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O presidente dos EUA disse que o banco central americano se prende à sua política monetária, quando a economia precisaria de cortes de juros, na sua visão
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) se prende à sua política monetária "como uma criança teimosa", quando, na sua visão, a economia precisaria de "cortes de juros e afrouxamento para compensar o que outros países estão fazendo contra" o país.
"Pensem o que poderia ter sido se o Fed tivesse feito o certo. Milhares de pontos mais alto no (índice) Dow (Jones) e PIB (Produto Interno Bruto na casa dos) 4% ou até 5%", comentou o inquilino da Casa Branca em sua conta no Twitter.
Ainda assim, o republicano buscou argumentar que a economia americana está no caminho para ter um dos melhores meses de junho da história "apesar de um Federal Reserve que não sabe o que está fazendo". "Subiu juros rápido demais (inflação muito baixa, outras partes do mundo desacelerando, baixando (juros) e afrouxando) e fez aperto em larga escala, de US$ 50 bilhões por mês", reclamou.
Despite a Federal Reserve that doesn’t know what it is doing - raised rates far too fast (very low inflation, other parts of world slowing, lowering & easing) & did large scale tightening, $50 Billion/month, we are on course to have one of the best Months of June in US history...
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) June 24, 2019
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Mais cedo, Trump já havia questionado "por que" as suas forças armadas deveriam proteger as vias marítimas por onde se transporta parte significativa do petróleo consumido mundialmente para outros países em troca de "compensação zero".
"A China obtém 91% do seu petróleo do Estreito (de Hormuz), o Japão, 62%", alegou. "Todos esses países deveriam estar protegendo os seus próprios navios petroleiros no que sempre foi uma jornada perigosa."
Ele também comentou que os EUA "nem sequer precisam" estar naquela região, uma vez que teriam se tornado "de longe" o maior produtor de energia do planeta. "O pedido dos EUA ao Irã é muito simples - nada de armas nucleares e nada de continuar patrocinando o terrorismo!", escreveu.
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