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Último pregão de janeiro foi de firme troca de posições no mercado futuro. Posição líquida do gringo, no entanto, segue comprada em US$ 33 bilhões
Todo fim de mês já estamos acostumados a assistir a tradicional briga de comprados, que ganham com a alta do dólar, e vendidos, que lucram com a queda no preços da moeda, no mercado futuro da B3. Mas na virada de janeiro para fevereiro a disputa foi particularmente acirrada.
Os estrangeiros fizeram uma dar maiores vendas diárias desde o conturbado período pré-eleitoral. A posição comprada em dólar futuro caiu em US$ 3,8 bilhões, para apenas US$ 365 milhões. Para dar um parâmetro, em 18 de janeiro a posição chegou a US$ 6,7 bilhões, vindo de posição vendida na virada do ano.
Se o estrangeiro vendeu, alguém comprou. No caso, foram os bancos a contraparte, comprando US$ 3,7 bilhões em dólar futuro, elevando sua posição comprada para US$ 11 bilhões.
Os fundos de investimento não entraram nessa briga e seguiram carregando US$ 12,5 bilhões em posição vendida em contratos futuros.
A avaliação de ganhadores e perdedores nesse mercado é sempre feita em tese, pois não sabemos a que preço as posições foram montadas e se esses agentes possuem exposição ao dólar no mercado à vista e de balcão. Mas teríamos os estrangeiros realizando prejuízo e os bancos remontando posição com dólar mais barato.
Atenção agora ao comportamento desses agentes nos próximos dias, pois é isso que vai determinar a formação da taxa de câmbio. Nos últimos dias assistimos uma briga ao redor dos R$ 3,70 e agora a disputa parece na linha dos R$ 3,65 cotação vista ontem e testava novamente nesta sexta-feira.
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Além do dólar futuro outra forma de exposição é o cupom cambial (DDI, juro em dólar). Considerando esses contratos, temos que o estrangeiro vendeu dólar futuro, mas comprou cupom cambial. Assim, a exposição líquida não sofreu grande alteração, encerrando o mês de janeiro em US$ 33 bilhões, sendo US$ 32,6 bilhões em DDI mais US$ 365 milhões em dólar. Em 10 de dezembro, essa "aposta" no dólar marcou o recorde a R$ 41,7 bilhões.
Os bancos têm uma exposição líquida vendida pouca expressiva, de US$ 814 milhões. São US$ 11,817 bilhões vendidos em cupom e US$ 11 bilhões comprados em dólar.
Assim, a contraparte do estrangeiro é o investidor institucional, vendido em US$ 34,6 bilhões. Poucas vezes vimos a posição dos fundos acima da dos estrangeiros. Além dos US$ 12,5 bilhões vendidos em dólar há outros US$ 21,85 bilhões vendidos em cupom cambial.
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