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2019-09-17T16:16:13-03:00
Bruna Furlani
Bruna Furlani
Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.
De olho nas cotações

Preocupações com a alta do petróleo diminuem após declarações de ministro saudita

O ministro de Energia da Arábia Saudita, Abdulaziz bin Salman, afirmou que a oferta do petróleo voltou ao nível visto antes do ataque

17 de setembro de 2019
15:56 - atualizado às 16:16
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Imagem: Shutterstock

Depois de uma segunda-feira bastante agitada por conta dos ataques a duas instalações petrolíferas da Saudi Aramco, na Arábia Saudita, o mercado tem um dia de maior tranquilidade nesta terça-feira (17).

Se ontem a perspectiva era mais pessimista com possíveis quebras no abastecimento do maior exportador do mundo, hoje a visão é outra.

Isso porque declarações feitas nesta terça-feira pelo ministro da Energia da Arábia Saudita, Abdulaziz bin Salman, confirmaram que a oferta da commodity voltou ao nível visto antes do ataque.

Salman ainda pontuou que o país vai manter a oferta total de petróleo aos clientes neste mês.

Por volta das 15h34 no horário de Brasília, os preços dos contratos futuros de curto prazo do petróleo (Petróleo WTI e Petróleo Brent) com vencimento em novembro estavam sendo negociados a US$ 58,98 e US$ 64,30, respectivamente.

No mesmo horário, ambos apresentavam queda de 5,82% e 6,77%, respectivamente. O movimento é bastante diferente do visto ontem em que os dois contratos subiram 14% cada um no fechamento da segunda-feira.

Aqui na B3, as ações da Petrobras devolvem parte da alta de ontem com o alívio nas cotações do petróleo no mercado internacional.

Por volta das 15h43, os papéis ordinários (PETR3) da petroleira apresentavam contração de 1,97% e os preferenciais (PETR4) estavam sendo negociados com queda de 2,03%.

Na outra ponta, estão as ações das empresas aéreas, justamente as que mais sofreram no pregão de segunda. Os papéis da Gol subiam 5,46% e os da Azul, 3,70%. Confira também nossa cobertura completa de mercados.

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