O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Deputado disse esperar conseguir definir a questão ainda nesta semana, mas sinalizou que a votação do parecer pode ficar para a semana que vem
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira, 25, que está em busca de um acordo com governadores para reincluir Estados e municípios no escopo da proposta da reforma da Previdência ainda na fase da comissão especial.
Ele disse esperar conseguir definir a questão ainda nesta semana, mas sinalizou que a votação do parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) pode ficar para o início da semana que vem.
"Estamos trabalhando para aprovar o mais rápido possível, mas alguns governadores devem estar em Brasília entre hoje e amanhã. Pretendo, antes do relator ler a complementação do voto, dialogar com todos os governadores sobre algum acordo para inclusão dos Estados já na comissão", disse o presidente da Câmara.
Maia minimizou o possível atraso na tramitação da reforma ao dizer que a inclusão dos entes federativos na proposta final é mais importante do que a celeridade que pode ser dada ao texto.
"Nessa reta final, um dia ou dois dias, não vão fazer diferença. Mas tirar os Estados fará uma diferença brutal nos próximos dez anos. É melhor ter um pouco de paciência. O ideal é votar esta semana, se não, no máximo na próxima terça. Mas o adiamento só vale se a gente tiver clareza que vai ter espaço para negociar essa matéria com governadores", afirmou.
Para o presidente da Câmara, o apoio dos governadores é fundamental para dar conforto para alguns parlamentares definirem suas posições favoráveis ao texto e, assim, ampliar a margem de votos de modo que a aprovação da medida não corra risco de ser derrubada em plenário.
Leia Também
De acordo com ele, há hoje cerca de 315 ou 320 votos certos, mas pode-se chegar a um teto de 380 votos favoráveis. Para ele, essa margem ampla é importante porque, se houver a perda de cerca de 15% desses apoios, pode-se aprovar a reforma com cerca de 340 votos a favor. São necessários, no mínimo, 308 votos para que a reforma seja aprovada pelo plenário da Casa.
Questionado sobre reclamações de parlamentares que estariam descontentes com promessas do governo em relação à reforma, Maia afirmou que ela precisa "estar fora das disputas políticas, dos embates, das agressões, dos desequilíbrios" para que a Casa tenha foco na sua aprovação.
"Ela vai garantir, no orçamento do ano que vem, um crescimento enorme de receitas. O orçamento do ano que vem é impositivo nos investimentos. A reforma da Previdência e a tributária podem garantir ai uma capacidade de investimento para o governo federal que hoje é de R$ 60 bilhões a R$ 80 bilhões, vai para R$ 150 bilhões, R$ 200 bilhões. Olha a margem do que a gente vai poder discutir no próximo orçamento", afirmou Maia.
O relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), deu uma indicação que ele deve prever, em seu novo voto, que as mudanças para as Previdências do funcionalismo de Estados e municípios sejam feitas por meio de leis complementares a serem editadas pelos governos locais. O dispositivo, segundo ele, evitaria que o Executivo tentasse no futuro regulamentar o sistema previdenciário das unidades regionais por meio de medidas provisórias.
Ele deu esta indicação ao responder um questionamento na comissão especial feito pelo deputado Alencar Santana Braga (PT-SP).
"Em um governo que não gosta do Parlamento, não gosta do debate, faz por decretos, a proposta do jeito que está permite que se enviem medidas provisórias para discutir alíquota, tempo, e outras questões que afetam a população", disse o petista.
Moreira interrompeu e disse que esse é um dos pontos que está sendo tratado em seu voto complementar. "A partir do momento que estabelecemos lei complementar, MP não pode ser por lei complementar. Medida Provisória só se for lei. Estamos alterando isso no texto. Vamos propor um voto complementar tomando esse cuidado de que não haja previsão de lei ordinária que aí acaba essa questão de MP", disse.
*Com Estadão Conteúdo.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes