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Muito se fala sobre “ponto fora da curva” para tratar de situações excepcionais. Mais importante do que quebrar a cabeça para prever o imprevisível é acertar o “ponto dentro da curva”. Isso sim pode fazer alguém ganhar muito dinheiro. De que curva estou falando? Dos ciclos econômicos.
Sigo hoje na discussão iniciada ontem sobre as expectativas para a economia brasileira. Tudo tem a ver com onde estamos atualmente. Estamos na “perna” direita de um “U”, seguindo para acima? Ou estamos descendo uma montanha novamente, após uma breve e tímida recuperação da economia? Entendeu a diferença?
Infelizmente não há consenso nem mesmo entre os fãs de Howard Marks, um dos grandes gênios do mercado e famoso por fazer uma boa leitura de ciclos econômicos. Ontem o Seu Dinheiro publicou a visão do economista James Gulbrandsen, da NCH Capital, que está vendo uma recessão a caminho do país.
Na reportagem de hoje, o Eduardo Campos te mostra uma visão otimista para o Brasil. O economista Victor Candido, da Journey Capital, enxerga uma década de crescimento pela frente. Para ele, a bolsa é a melhor oportunidade de investimento neste cenário. Ele alerta, no entanto, que o caminho está sujeito a surpresas desagradáveis (alô, Brasília!), que vão testar os nervos do investidor.
Eu recomendo fortemente que você leia as duas reportagens e avalie qual visão lhe parece mais assertiva. Se estiver com Candido, a bolsa é uma boa pedida. Se estiver com James, é melhor reforçar sua carteira com ativos de proteção, como dólar e renda fixa. Boa leitura!

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o rigor com a inflação brasileira. A meta fixada para 2022 é de 3,5%. O movimento dá continuidade à revisão iniciada há dois anos, após a meta ficar uma década em 4,5% (vale lembrar que, em 2019, o patamar é de 4,25%). É importante que você saiba disso, afinal, a definição da taxa básica de juros é um dos principais instrumentos usados pelo Banco Central para conduzir a inflação para a meta. O Edu acompanhou o anúncio lá em Brasília e traz todos os detalhes nesta matéria.
A partir de outubro, mais investidores poderão aplicar nas Letras Financeiras - títulos de renda fixa conhecidos como “debêntures dos bancos”. O Banco Central anunciou uma série de medidas para aumentar o volume de negociação e baixou o valor mínimo de distribuição de R$ 150 mil para R$ 50 mil, tornando os títulos mais acessíveis. Saiba mais.
Os lojistas estão liberados para negociar com qualquer banco a antecipação de vendas feitas na maquininha de cartão de crédito. Hoje todos os recebíveis de uma loja ficam à disposição da instituição financeira na qual o lojista obteve crédito. Com a nova resolução ele não ficará preso a um banco. Com a iniciativa, o Banco Central coloca mais lenha na fogueira no segmento de maquininhas, que já vive momentos de grande competição. O BC quer estimular a concorrência ainda mais e forçar as empresas a oferecerem menores taxas aos clientes. Entenda
Após colocar à venda os papéis da resseguradora IRB, a Caixa Econômica Federal se desfez das ações que detinha da Petrobras, levantando R$ 7,3 bilhões. Uma bolada. Mas o banco público quer vender mais. Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, há “outras 15 operações” para fazer.
Mais uma companhia será listada na B3. A Neoenergia fechou sua oferta pública inicial de ações, com uma emissão de até R$ 3,744 bilhões. É apenas o segundo IPO na bolsa brasileira este ano, mas não se pode dizer que o mercado está um marasmo. Apenas nesta semana ocorreram também as emissões de papéis da empresa de tecnologia Linx e da Petrobras. Um detalhe curioso: as três operações tiveram na ponta vendedora empresas estatais. O Vinícius Pinheiro traz mais informações aqui.

Se você é investidor de ações, saiba que existe um fator além dos números que pesa no preço do papel. É o seu nível de governança corporativa, ou seja, regras de transparência e conduta aplicadas à empresa e a seus executivos. O mercado paga mais por ações de companhias que adotam um rigor maior. E como saber quais são elas? A B3 definiu cinco níveis diferentes de governança corporativa. Neste vídeo , a Julia Wiltgen explica como funciona cada um deles e conta o que uma empresa precisa fazer para integrar o nível mais alto: o Novo Mercado.
À espera do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, que acontece amanhã à tarde, os negócios globais devem optar pela cautela e só repercutir o resultado da reunião na próxima segunda-feira. O sentimento em torno do G20 alterna entre altos e baixos, ora com um otimismo cauteloso sobre um acordo, ora um pessimismo moderado, com a lembrança que a guerra tarifária vai muito além do comércio.
Os investidores também acompanham com atenção a queda de braço em Brasília. O mercado recebeu mal a notícia de que a leitura do novo relatório da Previdência ficou para a semana que vem. Mas os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, além do ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalharam em conjunto para manter as expectativas elevadas. A meta é que a votação da pauta antes do recesso parlamentar, marcado para 18 de julho.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com leve alta de 0,04%, aos 100.723,97 pontos. O dólar encerrou a sessão em queda de 0,35%, a R$3,8335. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Índices
- FGV: Sondagem de Serviços de junho
- IBGE: taxa de desemprego do trimestre encerrado em maio (PNAD Contínua)
- Fiesp: Indicador de Nível de Atividade (INA) de maio
- EUA: renda pessoal de maio; gastos com consumo de abril; índice de preços dos gastos com consumo de abril; núcleo do índice de preços do PCE de abril; índice de atividade industrial de Chicago; índice de sentimento do consumidor de junho
Bancos Centrais
- BC: resultado do setor público consolidado
- BC faz leilão de até R$ 3 bilhões em operações compromissadas de três meses. Resultado a partir das 12h30
Política
- Aneel: definição de bandeira tarifária
- Presidente Jair Bolsonaro cumpre agenda em Osaka, no Japão, onde participa dos eventos do G20
- União Europeia realiza reunião sobre o acordo nuclear internacional com autoridades do Irã, da China, França, Alemanha, Rússia e Reino Unido, em Viena
- Primeiro dia de reuniões da 14ª reunião de cúpula do G20
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
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