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Dois grupos bem restritos de engravatados vão se reunir nesta semana para tomar decisões que vão mexer diretamente com o seu bolso. Dependendo do entendimento deles, você vai ganhar mais ou menos dinheiro no seu fundo DI. Eles também podem melhorar (ou azedar) o humor dos investidores com a bolsa - e impactar diretamente no rendimento das suas ações ou fundos multimercados. Esta semana os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos (o Fed) se reúnem para decidir a taxa básica de juros.
Aqui no Brasil os holofotes estão no novo presidente do BC, Roberto Campos Neto. Será a primeira reunião do Copom que ele vai comandar. Mas a atenção mesmo está nos Estados Unidos.
O Fed está no meio de uma discussão sobre a mudança na sua postura. Uma sequência de alta nas taxas de juros americanas é esperada, mas o cenário ficou nebuloso depois que o BC dos EUA passou a falar em “paciência”.
Nesta quarta-feira, o Fed volta a se reunir para decidir o juro americano. Tão ou mais importante que a decisão é o discurso que será feito na sequência. Os investidores querem pistas sobre qual critério técnico o Fed vai usar para avaliar a inflação americana e a sua meta. É economês puro, mas faz, sim, muita diferença na sua vida. O Eduardo Campos te explica nesta reportagem o que está em jogo no Fed e como isso pode mudar o preço do dólar, a movimentação de capitais e os retornos dos seus investimentos. Confere que vale muito a pena!

Mesmo nas últimas semanas de divulgação dos balanços, ainda há empresas interessantes dentro do Ibovespa para olhar. Dentre os destaques estão os resultados de Lojas Americanas, B2W e Cyrela. No caso da primeira, os números devem ser mais animadores. Mas a expectativa dos analistas é de que B2W e Cyrela amarguem outro “preju” para a conta. Veja mais detalhes nesta matéria.
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As tratativas do governo para acelerar a chegada do texto sobre a aposentadoria dos militares estão a todo vapor em Brasília. Ontem, o líder do PSL na Câmara, delegado Waldir, disse que vai tentar antecipar a entrega do projeto de lei que reformula a Previdência dos militares para esta terça-feira (19). O pedido foi encaminhado ao secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. A ideia é que ele chegue antes na Câmara para que os parlamentares da CCJ já tenham acesso a ele na primeira reunião da comissão.
A América Móvel, dona da Claro, anunciou nesta manhã a compra da Nextel. O negócio saiu por US$ 905 milhões. Com cerca de 1% de participação no mercado, a Nextel já procurava um comprador faz tempo. A Claro é a segunda operadora do país, com participação de mercado de 24,4%, atrás apenas da Telefônica Vivo (31,9%).
As boas perspectivas para a bolsa de valores têm aumentado o apetite dos investidores para investir em ações. Se você embarcar na bolsa, lembre-se de prestar atenção nos seus ganhos e perdas para acertar as contas com o Leão. A repórter Julia Wiltgen explica aqui o passo a passo de como declarar ações no Imposto de Renda.

O mercado financeiro está de olho nas novidades, principalmente em torno da desaceleração econômica global, em semana que começa cheia de expectativa para o investidor. Lá fora, atenção especial ao progresso das negociações entre Estados Unidos e China. A assinatura do acordo entre as potências deve ser adiado para junho e gera ansiedade no mercado. Ainda assim, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Em Nova York, os índices futuros das bolsas também ficaram no positivo.
Otimismo no exterior é boa notícia para o mercado local, que pode encontrar a força necessária para fortalecer o real e superar a marca inédita dos 100 mil pontos. O avanço da reforma da Previdência na Câmara também influencia o andamento dos negócios. É grande a expectativa para a apresentação das mudanças na aposentadoria dos militares, na quarta-feira.
A atenção do investidor deve se voltar para as decisões dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos, também na quarta-feira.
Na sexta-feira, o Ibovespa fechou acima dos 99 mil pontos, encerrando o dia com alta de 0,54%, aos 99.136 pontos. O ganho acumulado na semana foi de 3,96%, segunda melhor performance do ano. O dólar fechou com queda de 0,74%, a R$ 3,82. A desvalorização acumulada na semana foi de 1,28%. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Indicadores
- O Banco Central divulga o Boletim Focus, às 8h25;
- O Banco Central também divulga o IBC-BR, às 8h30;
- O BC fará ainda oferta de até 14.500 contratos;
- O MDIC também divulga os dados semanais da balança comercial, às 15h;
Política
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se encontra com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf;
Internacional
- Dados da balança comercial de janeiro da zona do euro são divulgados, às 7h;
- O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guidos, participa de seminário na Associação para o Progresso da Direção em Madri;
- Hoje, a segunda parte da proposta de orçamento para ano fiscal de 2020 do governo de Donald Trump será divulgada;
- Por último, a Opec+ se reúne para discussão de políticas de petróleo para o próximo mês.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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