último domingo, o Seu Dinheiro trouxe o perfil de Warren Buffett. O oráculo de Omaha já foi entregador de jornais, vendeu Coca-Cola, assinatura de revistas e até bolas de golfe. Mas como ele conseguiu se tornar o terceiro homem mais rico do mundo? Conheça a trajetória do megainvestidor e aproveite suas lições de vida (e de negócios).
O perfil do Buffett é mais um conteúdo da série Rota do Bilhão, que conta a história dos 10 homens mais ricos do mundo. Você também pode ler novamente os outros perfis acessando nossa página especial.
Um grande abraço e ótima segunda-feira!
Bancos Centrais
- BC: Boletim Focus
Indicadores
- HSBC: PMI Serviços/Composite
- EUA: IHS Markit: Índice dos gerentes de compra (PMI) composto (final) de julho
- EUA: ISM: Índice de atividade do setor de serviços de julho
- EUA: Conference Board: Índice de Tendência de Emprego de julho
- Secex: Balança comercial semanal
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
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Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?