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Bank of America Merrill Lynch capta preocupação com crescimento, mas visão é de alta para o Ibovespa

A pesquisa do Bank of America Merrill Lynch captou uma piora no sentimento dos gestores como relação ao Brasil agora em abril. A fraca performance da economia, que segue com indicadores decepcionantes, virou um ponto de preocupação e eles acreditam em uma reforma da Previdência ainda mais desidratada e aprovada no segundo semestre ou apenas em 2020. Ainda assim, a visão é de valorização do Ibovespa.
Assumindo que a reforma previdenciária será aprovada, 44% dos gestores falaram que para ter uma visão mais positiva com relação ao Brasil é necessário ver um crescimento econômico mais forte, algo que foi citado por pouco mais de 20% na sondagem de março. Para 21% aprovando a reforma já seria o suficiente.
Questionados sobre o que seria um resultado positivo para a reforma da Previdência, uma economia projetada de R$ 700 bilhões agradava a todos em março, mas agora em abril algo na linha dos R$ 500 bilhões também é visto como “positivo” para 59%, contra 32% na sondagem anterior. O projeto enviado prevê R$ 1 trilhão em dez anos.
Quanto ao tempo de aprovação, 71% disseram segundo semestre, e subiu de 16% para 24% as menções para 2020. Ainda assim, ninguém acredita que o projeto não será aprovado.
Depois de testar a linha dos 100 mil pontos, o Ibovespa oscila na linha dos 93 mil a 94 mil pontos. Mas para todos os gestores o índice deve fechar o ano acima dos patamares atuais e metade deles trabalha com Ibovespa acima de 110 mil pontos.
Ainda assim, apenas 60% acreditam que o mercado de ações vai ter performance acima da média nos próximos seis meses (outperform), menor leitura desde agosto de 2018.
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Para a taxa Selic, quase 60% acreditam em juro básico entre 6% e 6,5% até o fim do ano, contra pouco mais de 40% na pesquisa de março. Apenas 18% trabalham com chance de alta do juro.
No câmbio, caiu o número de gestores que acreditam em um real mais valorizado, com 62% trabalhando com uma faixa entre R$ 3,60 a R$ 3,80, contra 75% na pesquisa de março. Aqueles que trabalham com câmbio abaixo de R$ 3,60, caiu de 35% para cerca de 15%.
O maior fisco externo para os mercado da América Latina continua sendo uma desaceleração da China e das commodities, com 35% das menções, seguindo pelo fortalecimento do dólar, com 24%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 11 de abril com 122 participantes responsáveis por R$ 282 bilhões em ativos.
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